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Musiques en langue portugaise -Année 2007-
Voici vos chanteurs pour cette année 2007 : Papas da lingua, Fernando Farinha, Sara Tavares, Tonicha, Dino Meira, Rui Veloso, Iran Costa, Polo Norte, Paulo Gonzo, Marco Paulo, Luis Filipe Reis, Ágata.
Papas da lingua -Décembre2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Papas da Língua é uma banda de rock brasileira. Foi idealizada em 1993, no Rio Grande do Sul, pelo músico Léo Henkin, guitarrista e compositor, que uniu velhos conhecidos para levar o projeto adiante: Serginho Moah (vocais), Zé Natálio (baixo), Fernando Pezão (bateria) e Cau Netto (teclados).
Já realizou mais de mil shows, somando mais de 150 mil discos vendidos. O último trabalho da banda, Papas da Língua – Ao Vivo, foi lançado em DVD e deu ao grupo o disco de ouro.
Fernando Farinha -Novembre2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Fernando Farinha (Barreiro, 20 de Dezembro de 1928 [oficialmente 5 de Maio de 1929] - 12 de Fevereiro de 1988), foi um cantor português de fado,que ficou conhecido como o Miúdo da Bica.
Fernando Tavares Farinha, ainda criança veio residir para Lisboa com os pais, – os tempos eram difíceis e o seu pai, barbeiro deprofissão decide tentar a sorte na capital, para uma recatada casa no bairro da Bica, onde viveu mesmo quando o sucesso fez dele uma estrela nacional.
Aos 7 anos já cantava e entrou em vários concursos infantis, teve tanto êxito que passou a ser chamado de “Miúdo da Bica”, por esta altura foi convidado para mascote da Marcha da Bica 1935. Em 1940, grava o seu primeiro disco EP com quatro temas: Descrença, Meu Destino, Tem Juízo Rapaz e Sempre Linda.
Em 1942, estreia como atracção no Teatro na revista“Boa Vai Ela”, em que também entrava Hermínia Silva, maistarde nos anos sessenta ainda é atracção na revista “Sal e Pimenta”
Em 1951, tem a sua primeira deslocação ao estrangeiro indo ao Brasil onde teve grande aceitação.
Em 1955, comemora as suas “Bodas de Prata” de carreira artística no Coliseu dos Recreios em Lisboa e é premiado com a Guitarra de Prata.
Em 1957, a Rádio Peninsular atribui-lhe o galardão de a “Voz mais portuguesa de Portugal”
Ente finais dos anos 60 em diante faz digressões artísticas por todo o mundos, Bélgica, França, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Argentina e E.U.A.
Fernando Farinha faleceu no dia 12 de Fevereiro de 1988.
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Sara Tavares -Octobre2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Sara ganhou a final da 1ª edição (1993/1994) do concurso Chuva de Estrelas da SIC onde interpretou um tema de Whitney Houston.
Foi convidada por Rosa Lobato de Faria para participar no Festival RTP da Canção de 1994 com a canção "Chamar a Música". A canção receberia o máximo de pontuação de todos os jurados, ganhando assim um lugar no FestivalEurovisão da Canção de 1994, onde alcançou a 8ª posição.
Em 1996 editou o seu primeiro disco que contou com a colaboração do coro Shout.
Em 1997 grava a música "Longe Do Mundo" (uma adaptação de "God Help The Outcasts, de Heidi Mollenhauer), para o filme da Disney, O Corcunda De Notre-Dame, que viria a merecer uma menção honrosa da Disney como a melhor versão, sem contar com a inglesa, da canção.
Na Expo'98, Sara Tavares participou no espectáculo de tributo a Gershwin, ao lado da Rias Big Band Berlin.
Colaborou entretanto no grande sucesso da banda Ala dos Namorados, "Solta-se o Beijo" .
Em 1999 editou o álbum "Mi Ma Bô", um disco mais maduro e com mais ligação às suas raízes.
O álbum "Balancê", uma edição da World Connection, foi editado em Novembro de 2005, tendo sido considerado um dos melhores álbuns do ano por parte da critica.
Tonicha -Septembre2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Antónia de Jesus Montes Tonicha nasceu em Beja no dia 8 de Março de 1946. Ao longo da sua carreira, gravou canções de intervenção, temas de música ligeira e folclore. A artista interpretou autores como José Carlos Ary dos Santos, António Gedeão, José Cid ou Joaquim Pessoa. Começou na Sociedade de Cultura e Recreio Capricho. A música era uma paixão familiar: a sua prima Elizete Tonicher, irmã de Francisco Naia, era cantora e o resto da familia do lado do pai estavam ligados à música mas como amadores.
Aos 16 anos vai passar férias para casa de familiares da zona do Barreiro. Com a irreverência da sua juventude decide procurar Corina Freire para ter aulas de canto. Participa no concurso de admissão à Emissora Nacional, onde mentiu dizendo que tinha 18 anos, tendo sido apurada. Iniciou a sua preparação artística com Nóbrega e Sousa tendo integrado os elencos de vários programas da estação. Depois estreia-se também na televisão. Assina com a editora RCA Victor. O disco de estreia, "Luar Para Esta Noite", é editado em 1964.
Em 1966 obtém o primeiro Prémio no Festival da Canção da Figueira da Foz com "Boca de Amora". Participa também no filme "Sarilho de Fraldas", de Constantino Esteves, com Nicolau Breyner, António Calvário e Madalena Iglésias. Com "A Tua Canção Avózinha" ganha o 7º Festival da Canção da Figueira da Foz. No ano de 1967 recebeu o Microfone de Ouro do Rádio Clube Português e foi eleita "Mulher
Portuguesa do Ano", pelo Clube das Donas de Casa. Vence ainda o Prémio de Imprensa do ano de 1967. Em 1968 fica em 2º no Festival RTP da Canção com "Fui Ter Com a Madrugada". O tema "Calendário" fica em 7º lugar. Grava um EP com temas de José Cid ("La Mansarde" e "Emporte-Moi Loin d'Ici"). Em 1969 é editado um novo EP, ainda com a colaboração de Cid, com os temas "Caminheiro, Donde Vens?", "Terra Sonhada", "Amanhã" e "Canção Para um Regresso".
A ideia de Tonicha gravar folclore português partiu do seu marido, o etnólogo João Viegas. Ao "Vira do Malmequer", canção recolhida na zona de Santarém, seguiu-se "Resineiro" um tema gravado por indicação de José Afonso que o tinha gravado anteriormente. Estes dois discos, editados pela RCA Victor/Telectra, venderam mais de 80.000 cópias.
Conhece Ary dos Santos através do compositor Nuno Nazareth Fernandes. Os dois serão os autores de "Menina do Alto da Serra" que venceu o Festival RTP da Canção de 1971. O tema fiica em 9º lugar no Festival da Eurovisão, em Dublin, o melhor resultado obtido até essa altura pelo nosso País.
A cantora participa com sucesso em vários festivais internacionais. "Poema Pena" fica em 4º nas Olimpíadas da Canção de Atenas, na Grécia, onde Tonicha obteve o 2º prémio de interpretação e Augusto Algueró conseguiu o 1º prémio ex-aequo de orquestração. Fica também em 3º no Festival de Brasov (Roménia) e no Brasil, com "Manhã Clara", ganhou o Prémio da Crítica no VI Festival do Rio de Janeiro. Com "Rosa de Barro" venceu o 1º Prémio de Interpretação
no Festival de Split (ex-Jugoslávia). Por iniciativa de José Niza participa, em 1972, no disco "Fala do Homem Nascido", uma opereta gravada para disco, com poemas de António Gedeão. Os cantores são Duarte Mendes, Carlos Mendes, Samuel e Tonicha. O seu primeiro LP é editado em 1972. Ainda nesse ano consegue o 5º lugar no I Festival da OTI com "Glória, Glória Aleluia" de José Cid. Foi ainda uma das presenças na 14ª edição da Taça da Europa de Cantares de Knokke conjuntamente com Paulo de Carvalho,
Teresa Silva Carvalho e Thilo Krassman (director musical). Em 1972 grava versões portuguesas de canções de Patxi Andión.O tema "A Rapariga e o Poeta" fica em penúltimo lugar no Festival RTP da Canção de 1973.Após o 25 de Abril, Tonicha funda a editora Discófilo que duraria pouco tempo. Com João Perry grava "Parole, Parole", versão
portuguesa de Ary dos Santos, e "Simplesmente Maria". São lançados os discos "Canções de Abril" (conjunto e coros) e "Cantaremos/Lutaremos" (conjunto e coros-2). Participa na revista "Uma no Cravo, outra na Ditadura", com textos do José Carlos Ary dos Santos e música do Fernando Tordo. É editado o single "Portugal Ressuscitado/Canção Combate" dos InClave com Tonicha e Fernando Tordo. A cantora grava ainda um single com os temas "Obrigado Soldadinho" e "Já chegou a Liberdade". Regressa ao folclore com uma nova série de discos dedicados às cantigas do nosso País. O álbum "Cantigas Populares" (Arnaldo Trindade e Ca/Orfeu), com arranjos e direcção musical de Jorge Palma, é editado
em 1976. Muda de editora para a Polygram. Grava discos como o "O Menino", "Marcha da Mouraria" e "Tu És o Zé Que Fumas/Cana Verde". Participa no Festival RTP da Canção de 1978 com os temas "Canção da Amizade" (4º), "Pela Vida Fora" (9º), "Um Dia, Uma Flor" (8º) e "Quem Te Quer Bem, Meu Bem" (12º). Ainda em 1978 é editado o single "Zumba Na Caneca", um dos seus maiores sucessos populares. Em 1979 grava um single com os temas "Ao Gaiteiro Português" e "Sericotalho, Bacalhau. Azeite e Alho". Logo a seguir é editado
"O Chico Pinguinhas". Grava o álbum "Ela por Ela", em 1980, com canções de Carlos Mendes e Joaquim Pessoa. Em 1987 foi editado o disco "Fátima, Altar do Mundo" constituído por temas religiosos. "Mulher" é o nome do disco que grava nos anos 90. Na Páscoa de 2003 participou num programa do Herman José onde interpretou a "Ave Maria" de Schubert. Em 2005, a Movieplay lançou a compilação "Antologia 1971-1977".
Dino Meira -Août2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Dino Meira nasceu em Espinho no dia 11 de Setembro de 1945, abandonando muito cedo Portugal, ao partir com a família em direcção ao Brasil, e depois aos Estados Unidos, onde viveu até aos catorze anos. A música de Dino Meira encontrou maior procura no mercado Norte-Americano, entre os emigrantes radicados nesse país. O sucesso foi tal que Dino Meira chegou mesmo a apresentar um programa de televisão transmitido para a comunidade lusófona. Durante o Verão, eram constantes as viagens do cantor a Portugal, onde realizava concertos em festas populares e romarias um pouco por todo o país, e foi na década de 80, que conquistou um lugar no panorama musical nacional. Dino Meira sagrou-se no mercado discográfico com êxitos como "Negro Destino", "Zum Zum Zum" e "O Homem Vestido de Branco",
todos editados pela Polygram. Já para a Sony Music, o cantor lançou o álbum "Voltei, Voltei", no início do Verão de 1993. O êxito do registo confirmou-se no mês de Agosto, altura em que o artista recebeu o disco de ouro, resultado de um volume de vendas iguais ou superiores a 40 mil unidades. Foi também nesse ano que Dino Meira faleceu, no dia 11 de Novembro, vítima de um enfarte do miocárdio. O cantor preparava-se para partir em direcção ao Brasil, para uma digressão que considerava de grande importância, uma vez que iria funcionar como um teste do visual a utilizar na temporada seguinte de espectáculos. Com uma média de 150 concertos realizados anualmente e perto de vinte LP's gravados, Dino Meira morreu desiludido com o mundo em que vivia, pelo que disse numa das suas últimas entrevistas "o mundo está carente
de valores morais. Sinto muita pena". Os êxitos do artista hão-de circular por Portugal ainda por muito tempo, dado que o cantor foi um dos artistas mais afectados pelo chamado fenómeno da "cassete pirata", que se traduz na reprodução ilegal dos seus registos.
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Rui Veloso -Juillet2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
1957 - Nasce em Lisboa e aos três meses de idade muda-se com a família para o Porto. Aos seis anos inicia-se na harmónica, e aos quinze começa a tocar guitarra, influenciado pelos blues e por nomes como Eric Clapton, Bob Dylan, B. B. King e Muddy Watters. Forma a sua primeira banda a "Magara Blues Band", com Mano Zé no baixo e Manfred Minneman no piano. Actuam aos fins de semana em bares e em casa de amigos, cantando em inglês.
1976 - Ano em que conhece Carlos Tê que se tornará o autor das letras da maior parte das suas composições. 1979 - A sua mãe envia duas bobines com música de Rui Veloso e letras de Carlos Tê, em inglês, para a editora EMI - Valentim de Carvalho, que acolhe com entusiasmo as suas ideias, convidando-o a compôr. Rui Veloso vem a Lisboa com dois inéditos, "Bucólica" e "Chico Fininho", este último com música e letra de Carlos Tê. Em Novembro assina com a EMI - Valentim de Carvalho. 1980 - Em Abril, entra em estúdio. Forma a "Banda Sonora", composta por Zé Nabo no baixo e Ramon Galarza na bateria. Sai o seu primeiro álbum de originais: "Ar de Rock", um verdadeiro estrondo no meio musical português. Nascem êxitos como "Rapariguinha do Shopping", "Donzela Diesel", "Sei de Uma Camponesa"
e "Chico Fininho". O single torna-se desde logo Disco de Platina. Ganha um Sete de Ouro com "Revelação do Ano" e outro pelo "Melhor Álbum do Ano". Além da sua consagração,
tem também o privilégio de colaborar musicalmente nos concertos de nomes famosos como os Police e Steve Harley. 1981 - No verão, entra de novo em estúdio. Compõem "Rock dos Bons Malandros" para adaptação cinematográfica da Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal. 1982 - Ano marcante na sua vida, devido ao nascimento da filha Joana. Do álbum "Fora de Moda" tornam-se famosas músicas como "Balada da Fiandeira", "A Gente Não Lê" e "Sayago blues" . 1983 - Tempo para novo álbum de originais "Guardador de Margens" é apresentado ao vivo em Julho e editado em Novembro. É a consagração definitiva da dupla Rui Veloso / Carlos Tê. Novo Disco de Ouro na sua carreira e mais um Sete de Ouro pelo "Melhor Álbum do Ano".
Neste álbum, surge uma nova banda, composta por Paleka na bateria, Manuel Paulo no piano, Náná Sousa Dias na flauta e sax, e Luís Moreira na trompete, sendo convidados para a gravação do álbum Quim M'Jojo na percussão e Manuel Faria no acordeão. Por encomenda do MASP e com letra de António Pedro Vasconcelos, grava o single "Rock da Liberdade" . Disco de Prata. 1984 - Participa no Festival Cascais Jazz. Em Maio é editado o quarto álbum de originais intitulado "Rui Veloso", demonstração absoluta da importância do Artista perante o público português : Disco de Prata à saída, com títulos como "Porto Côvo", "Porto Sentido" e "Cavaleiro Andante".
De novo a consagração com o Sete de Ouro pelo "Melhor Álbum do Ano". 1987 - Disco de Platina para o álbum "Rui Veloso". Chega o ano dos grandes espectáculos ao vivo. Rui Veloso toca nos Coliseus de Lisboa e Porto, sendo editado o duplo "Rui Veloso Ao Vivo" em disco, cassete e compacto. Surge de novo a consagração com o Sete de Ouro pelo "Melhor Espectáculo ao Vivo". 1988 - " De novo RUI VELOSO ! A maior apoteose de sempre da música popular portuguesa!" (Expresso Nov. 88 ).
"Rui Veloso Ao Vivo" torna-se Disco de Platina e permanece dezasseis semanas no TOP. Primeira grande torunée, patrocinada pela Longa Vida: uma sequência de 61 espectáculos que incluí as principais Capitais de Distrito. Graças às verbas do patrocínio é possível apresentar o espectáculo com as mesmas condições de produção em todos os locais do país.
Dois Sete de Ouro, um pelo "Melhor Espectáculo ao Vivo" e outro pela "Melhor Tournée 1988" . A cidade do Porto oferece-lhe a Medalha de Mérito da Cidade - Grau Prata. 1989 - Ano de ponderação e criatividade. Rui Veloso dedica-se afincadamente à pré-produção do duplo álbum "Mingos & Os Samurais", projecto que engloba diversas correntes musicais que vão do twist aos blues com a marca pessoal da dupla Rui Veloso / Carlos Tê. 1990 - Na carreira de Rui Veloso, a concretização de um velho sonho : a sua actuação conjunta com o mundialmente consagrado REI dos BLUES B. B. KING, concertos esgotados nos dias 16 e 17 de Março, no Casino do Estoril e nos dias 18 e 19 de Março, no Coliseu do Porto. Forma uma nova banda para pôr de pé o "Mingos & Os Samurais".
Carlos Tê baptiza-os de "Os Optimistas", composta por Mário Barreiros nas guitarras e direcção musical, Manuel Paulo no piano, sintetizador, acordeão e voz, Manuel Costa Reis na bateria e voz, Alexandre Manaia no Hammond, sintetizador, guitarra, percussão e voz, Hernâni Teixeira no baixo e Dalú nas percussões. Pela primeira vez toca no estrangeiro, no dia 1 de Abril em Toronto. Em Maio, inicía em Lisboa a Tournée "Mingos & Os Samurais",
com o patrocínio do Jornal "O PRIMEIRO DE JANEIRO", esgotando o Campo Pequeno. Em Julho é editado o single "Não Há Estrelas No Céu", que tem entrada directa no TOP NACIONAL, sendo de imediato lugar obrigatório em todas as estações radiofónicas nacionais - Disco de Platina.
A 7 de Agosto sai o álbum "Mingos & Os Samurais", Duplo álbum de Platina por encomendas. Neste momento já foi galardoado com 7 Discos de Platina, pulverizando todos os anteriores recordes de vendas de discos em Portugal. Em Outubro apresenta-se formalmente em Lisboa e Porto, onde realiza 6 concertos completamente esgotados, nos Coliseus de Lisboa e Porto, respectivamente.
Em Dezembro esgota o Pavilhão de Cascais ( 12 Mil pessoas ), feito pela primeira vez conseguido por um Artista português. 1991 - Em Janeiro inicía-se a pré-produção do álbum o "Auto da Pimenta". Em Maio desloca-se a Monte Carlo ao "World Music Awards" onde recebe o Galardão "Best Selling Portuguese Artist". Neste mesmo mês reinicía a Tournée "Mingos & Os Samurais" patrocinada pelo "BANCO TOTTA & AÇORES".
Em Julho apresenta-se na 1ª parte do Concerto de Paul Simon, no Estádio José Alvalade, onde toca para mais de 50.000 pessoas, num espectáculo memorável, reconhecido unanimemente pela crítica. Em Novembro apresenta-se em Bruxelas no Cirque Royal esgotando essa reconhecida sala da Capital Belga. É nesta data que lhe é manifestado pelos responsáveis da EMI - Belga a decisão de editarem o seu trabalho "Auto da Pimenta" na Bélgica. A 7 de Dezembro é lançado o álbum "Auto da Pimenta",
galardoado Dupla Platina. 1992 - Em Abril deste ano Rui Veloso inícia a Tournée - "Auto da Pimenta", que tem o seu momento mais significativo em Sevilha, num concerto realizado durante a Expo 92. Nesse mesmo ano Rui Veloso desloca-se aos Estados Unidos, onde grava com Nuno Bettencourt (Extreme),o tema Maubere, a favor da causa Timorense. 1993 - Rui Veloso dá sobretudo concertos para comunidade portuguesa espalhada pela Europa, com especial incidência na Suíça ,Bélgica, Holanda, Luxemburgo e França, onde termina esta digressão com um concerto em Paris, na conhecida sala "La Cigale", com uma excelente reacção da crítica especializada. 1994 - Rui Veloso desenvolve uma Tournée acústica com uma formação reduzida, que inicía em Fevereiro no Festival de Brugges, na Bélgica.
1995 - É o ano da preparação e produção do seu próximo disco de originais, que decorre repartido por Lisboa e Londres. "Lado Lunar" é editado em Novembro, atingindo rapidamente os tops de vendas. 1996 - Em Janeiro, Rui Veloso começa a ensaiar o espectáculo que servirá de suporte à Tournée "Lado Lunar", que decorrerá em Portugal e no Estrangeiro. Em Março, Rui Veloso repete o encontro com B.B.King no palco do Coliseu dos Recreios de Lisboa. A experiência entretanto adquirida no 1º encontro, permite que Rui Veloso tenha uma prestação de grande nível, muito aclamada pelo público e pela crítica. Em Abril inícia a Tournée com concertos em Lisboa e Porto, que constituíram grandes êxitos de público com excelente reacção da crítica especializada.
Neste mesmo mês "Lado Lunar" conquista o seu 1º disco de Platina. É ainda durante o ano de 1996 que Rui Veloso é convidado a integrar o grupo Rio Grande, juntamente com nomes sonantes do panorama musical português como Vitorino, Jorge Palma, Tim ( Xutos & Pontapés ) e um dos mentores do projecto João Gil ( Ala dos Namorados ). Rio Grande, o álbum, tendo sido editado a 4 de Dezembro de 1996, encontra-se muito perto de conquistar o 4º disco de platina, referente a vendas superiores a 160.000 cópias. 1997 - Rui Veloso desenvolve a segunda parte da tournée "Lado Lunar" e simultaneamente faz a tournée Rio Grande, sendo este um ano de estrada inesquecível, que tem como pontos altos os concertos no Festival do Sudoeste, Festas da Cidade de Lisboa e finalmente Coliseu de Lisboa, no final do ano.
Este é o ano em que Rui Veloso toca pela 1ª vez no Brasil numa mini-tournée de quatro concertos nas cidades Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. Rui Veloso divide o palco com a artista brasileira Leila Pinheiro naquela que será, concerteza, uma das mais gratificantes experiências da sua carreira. O êxito artístico desta relação foi rapidamente reconhecido não só pelo público, mas também pela crítica especializada. 1997 é o ano em que pela primeira vez Rui Veloso compõe para uma artista estrangeira, neste caso, Luz Casal de Espanha. O tema composto por Rui Veloso será o primeiro single de promoção do álbum desta artista, a editar em 1998.
1998 - Neste ano que decorre Rui Veloso divide a sua actividade profissional pela produção de discos de outros artistas (Inocentes, Dany Silva) e pela execução ao vivo de alguns projectos especiais tais como o concerto com a Orquestra Chinesa de Macau na Expo 98 e os concertos com Vitorino, por ocasião do 10º Aniversário da Fundação Oriente, o seu concerto a solo na Expo 98 e, finalmente, o seu 3º e sempre inesquecível encontro com B.B.King em Junho, também na Expo 98.
Em Novembro Rui Veloso lança "Avenidas", um disco que obteve a platina (40 mil unidades) em menos de uma semana. 1999 - Assinala o regresso de Rui Veloso à estrada com a tournée Avenidas e com uma nova banda. Neste mesmo ano Rui Veloso compõe o tema "Não me mintas", com letra de Carlos Tê, para o filme "Jaime" de António Pedro Vasconcelos. Conquista os Globos de Ouro para melhor artista e melhor música ("Todo
o tempo do Mundo"), assim como o Troféu Nova Gente na mesma categoria. Assina a direcção musical da série de ficção da TVI "Todo o tempo do Mundo". 2000 - A 1ª Edição do Festival Gaia Blues atribui a Rui Veloso o Prémio Homenagem, àquele que consideram ser o "mais autêntico bluesman português". Durante o mês de Março é editado o disco de Maria León onde Rui Veloso dá voz a uma das composições em dueto com a cantorra no tema "Caminhando até ti".
Este ano Rui Veloso comemora 20 anos de carreira. A tournée deste ano levá-lo-à até países como Cabo Verde (em Fevereiro) e Brasil (em Abril), para além dos muitos concertos já agendados para Portugal. A Edição dos Globos de Ouro de 99 nomeia-o de novo para as categorias de "Melhor Artista" e "Melhor Canção" com o tema "Não me mintas". O filme "Jaime" para o qual assinou a direcção musical ganha dois prémios no mais prestigiado Festival de Cinema Europeu - Cannes.
Rui veloso conhece o músico Lulu Santos com quem divide o palco em Volta Redonda, no brasil, num espectáculo de comemoração dos 500 anos da descoberta do brasil, com 70 mil pessoas a assistir. Fecha o ano com um espectáculo que encheu o Pavilhão Atlântico, celebrando dessa forma, os seus 20 anos de carreira. 2001 - O álbum "O melhor de Rui Veloso - 20 anos depois" editado no final de 2000, mantém-se em 1º lugar do top de vendas. O festival Super Bock Super Rock convida-o para o espectáculo " come together - tributo aos Beatles" no Pavilhão Atlântico e repetido depois no Coliseu do Porto. O álbum "Ar de Rock" é reeditado.
Ao mesmo tempo que continua a sua digressão, participa no projecto "Porto cantado" em dois espectáculos no Coliseu do Porto, a 12 e 13 de Outubro, integrado no Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura. 2002 - A digressão leva-o até ao Canadá em Junho onde actua em Toronto, na sala Trinity Bellwoods e em Angola em Setembro onde actua no histórico Teatro Karl Marx. Em Dezembro Rui Veloso apresenta-se pela 2ª vez na sua carreira, na sala do Grande Auditório do CCB, para dois espectáculos acústicos. A enorme procura de bilhetes duplica o número de espectáculos, passando assim para uma série de 4 concertos esgotados. 2003 - A produção feita em Dezembro no CCB viaja até ao
Porto, iniciando o ano com a apresentação de dois espectáculos acústicos no Coliseu do Porto. O público aceitou o convite e esgotou a sala nos dois dias. O projecto "Cabeças no Ar", assinado por Carlos Tê, atinge a platina (40.000 unidades vendidas) e vai para a estrada em Abril. Rui Veloso, João Gil, Jorge Palma e Tim juntam-se de novo para uma digressão que percorre o país ao longo de 16 espectáculos e que termina em Dezembro desse ano. Na memória fica o tema "O primeiro beijo"
como sendo o que mais êxito conheceu junto do público. Rui veloso é convidado para assinalar o 10 de Junho, em Paris. O espectáculo decorreu no estádio Pierre de Coubertain, com uma audiência de 10.000 pessoas. No mês seguinte viaja para Cabo Verde para um concerto. Troca ideias e compõe com os "Bent", banda britânica, no seu estúdio em Vale de Lobos, onde passa parte do seu tempo livre
a compor e criar. Em Novembro Rui Veloso edita o seu 12º disco, "O concerto acústico ", um álbum duplo ao vivo que chega a tripla platina na 1º semana. O single "Nunca me esqueci de ti" dá a conhecer o disco, que em Novembro é editado em formato DVD, o primeiro na carreira do artista. 2004 - Inicia a sua digressão no final de Janeiro. No mês seguinte apresenta-se a solo no teatro S. Luiz, num momento único. Em Maio viaja até aos Açores, onde encerra o 1º ciclo de concertos intímos que decorreram no auditório municipal de Angra do Heroísmo ao longo de 8 meses, com um espectáculo acústico memorável. Neste mês é nomeado pelos globos de ouro para melhor intérprete individual e melhor canção com o tema "Nunca me esqueci de ti". É galardoado com o prémio para melhor intérprete individual.
Sobe ao "Palco mundo" do festival Rock in Rio em lisboa (1º edição). A sua actuação conhece dois momentos distintos: abertura do festival ao lado do artista brasileiro Gilberto Gil, um momento mágico em que interpretam em dueto o tema "Imagine" e apresentação do espectáculo com a sua banda interpretando temas como "Todo o
tempo do mundo" e "Nunca me esqueci de ti". Continua a sua digressão pelo país e a trabalhar em estúdio. 2005 - Celebra 25 anos de carreira. Os números são impressionantes: 25 discos de platina, mais de 1 milhão de discos vendidos. Para assinalar este ano tão especial realiza uma digressão nacional, que se estendeu ao Luxemburgo. Os concertos de estrada páram e dão lugar ao estúdio. Viaja para a Dinamarca e Londres para gravar o novo disco de originais.
O muito aguardado álbum - “ A espuma das canções” sai no final do ano, em Novembro, e é bem recebido pelo público e pela crítica. 2006 - Será editado o seu primeiro Songbook produzido por Mafalda Magalhães e também uma biografia da autoria de Ana Mesquita. No seguimento destes eventos que assinalam a continuação da comemoração dos 25 anos, a RTP transmitirá um documentário original produzido por Ivan Dias, que atravessa a carreira do músico. À parte da digressão nacional, tem presença confirmada
pela segunda vez na Edição do Festival Rock in Rio Lisboa 2006. Inicia a sua tournée "A espuma das canções" no dia 7 de Abril, no Olga Cadaval. 2007 - Em Janeiro é convidado a participar na III Gala da APCL e sobe ao palco com a amiga e cantora Luz Casal, sob direcção do maestro e tenor argentino José Cura. O Pavilhão Atlântico encheu. Ainda este mês reúne pontualmente com os companheiros de Rio Grande
em dois concertos privados em Vilamoura. Em Fevereiro o realizador espanhol Carlos Saura convida Rui Veloso para ir a Madrid participar no seu novo filme "Fados", interpretando o tema "Transparente" ao lado de Mariza. Ainda em Fevereiro, dia 17, volta a subir ao palco do Pavilhão Atlântico para actuar no mediático evento "Megavisão" ao lado de grandes nomes da música portuguesa. Este ano, sim, prevê-se a edição do seu primeiro songbook da autoria de Mafalda Magalhães.
Iran Costa -Juin2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
IRAN PEREIRA DA COSTA nasceu na pequena cidade de Porto Franco, estado do Maranhão, Brasil. Sob o signo de Capricórnio sua data de aniversário é 28 de Dezembro. Desde pequeno IRAN COSTA foi fascinado pelo mundo artístico. Nas escolas chamava a atenção quando brincava de locutor. Aos 18 anos fez um curso profissionalizante de radialista e deu inicio a sua carreira de locutor e produtor de rádio. Durante quase 10 anos IRAN COSTA cresceu e destacou-se como um dos profissionais da comunicação de maior
credibilidade no seu país. O gosto pela musica foi crescendo a cada dia, e após uma viagem de sonhos pela Europa, onde teve a oportunidade de produzir alguns programas de rádio nos quais contou um pouco da historia da MPB, IRAN COSTA regressa ao Brasil e aceita convite para actuar como DJ numa equipe de som de sucesso, onde mais uma vez mostra o melhor da sua veia artística e conquista o publico jovem. Em 1991 grava seu primeiro single intitulado "PENSO EM TI", que de imediato entra para as programações de rádio. Um ano depois prepara seu primeiro álbum, independente, que recebe o título do seu primeiro sucesso: "PENSO EM TI". A música entra definitivamente em sua vida em 1992, quando IRAN COSTA recebe um convite para mostrar seu trabalho na Europa.
O sonho de IRAN COSTA começa a tornar-se realidade: mostrar todo o seu potencial artístico fora do seu país. A proposta de editar um álbum em Portugal era mais que um desafio, era uma dádiva. O álbum "PENSO EM TI", o qual traz o tema título do álbum, serviu de cartão de visita do artista para o cenário artístico/musical em Portugal. Neste mesmo álbum os portugueses conheceram o tema "VENTO VENTANIA", que foi escolhido para ser o tema de verão daquele ano. IRAN COSTA percorreu o país numa promoção pelas emissoras de rádio e também em alguns dos principais programas de televisão, fazendo com que a música, que também era tema de uma novela, se
tornasse um sucesso de execução. O segundo álbum, produzido e editado por IRAN COSTA, não fugiu às raízes da música popular brasileira e trouxe uma grande dose de romantismo bem característica do artista, que pôs em prática toda a sensibilidade adquirida nos mais de dez anos de rádio no Brasil. "COM AMOR", foi sem dúvida um álbum inesquecível
pela forma com que IRAN COSTA interpretou as suas mais belas canções de amor. Um álbum de muito bom gosto que mexeu com os corações dos portugueses. O grande ano de IRAN COSTA. O artista conhece Pedro Augusto, um dos mais experientes e competentes empresários artísticos brasileiros. Foi dessa união que Portugal conheceu o maior êxito da história de vendas do país.
Mas, para tanto, IRAN COSTA optou por criar um disco totalmente ao seu gosto, utilizando samples, sintetizadores e computadores, produzindo assim o primeiro álbum de dance-music a ser editado em Portugal. "O BICHO", fez de IRAN COSTA o maior ídolo da história musical deste país. Sucesso nos espectáculos, sucesso de execução em todo o
país, sucesso de vendas."O BICHO" rendeu oficialmente seis discos de platina, equivalentes a doze discos de ouro e vinte e quatro discos de prata. "O BICHO" conquistou, com a sua coreografia, sensualidade e ritmo, todas as faixas etárias e classes sociais, principalmente no meio político, quando IRAN COSTA foi o artista mais solicitado para as campanhas. Portugal, que até então nunca tinha visto tanta alegria, rendeu-se ao "bichinho" que devorou os corações dos
portugueses. Depois de uma turné de sucesso que percorreu para além de Portugal, diversos países da Europa e também Canadá, Estados Unidos e África, IRAN COSTA também esteve no Brasil a convite de vários programas de televisão como XUXA, ANGÉLICA E SERGINHO GROISMAN mostrando o sucesso que contagiou os portugueses ao mesmo tempo que lançava em Portugal o álbum "SÓ SE FOR DANCE". Quando Portugal começava a aderir a mais um álbum de sucessos, que incluíam
entre outras, "É O TCHAN" e "REQUEBRA", o destino prega uma grande peça em IRAN: falece o seu amigo empresário Pedro Augusto. Um duro golpe no artista que agora teve que por em prática tudo o que aprendeu com o seu manager. Com muita força de vontade, deu continuidade à sua carreira dedicando-se cada vez mais, levando alegria e diversão aos quatro cantos do mundo. IRAN COSTA viajou para o "PLANETA DOS PIMPOLHOS", um mundo mágico,
cheio de alegria e diversão. O artista mais uma vez impressionou com a qualidade e repertório musical postas neste álbum, além das suas roupas coloridas e uma coreografia cheia de graça que o levaram directo para os tops de venda. O "PIMPOLHO "transformou-se num dos grandes sucessos do verão que, além do ritmo contagiante era acompanhado de um super vídeo-clip, que de cara, conquistou toda a criançada portuguesa. Portugal chocou-se com a nova imagem de IRAN COSTA. O BICHO ficou maluco!!! Com cabelos pintados de loiro o artista contrata uma série de bailarinos para abrilhantar ainda mais o seu espectáculo. Uma imagem que ninguém esperava, mas que deu vida ao álbum totalmente dançante e com
uma super produção comparada as dos grandes produtores de dance-music do mundo. IRAN COSTA mostrou-nos a mesma sonoridade, o mesmo ritmo, a mesma energia e um visual chocante nos espectáculos e continuou a atrair fãs de diversas partes do país. O ano da consagração definitiva. IRAN COSTA assina contrato com a maior editora discográfica do planeta: a UNIVERSAL MUSIC. O BICHO, desta forma, ficara disponível para todo o mundo. Toda a direcção da empresa surpreende-se com o talento, dinamismo e profissionalismo do artista
que mudou a imagem e preparou um álbum inesquecível, o "ALTA TENSÃO". Portugal mais uma vez aderiu à energia de IRAN COSTA e dançou ao som de "VOCE VAI SER O MEU AMOR", "O VERAO JÁ COMEÇOU" e "BALANÇO DO TREM", que tornou-se um dos grandes êxitos do ano trazendo uma coreografia fácil e que foi rapidamente assimilada pelos portugueses. Neste album IRAN COSTA conta com a participaçao muito especial do grupo FEVERS, uma grande referencia
da musica brasileira. Foi a internacionalização do artista que, desta forma preparava-se para voos mais altos. Para a surpresa de todos é também editada neste mesmo ano uma colectânea com os grande êxitos do artista. Uma aposta da antiga editora que, assim como os portugueses, eternizaram estes temas já consagrados pelos milhares de álbuns vendidos no país. Mais um trofeu para
o artista que viu dois álbuns à venda no mercado no mesmo ano. Foi o reconhecimento do responsável pela revolução da música em Portugal. Ao entrar na fase de produção do novo álbum no início do novo milénio, IRAN COSTA preocupou-se em preparar um disco que não fugisse à regra. Em seu próprio estúdio procurou utilizar sons ainda mais modernos, com novas batidas e loops, sem fugir ao seu estilo tradicional: a dance-music. Assim, nasceu o "RITMO DO SOL". Um álbum maduro, com sons latinos e letras mais românticas, mas sem fugir à malícia que lhe é característica. Um álbum quente e sensual que invadiu às praias e discotecas de todo o país. "10"! O álbum DEZ de IRAN COSTA. Dez anos de carreira, décimo álbum lançado e editado em Portugal, mais de um milhão
de cópias vendidas, quase dez discos de platina. É a consagração de uma carreira vitoriosa. Com a sua manga, IRAN COSTA encheu o nosso paladar com o sabor doce e descontraído deste álbum, considerado pela imprensa um trofeu, por estes dez anos de trabalho, tendo assim o justo reconhecimento por uma carreira de sucesso fora do seu país. O álbum "10", traz dez temas, na sua maioria originais que sacudiram ainda mais o verão português. IRAN COSTA, o artista de dez mil facetas, promete ainda mais com a criação da Bicho Produções, Lda.
IRAN COSTA "SÓ PARA MIÚDOS" é o álbum que marca uma nova fase na carreira do artista que retorna à editora discográfica VIDISCO. Recheado de canções mais alegres e divertidas este novo trabalho produzido por IRAN COSTA, tem uma linguagem simples e directa indo de encontro às crianças que representam uma grande parte do seu público. Para além dos originais "O Lobo Mau", "Amigo Locutor" e "A Festa do Bicho", IRAN COSTA recria dois grandes êxitos da música portuguesa: "Sobe Sobe, Balão Sobe" e "Era um Passarinho" voltando assim
a conquistar o público na voz inconfundível deste artista brasileiro. Finalmente, o "SHOW" de IRAN COSTA. Os grandes sucessos da sua carreira reunidos em um Cd especial que conta um pouco da história do artista. Os fãs de IRAN COSTA podem relembrar grandes sucessos como, "O BICHO", "PIMPOLHO", "BALANÇO DO TREM", entre outros. O álbum traz, para além do novo êxito "ÉGUA POCOTÓ", uma faixa interactiva e uma grande novidade: Todas as músicas do Cd disponíveis em toques para telemóveis.
Polo Norte -Mai2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Pólo Norte é uma banda musical portuguesa de estilo pop/rock que surgiu em 1991, sucedendo à banda Honoris Causae. Da sua formação original resta apenas Miguel Gameiro, também o autor da maioria das canções. O grupo é constituído (2006) pelos seguintes elementos: Miguel Gameiro (voz), Tó Almeida (guitarra), Marco Vieira (baixo), João Gomes (teclado) e Luís Varatojo (baterista). A banda foi fundada em 1991 na região de Belas, concelho de Sintra, sucedendo
à banda Honoris Causae.Em 1995, a banda publicou o seu primeiro disco intitulado Expedição, da qual fazem parte os primeiros sucessos da banda como Lisboa.Em 1996, a banda publicou o disco Aprender a Ser Feliz, um dos títulos mais populares da banda. Em 1999 gravou o terceiro álbum de originais com o título Longe e em 2000, publicaram um disco ao vivo com todos os sucessos da banda. Em 2002, o grupo lançou o álbum Jogo da Vida que inclui uma canção dedicada aos Açores ("Ilha dos Amores").Em 2005 publicou o álbum Deixa o Mundo Girar, considerado por muitos críticos
como o melhor da banda e com uma carga mais rock que pop, com músicas mais pesadas e não tão calmas como o repertório anterior. Deste álbum foram extraídos três singles: o título homónimo, Deixa o Mundo Girar (canção), A Dança e Pele (canção) todos com grande sucesso, tendo feito parte de bandas sonoras de várias telenovelas portuguesas, como Mundo Meu, o título Deixa o Mundo Girar (canção) e Fala-me de Amor, o tema A Dança.
Paulo Gonzo -Avril2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Paulo Gonzo, de 50 anos, começou a sua carreira em 1975 como co-fundador, compositor e vocalista da Go Graal Blues Band. Em 1984 enceta uma carreira a solo e o seu primeiro single, "So do I", editado no ano seguinte, transforma-se num êxito. Em 1986 edita o maxi-single "Somewhere in the Night", que precedeu a edição do álbum de estreia, "My Desire", onde
interpreta versões de temas de Charlie Midnight, Dan Hartman, Daniel Lavoie e Jimmy Scott e Otis Redding. Em 1992 edita o seu primeiro álbum totalmente cantado em português, "Pedras da Calçada", com produção de Luís Oliveira, e entre outros temas, saltam para as rádios as canções "Pedras da Calçada", "Certos Caprichos da Lua" e "Jardins Proibidos". Em 1995 edita o álbum "Fora d`Horas", com produção de Frank Darcel, onde canta letras de Pedro Abrunhosa, Rui Reininho e Pedro Malaquias e recebe o Prémio Blitz para a Melhor voz masculina. Em 1997, Paulo Gonzo lança a compilação "Dei-te quase tudo", que recebeu seis discos de platina por vendas superiores a 100.000 cópias.
Em 1998 saiu o álbum "Suspeito" com produçaõ de Frank Darcel e a participação especial de James Cotton (ex-trompetista de Miles Davis). "Suspeito" confirma as parcerias de Gonzo com os letristas Pedro Malaquias e Rui Reininho. O disco atinge o galardão de Platina. "Ao Vivo Unplugged", gravado ao vivo nos Estúdios Valentim de Carvalho, é editado em 1999.
Como convidados surgem o pianista Bernardo Sassetti, Rui Reininho, Tim e Zé Pedro. Em 2001 é editado o CD "Mau Feitio", que conta com as participações de Tito Paris e das African Voices. Em Julho de 2003 reeditou o disco "Ao Vivo Unplugged" com a inclusão de um DVD. Desde então tem participado em vários concertos e digressões nacionais.
Marco Paulo -Mars2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Como os portugueses sabem, Marco Paulo chama-se João Simão e é o terceiro dos quatro filhos da família Silva. Nasceu em Mourão, terra natal da mãe, de onde saiu cedo devido à profissão do pai, fiscal de finanças, que 'obrigou' a família a uma itinerância durante alguns anos, até se fixarem definitivamente no Barreiro.
Depois de curtas passagens por Alcabideche, Arcos de Valdevez e Celorico de Basto, foi em Alenquer a sua maior permanência: 12 anos. Foi lá que iniciou a escola primária, mas o prazer de cantar começou mais cedo: aos seis anos já trauteava as canções da rádio e quem o ouvia costumava oferecer-lhe bolos e rebuçados.
No entanto, foi em Alenquer que se apaixonou pela música. Começou por cantar nas festas da escola, para lhe ganhar o gosto nas festas dos Santos Populares. Ciente de que a vocação artística não agradava ao pai, que o queria à força ver funcionário público, fugia de casa à noite para ir cantar à roda das fogueiras. Fascinado pelas cantigas de Maria de Fátima Bravo, Maria José Valério, Tristão de Silva e Amália, sempre Amália, Joselito viria a ser o primeiro ídolo do cantor. Apenas com 10 anos, deu o primeiro espectáculo: desafiaram-no para cantar num casamento e até hoje orgulha-se de ter sido a alegria daquela festa.
Seguiram-se muitas outras actuações em festas da terra em que as pessoas, encantadas com a voz do pequeno João Simão, mandavam guloseimas para o palco. Com 15 anos ganhou o seu primeiro cachet: 50 escudos e um garrafão de vinho! Para ajudar os parcos recursos familiares, Marco Paulo começou a trabalhar cedo: o seu primeiro emprego foi numa loja de fazendas, depois numa farmácia de um amigo do pai, uma experiência traumatizante, não só porque tinha de se levantar às seis da manhã, mas sobretudo porque
passava o dia a lavar frascos numa banheira. A seguir conseguiu arranjar emprego no escritório duma fábrica no Carregado e, já no Barreiro, foi trabalhar para o escritório de uma fábrica de plásticos, enquanto estudava à noite na Escola Alfredo da Silva. A transferência do pai para o Barreiro acabou por ajudar a definir a
vida artística do filho. Pouco tempo depois, já cantava nas colectividades de recreio, assim como nos bailaricos e festas locais. Consciente da sua indiscutível qualidade vocal mas também da necessidade de apurar a técnica, decidiu ter aulas de canto com Corina Freire, uma das melhores professoras do seu tempo. Foi lá que conheceu Cidália Meireles que não hesitou em convidá-lo para o seu programa de música portuguesa na RTP. O sucesso foi tal que pouco tempo depois voltava novamente à televisão. Atento ao surgimento de
novos talentos, Mário Martins, um dos mais carismáticos produtores da Valentim de Carvalho, desafia-o a gravar um disco. Já lá vão 40 anos! De então para cá, Marco Paulo nunca mais parou de surpreender. Participou em três Festivais RTP da Canção, e embora nunca tenha vencido nenhum, foram momentos muito emocionantes. E não esquece o dueto "Tu Só Tu Anouschka", que gravou com Simone de Oliveira quando a artista estava no auge da sua carreira.
Na tropa calhou-lhe a Guiné, um dos piores destinos da guerra do Ultramar, mas nem os dois anos de afastamento forçado dos discos e das canções, lhe esmoreceram a esperança de chegar onde queria. Quando regressou a Lisboa e Mário Martins lhe apresentou "Eu Tenho Dois Amores", nunca imaginou que aquela cantiga, que não queria cantar, viesse a ser um dos maiores sucessos da sua carreira, e ainda hoje continua a ser a preferida do público.
Para Marco Paulo, canções como "Maravilhoso Coração, Maravilhoso", "Amor Eterno" e, mais recentemente, "Nossa Senhora", têm muito mais a ver consigo, mas hoje reconhece que "Dois Amores" foi o estoiro que precisava.
Depois de 30 anos de ligação à EMI Valentim de Carvalho e a Mário Martins, o artista opta pela Zona Música e por Ramon Galarza, o seu novo produtor, com quem confessa ter uma excelente relação profissional e de amizade. Sobre a nova editora, Marco Paulo sublinha a juventude e o empenho da equipa com quem, aliás, manifesta vontade de continuar a trabalhar nos próximos anos. Porque, como gosta de dizer, vai cantar até sentir que tem capacidades físicas, mentais e vocais para
o poder fazer. Quando deixar de ter, com a mesma dignidade com que entrou, espera sair... E como diz dele Herman José, Marco Paulo ficará para a história da música ligeira nacional, como um caso a estudar. Detentor de uma voz e afinação raras, o cantor é, na opinião do humorista, a maior estrela "pop" da música portuguesa do seu tempo.
Luis Filipe Reis -fevrier2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Luís Filipe Reis iniciou a sua carreira, como cantor profissional, em França, país que o acolheu há já duas décadas e lhe proporcionou a oportunidade de realizar o seu sonho: gravar um disco. Consciente das suas capacidades, o jovem cantor, que até aí apenas conhecia os palcos de pequenas salas de Portugal, arrisca mostrar as suas canções e finalmente alguém acredita no seu talento, levando-o a gravar o seu primeiro disco “Olé do Cigano”, no Canadá, este valendo-lhe um disco de prata. A partir deste momento proliferam os contactos e convites no sentido de realizar espectáculos por toda a Europa, Estados Unidos,
Canadá, África do Sul e ainda Austrália. As portas estavam abertas e o cantor vê reconhecido aquilo em que acreditava: a sua capacidade vocal e a vontade de atenuar as saudades a tantos emigrantes portugueses espalhados pelo mundo, levando-lhes a música cantada na língua de Camões. Ao longo da sua carreira como profissional, o artista já conta com 18 álbuns entre eles “Obrigado Portugueses”, “Bate Coração”, “Três Meses de Amor”, “Corpo a Corpo”, “Telefone
do Amor”, “Esquece o meu Nome”, “O que é Meu é Meu”, “Paixão e Sentimento”, “Clássico” e o mais recente “À Portuguesa”. Destes grandes temas resultam quatro discos de platina, sete de ouro, um de prata, diversos LP’s, singles, CD’s, vários vídeo clip’s que ilustram os seus temas de maior sucesso e por último a sua maior revelação: um DVD gravado ao vivo por ocasião do concerto levado a cabo no Coliseu de Lisboa em Fevereiro de 2005. Entre as diversas conquistas, destacam-se os convites para realizar dois concertos na ilustre sala de Paris, Olympia, nos anos 2000 e 2002. Um dos pontos altos da sua carreira artística tratou-se da nomeação para melhor canção nacional, do ano de 2002, nos Globos de Ouro da SIC. Foi
de bom grado que acolheu essa nomeação considerando-a tratar-se de uma mais-valia e um reconhecimento para a música ligeira popular portuguesa. Comprovando a sua capacidade de trabalho e a procura incessante de novos desafios, Luís Filipe Reis revela-se um artista polifacetado: canta, compõe, escreve os seus temas, coordena, produz e nunca se afasta das suas metas. Artista atento, rigoroso e de uma exigência implacável, considera que o seu público merece o melhor “Os meus fãs permitiram que eu realizasse o meu sonho e por esse motivo, nunca me esqueço do que ficou para trás. Atingi um nível deveras exigente e é
minha obrigação contemplar o meu público com um trabalho sério e de qualidade!”. Definindo-se na música ligeira/popular, o disco “Luís Filipe Reis – Clássico” dá mostras da versatilidade como cantor, em que apresenta três vertentes: um estilo mais Clássico, Fado e Música Ligeira. Este álbum, de cariz intemporal, é algo que permanecerá como uma referência do Cantor. É um disco que, devido às suas características invulgares comparativamente com anteriores lançamentos do artista, conseguiu alcançar outra faixa de público, talvez menos voltado para a música ligeira/popular. De uma qualidade refinada, à qual Luís Filipe Reis já nos habituou, gravado com todos os instrumentos ao vivo, esta produção
cumpriu a missão de comprovar o alcance da qualidade a que o artista se dedica, em todos os seus projectos, quer seja em palco, estúdio, na rádio, na TV, em entrevistas a revistas e jornais ou, simplesmente, na sua forma de estar: discreto, exigente, elegante, humilde e sempre bem disposto! O seu trabalho discográfico mais recente “À Portuguesa”, irá certamente encantar e fazer sucesso com toda a alegria e vivacidade que transmite. Com temas fortes e cheios de ritmo, comprova mais uma vez, a qualidade, bem ao estilo do cantor. “À Portuguesa” é um disco repleto de entusiasmo que nos transporta para ambientes latinos, composto de um estilo vivo, alegre e animado, características sempre presentes na música popular de Luís Filipe Reis. Passando pela fé, pela paixão e até pelo futebol, é um álbum cujas
canções farão as delícias dos seus fãs, animando as festas de verão e os espectáculos quer em Portugal, quer junto das comunidades portuguesas no estrangeiro. Relativamente a espectáculos de maior envergadura, realizar-se-á em Fevereiro de 2007 o concerto no Coliseu do Porto, com o intuito de contemplar novamente o público com o seu o ritmo, voz e presença em palco, prevendo-se mais uma vez a produção de grandiosos momentos! A inspiração para escrever os inúmeros temas de sucesso, surge-lhe de uma forma espontânea: é nato, é algo que não se descreve. Através da sua música, exprime sentimentos de angústia ou felicidade, fala-nos de amor, do quotidiano, das coisas que nos rodeiam entrando nas nossas vidas de um modo simples mas encantador. Enfim, um “trovador de canções de amor e de amigo” dos tempos que correm! Quanto
ao seu percurso o cantor refere: “Gosto de ver reconhecer o meu trabalho e para tal, exigência, rigor e empenho são o ponto fulcral do patamar que atingi. Neste momento é-me legítimo afirmar que possuo uma carreira estável e saudável. Ser cantor não passa meramente por ter a sorte de possuir um timbre de voz agradável, antes de mais é necessário a existência de um trabalho de bastidores, que o público não vê mas torna possível o sucesso do artista. Refiro-me à produção de ideias e imagem, acompanhamento e organização de espectáculos, no marketing, na promoção, na procura e aposta em novos desafios. Trabalho com uma equipa mas a estrutura da máquina do espectáculo a que me refiro tem um nome: Luís Filipe Reis!” Quanto à sua personalidade, é um cantor discreto e humilde, persistente
e ambicioso no que refere aos seus objectivos, homem de fé cujo valor que mais preza é a honestidade. Relativamente ao seu sucesso, o artista afirma: “Para mim, sinónimo de sucesso não são as grandes conquistas alcançadas. É, acima de tudo, a capacidade de me congratular com o carinho e apoio manifestado pelo meu público e a motivação para apostar em novos projectos. A carreira de um artista não tem metas atingidas ou patamares estagnados. É necessário conduzir o nosso trabalho no sentido de acompanhar as exigências do público, por isso o termo “Vedeta” não faz parte do meu léxico! As conquistas da minha carreira nunca as encaro como um fim em si mesmas: uma meta alcançada provoca sempre o início de um novo desafio!”
Na sua vida pessoal, consciente das implicações a longo prazo de uma vida repleta de uma agitação, entre aviões e hotéis, o artista não menospreza o seu corpo: pratica desporto regularmente e sempre que pode, opta por uma alimentação saudável (nunca desprezando uma boa ementa portuguesa…). Cuida ele próprio da sua imagem, frequentando gabinetes de estética e gosta de vestir bem, fazendo jus ao facto de residir na capital da moda - Paris. Quando lhe é possível e para aliviar o stress, foge para fora da Europa tentando abstrair-se de tudo e descansar por alguns dias.
Ágata -Janvier2007- [Webmasters : Obtenir un "Bouton" musical]
Fernanda de Sousa (Lisboa, 11 de Novembro de 1959), de seu nome artístico Ágata, é uma cantora portuguesa. Aos 14 anos gravou aquele que foi o seu primeiro trabalho discográfico intitulado "Heróis Trabalhadores", e entrou nesse ano no Centro de Preparação de Artistas da Emissora Nacional, onde frequentou o curso de música e arte. Foi em 1974 que gravou aquele que viria a ser o seu segundo disco "Já não estou sozinha", permitindo-lhe percorrer o país ao lado de grandes nomes da canção portuguesa, como António Calvário, Tony de Matos, Maria de Lurdes Resende, Fernando Farinha, entre muitos outros. Conjuntamente com Tozé Brito, ainda emprestou a sua voz ao tema da série de televisão infantil "Abelha Maia".
Em 1979 gravou o tema "Caso Meu" da telenovela brasileira "Dona Xepa" e interpretou em dueto com Art Sullivan o tema "L'amour a la Française". Tinha apenas 17 anos quando integrou a formação das "Cocktail" gravando vários discos. Participou no Festival RTP da Canção em 1982, com o tema "Vai mas Vem" que lhe valeu o Prémio de Revelação do Ano.Fez espectáculos de Verão com as Doce, onde permaneceu até à extinção do grupo.
Em 1986 é editado o single "Quentinha e boa", e cerca de um ano depois "Amor Latino", seguindo-se "Louca por ti" dirigido por Toy. Mudou então, em seguida, de nome artístico para Ágata. Nesse ano, verificou-se também a mudança de editora e, com a colaboração de Ricardo Landum, gravou aquele que seria o seu primeiro álbum como Ágata – “Perfume de Mulher” - de 1994. Atingiu o seu primeiro disco de platina. Um êxito que se manteve por 52 semanas no Top do Made In Portugal.
Em 1995 seguiram-se mais alguns sucessos como “Maldito Amor”, “Tudo foi por ciúme”, “Mãe Solteira”, “Foi Contigo” e “Desgostos de Amor”. É esse mesmo ano de 1995 que marcou uma nova etapa na vida de Ágata, uma faceta mais romântica e harmoniosa, com a edição de “Escrito no Céu”, onde se destacam os temas “Comunhão de Bens”, “Não mereço tanta dor” e “Quando as luzes se apagarem”.Em 1998 iniciou-se um novo capítulo na história e carreira de Ágata, com o nascimento do seu 2º filho – Francisco, a quem dedicou uma música no álbum que nesse ano edita - “De hoje em diante”.
Em 2000, “Sozinha”, um tema composto por Ricardo Landum, deu nome a um novo trabalho, cujas letras são bastante actuais, que nos falam de relações acabadas, desilusões e mágoas amorosas, mas que não fogem do estilo musical desta cantora, que prima pela sensibilidade. Numa retrospectiva da sua carreira, surgiu nos escaparates musicais em 2001 o álbum “20 anos”, uma compilação com os temas que fizeram sucesso na voz de Ágata, mas onde se pode igualmente conhecer 4 temas inéditos.
Em 2002 é editado “Viver a dois”, a expressão de empenhamento, a recriação de momentos que ao longo de 13 temas transitam sem complexos, entre as emoções contraditórias da alegria, tristeza, saudade, sonho e vontade.Em 2004 apresenta um trabalho surpreendente. Um álbum duplo, com a particularidade de cada cd ser gravado e produzido em estúdios diferentes.Com a entrada de 2005 surge um novo trabalho, intitulado de “Abençoada”, seguindo-se "Sentimentos" em 2006.
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