Chansons pour 2007 -Page2-
Voici vos chanteurs pour cette année 2007 : Papas da lingua, Fernando Farinha, Sara Tavares, Tonicha, Dino Meira, Rui Veloso, Iran Costa, Polo Norte, Paulo Gonzo, Marco Paulo, Luis Filipe Reis, Ágata.
Voici vos chanteurs pour cette année 2007 : Papas da lingua, Fernando Farinha, Sara Tavares, Tonicha, Dino Meira, Rui Veloso, Iran Costa, Polo Norte, Paulo Gonzo, Marco Paulo, Luis Filipe Reis, Ágata.
IRAN PEREIRA DA COSTA nasceu na pequena cidade de Porto Franco, estado do Maranhão, Brasil. Sob o signo de Capricórnio sua data de aniversário é 28 de Dezembro. Desde pequeno IRAN COSTA foi fascinado pelo mundo artístico. Nas escolas chamava a atenção quando brincava de locutor. Aos 18 anos fez um curso profissionalizante de radialista e deu inicio a sua carreira de locutor e produtor de rádio. Durante quase 10 anos IRAN COSTA cresceu e destacou-se como um dos profissionais da comunicação de maior credibilidade no seu país. O gosto pela musica foi crescendo a cada dia, e após uma viagem de sonhos pela Europa, onde teve a oportunidade de produzir alguns programas de rádio nos quais contou um pouco da historia da MPB, IRAN COSTA regressa ao Brasil e aceita convite para actuar como DJ numa equipe de som de sucesso, onde mais uma vez mostra o melhor da sua veia artística e conquista o publico jovem. Em 1991 grava seu primeiro single intitulado "PENSO EM TI", que de imediato entra para as programações de rádio. Um ano depois prepara seu primeiro álbum, independente, que recebe o título do seu primeiro sucesso: "PENSO EM TI". A música entra definitivamente em sua vida em 1992, quando IRAN COSTA recebe um convite para mostrar seu trabalho na Europa. O sonho de IRAN COSTA começa a tornar-se realidade: mostrar todo o seu potencial artístico fora do seu país. A proposta de editar um álbum em Portugal era mais que um desafio, era uma dádiva. O álbum "PENSO EM TI", o qual traz o tema título do álbum, serviu de cartão de visita do artista para o cenário artístico/musical em Portugal. Neste mesmo álbum os portugueses conheceram o tema "VENTO VENTANIA", que foi escolhido para ser o tema de verão daquele ano. IRAN COSTA percorreu o país numa promoção pelas emissoras de rádio e também em alguns dos principais programas de televisão, fazendo com que a música, que também era tema de uma novela, se tornasse um sucesso de execução. O segundo álbum, produzido e editado por IRAN COSTA, não fugiu às raízes da música popular brasileira e trouxe uma grande dose de romantismo bem característica do artista, que pôs em prática toda a sensibilidade adquirida nos mais de dez anos de rádio no Brasil. "COM AMOR", foi sem dúvida um álbum inesquecível pela forma com que IRAN COSTA interpretou as suas mais belas canções de amor. Um álbum de muito bom gosto que mexeu com os corações dos portugueses. O grande ano de IRAN COSTA. O artista conhece Pedro Augusto, um dos mais experientes e competentes empresários artísticos brasileiros. Foi dessa união que Portugal conheceu o maior êxito da história de vendas do país. Mas, para tanto, IRAN COSTA optou por criar um disco totalmente ao seu gosto, utilizando samples, sintetizadores e computadores, produzindo assim o primeiro álbum de dance-music a ser editado em Portugal. "O BICHO", fez de IRAN COSTA o maior ídolo da história musical deste país. Sucesso nos espectáculos, sucesso de execução em todo o país, sucesso de vendas."O BICHO" rendeu oficialmente seis discos de platina, equivalentes a doze discos de ouro e vinte e quatro discos de prata. "O BICHO" conquistou, com a sua coreografia, sensualidade e ritmo, todas as faixas etárias e classes sociais, principalmente no meio político, quando IRAN COSTA foi o artista mais solicitado para as campanhas. Portugal, que até então nunca tinha visto tanta alegria, rendeu-se ao "bichinho" que devorou os corações dos portugueses. Depois de uma turné de sucesso que percorreu para além de Portugal, diversos países da Europa e também Canadá, Estados Unidos e África, IRAN COSTA também esteve no Brasil a convite de vários programas de televisão como XUXA, ANGÉLICA E SERGINHO GROISMAN mostrando o sucesso que contagiou os portugueses ao mesmo tempo que lançava em Portugal o álbum "SÓ SE FOR DANCE". Quando Portugal começava a aderir a mais um álbum de sucessos, que incluíam entre outras, "É O TCHAN" e "REQUEBRA", o destino prega uma grande peça em IRAN: falece o seu amigo empresário Pedro Augusto. Um duro golpe no artista que agora teve que por em prática tudo o que aprendeu com o seu manager. Com muita força de vontade, deu continuidade à sua carreira dedicando-se cada vez mais, levando alegria e diversão aos quatro cantos do mundo. IRAN COSTA viajou para o "PLANETA DOS PIMPOLHOS", um mundo mágico, cheio de alegria e diversão. O artista mais uma vez impressionou com a qualidade e repertório musical postas neste álbum, além das suas roupas coloridas e uma coreografia cheia de graça que o levaram directo para os tops de venda. O "PIMPOLHO "transformou-se num dos grandes sucessos do verão que, além do ritmo contagiante era acompanhado de um super vídeo-clip, que de cara, conquistou toda a criançada portuguesa. Portugal chocou-se com a nova imagem de IRAN COSTA. O BICHO ficou maluco!!! Com cabelos pintados de loiro o artista contrata uma série de bailarinos para abrilhantar ainda mais o seu espectáculo. Uma imagem que ninguém esperava, mas que deu vida ao álbum totalmente dançante e com uma super produção comparada as dos grandes produtores de dance-music do mundo. IRAN COSTA mostrou-nos a mesma sonoridade, o mesmo ritmo, a mesma energia e um visual chocante nos espectáculos e continuou a atrair fãs de diversas partes do país. O ano da consagração definitiva. IRAN COSTA assina contrato com a maior editora discográfica do planeta: a UNIVERSAL MUSIC. O BICHO, desta forma, ficara disponível para todo o mundo. Toda a direcção da empresa surpreende-se com o talento, dinamismo e profissionalismo do artista que mudou a imagem e preparou um álbum inesquecível, o "ALTA TENSÃO". Portugal mais uma vez aderiu à energia de IRAN COSTA e dançou ao som de "VOCE VAI SER O MEU AMOR", "O VERAO JÁ COMEÇOU" e "BALANÇO DO TREM", que tornou-se um dos grandes êxitos do ano trazendo uma coreografia fácil e que foi rapidamente assimilada pelos portugueses. Neste album IRAN COSTA conta com a participaçao muito especial do grupo FEVERS, uma grande referencia da musica brasileira. Foi a internacionalização do artista que, desta forma preparava-se para voos mais altos. Para a surpresa de todos é também editada neste mesmo ano uma colectânea com os grande êxitos do artista. Uma aposta da antiga editora que, assim como os portugueses, eternizaram estes temas já consagrados pelos milhares de álbuns vendidos no país. Mais um trofeu para o artista que viu dois álbuns à venda no mercado no mesmo ano. Foi o reconhecimento do responsável pela revolução da música em Portugal. Ao entrar na fase de produção do novo álbum no início do novo milénio, IRAN COSTA preocupou-se em preparar um disco que não fugisse à regra. Em seu próprio estúdio procurou utilizar sons ainda mais modernos, com novas batidas e loops, sem fugir ao seu estilo tradicional: a dance-music. Assim, nasceu o "RITMO DO SOL". Um álbum maduro, com sons latinos e letras mais românticas, mas sem fugir à malícia que lhe é característica. Um álbum quente e sensual que invadiu às praias e discotecas de todo o país. "10"! O álbum DEZ de IRAN COSTA. Dez anos de carreira, décimo álbum lançado e editado em Portugal, mais de um milhão de cópias vendidas, quase dez discos de platina. É a consagração de uma carreira vitoriosa. Com a sua manga, IRAN COSTA encheu o nosso paladar com o sabor doce e descontraído deste álbum, considerado pela imprensa um trofeu, por estes dez anos de trabalho, tendo assim o justo reconhecimento por uma carreira de sucesso fora do seu país. O álbum "10", traz dez temas, na sua maioria originais que sacudiram ainda mais o verão português. IRAN COSTA, o artista de dez mil facetas, promete ainda mais com a criação da Bicho Produções, Lda. IRAN COSTA "SÓ PARA MIÚDOS" é o álbum que marca uma nova fase na carreira do artista que retorna à editora discográfica VIDISCO. Recheado de canções mais alegres e divertidas este novo trabalho produzido por IRAN COSTA, tem uma linguagem simples e directa indo de encontro às crianças que representam uma grande parte do seu público. Para além dos originais "O Lobo Mau", "Amigo Locutor" e "A Festa do Bicho", IRAN COSTA recria dois grandes êxitos da música portuguesa: "Sobe Sobe, Balão Sobe" e "Era um Passarinho" voltando assim a conquistar o público na voz inconfundível deste artista brasileiro. Finalmente, o "SHOW" de IRAN COSTA. Os grandes sucessos da sua carreira reunidos em um Cd especial que conta um pouco da história do artista. Os fãs de IRAN COSTA podem relembrar grandes sucessos como, "O BICHO", "PIMPOLHO", "BALANÇO DO TREM", entre outros. O álbum traz, para além do novo êxito "ÉGUA POCOTÓ", uma faixa interactiva e uma grande novidade: Todas as músicas do Cd disponíveis em toques para telemóveis.
Pólo Norte é uma banda musical portuguesa de estilo pop/rock que surgiu em 1991, sucedendo à banda Honoris Causae. Da sua formação original resta apenas Miguel Gameiro, também o autor da maioria das canções. O grupo é constituído (2006) pelos seguintes elementos: Miguel Gameiro (voz), Tó Almeida (guitarra), Marco Vieira (baixo), João Gomes (teclado) e Luís Varatojo (baterista). A banda foi fundada em 1991 na região de Belas, concelho de Sintra, sucedendo
à banda Honoris Causae.Em 1995, a banda publicou o seu primeiro disco intitulado Expedição, da qual fazem parte os primeiros sucessos da banda como Lisboa.Em 1996, a banda publicou o disco Aprender a Ser Feliz, um dos títulos mais populares da banda. Em 1999 gravou o terceiro álbum de originais com o título Longe e em 2000, publicaram um disco ao vivo com todos os sucessos da banda. Em 2002, o grupo lançou o álbum Jogo da Vida que inclui uma canção dedicada aos Açores ("Ilha dos Amores").Em 2005 publicou o álbum Deixa o Mundo Girar, considerado por muitos críticos
como o melhor da banda e com uma carga mais rock que pop, com músicas mais pesadas e não tão calmas como o repertório anterior. Deste álbum foram extraídos três singles: o título homónimo, Deixa o Mundo Girar (canção), A Dança e Pele (canção) todos com grande sucesso, tendo feito parte de bandas sonoras de várias telenovelas portuguesas, como Mundo Meu, o título Deixa o Mundo Girar (canção) e Fala-me de Amor, o tema A Dança.
Paulo Gonzo, de 50 anos, começou a sua carreira em 1975 como co-fundador, compositor e vocalista da Go Graal Blues Band. Em 1984 enceta uma carreira a solo e o seu primeiro single, "So do I", editado no ano seguinte, transforma-se num êxito. Em 1986 edita o maxi-single "Somewhere in the Night", que precedeu a edição do álbum de estreia, "My Desire", onde
interpreta versões de temas de Charlie Midnight, Dan Hartman, Daniel Lavoie e Jimmy Scott e Otis Redding. Em 1992 edita o seu primeiro álbum totalmente cantado em português, "Pedras da Calçada", com produção de Luís Oliveira, e entre outros temas, saltam para as rádios as canções "Pedras da Calçada", "Certos Caprichos da Lua" e "Jardins Proibidos". Em 1995 edita o álbum "Fora d`Horas", com produção de Frank Darcel, onde canta letras de Pedro Abrunhosa, Rui Reininho e Pedro Malaquias e recebe o Prémio Blitz para a Melhor voz masculina. Em 1997, Paulo Gonzo lança a compilação "Dei-te quase tudo", que recebeu seis discos de platina por vendas superiores a 100.000 cópias.
Em 1998 saiu o álbum "Suspeito" com produçaõ de Frank Darcel e a participação especial de James Cotton (ex-trompetista de Miles Davis). "Suspeito" confirma as parcerias de Gonzo com os letristas Pedro Malaquias e Rui Reininho. O disco atinge o galardão de Platina. "Ao Vivo Unplugged", gravado ao vivo nos Estúdios Valentim de Carvalho, é editado em 1999.
Como convidados surgem o pianista Bernardo Sassetti, Rui Reininho, Tim e Zé Pedro. Em 2001 é editado o CD "Mau Feitio", que conta com as participações de Tito Paris e das African Voices. Em Julho de 2003 reeditou o disco "Ao Vivo Unplugged" com a inclusão de um DVD. Desde então tem participado em vários concertos e digressões nacionais.
Como os portugueses sabem, Marco Paulo chama-se João Simão e é o terceiro dos quatro filhos da família Silva. Nasceu em Mourão, terra natal da mãe, de onde saiu cedo devido à profissão do pai, fiscal de finanças, que 'obrigou' a família a uma itinerância durante alguns anos, até se fixarem definitivamente no Barreiro.
Depois de curtas passagens por Alcabideche, Arcos de Valdevez e Celorico de Basto, foi em Alenquer a sua maior permanência: 12 anos. Foi lá que iniciou a escola primária, mas o prazer de cantar começou mais cedo: aos seis anos já trauteava as canções da rádio e quem o ouvia costumava oferecer-lhe bolos e rebuçados.
No entanto, foi em Alenquer que se apaixonou pela música. Começou por cantar nas festas da escola, para lhe ganhar o gosto nas festas dos Santos Populares. Ciente de que a vocação artística não agradava ao pai, que o queria à força ver funcionário público, fugia de casa à noite para ir cantar à roda das fogueiras. Fascinado pelas cantigas de Maria de Fátima Bravo, Maria José Valério, Tristão de Silva e Amália, sempre Amália, Joselito viria a ser o primeiro ídolo do cantor. Apenas com 10 anos, deu o primeiro espectáculo: desafiaram-no para cantar num casamento e até hoje orgulha-se de ter sido a alegria daquela festa.
Seguiram-se muitas outras actuações em festas da terra em que as pessoas, encantadas com a voz do pequeno João Simão, mandavam guloseimas para o palco. Com 15 anos ganhou o seu primeiro cachet: 50 escudos e um garrafão de vinho! Para ajudar os parcos recursos familiares, Marco Paulo começou a trabalhar cedo: o seu primeiro emprego foi numa loja de fazendas, depois numa farmácia de um amigo do pai, uma experiência traumatizante, não só porque tinha de se levantar às seis da manhã, mas sobretudo porque
passava o dia a lavar frascos numa banheira. A seguir conseguiu arranjar emprego no escritório duma fábrica no Carregado e, já no Barreiro, foi trabalhar para o escritório de uma fábrica de plásticos, enquanto estudava à noite na Escola Alfredo da Silva. A transferência do pai para o Barreiro acabou por ajudar a definir a
vida artística do filho. Pouco tempo depois, já cantava nas colectividades de recreio, assim como nos bailaricos e festas locais. Consciente da sua indiscutível qualidade vocal mas também da necessidade de apurar a técnica, decidiu ter aulas de canto com Corina Freire, uma das melhores professoras do seu tempo. Foi lá que conheceu Cidália Meireles que não hesitou em convidá-lo para o seu programa de música portuguesa na RTP. O sucesso foi tal que pouco tempo depois voltava novamente à televisão. Atento ao surgimento de
novos talentos, Mário Martins, um dos mais carismáticos produtores da Valentim de Carvalho, desafia-o a gravar um disco. Já lá vão 40 anos! De então para cá, Marco Paulo nunca mais parou de surpreender. Participou em três Festivais RTP da Canção, e embora nunca tenha vencido nenhum, foram momentos muito emocionantes. E não esquece o dueto "Tu Só Tu Anouschka", que gravou com Simone de Oliveira quando a artista estava no auge da sua carreira.
Na tropa calhou-lhe a Guiné, um dos piores destinos da guerra do Ultramar, mas nem os dois anos de afastamento forçado dos discos e das canções, lhe esmoreceram a esperança de chegar onde queria. Quando regressou a Lisboa e Mário Martins lhe apresentou "Eu Tenho Dois Amores", nunca imaginou que aquela cantiga, que não queria cantar, viesse a ser um dos maiores sucessos da sua carreira, e ainda hoje continua a ser a preferida do público.
Para Marco Paulo, canções como "Maravilhoso Coração, Maravilhoso", "Amor Eterno" e, mais recentemente, "Nossa Senhora", têm muito mais a ver consigo, mas hoje reconhece que "Dois Amores" foi o estoiro que precisava.
Depois de 30 anos de ligação à EMI Valentim de Carvalho e a Mário Martins, o artista opta pela Zona Música e por Ramon Galarza, o seu novo produtor, com quem confessa ter uma excelente relação profissional e de amizade. Sobre a nova editora, Marco Paulo sublinha a juventude e o empenho da equipa com quem, aliás, manifesta vontade de continuar a trabalhar nos próximos anos. Porque, como gosta de dizer, vai cantar até sentir que tem capacidades físicas, mentais e vocais para
o poder fazer. Quando deixar de ter, com a mesma dignidade com que entrou, espera sair... E como diz dele Herman José, Marco Paulo ficará para a história da música ligeira nacional, como um caso a estudar. Detentor de uma voz e afinação raras, o cantor é, na opinião do humorista, a maior estrela "pop" da música portuguesa do seu tempo.
Luís Filipe Reis iniciou a sua carreira, como cantor profissional, em França, país que o acolheu há já duas décadas e lhe proporcionou a oportunidade de realizar o seu sonho: gravar um disco. Consciente das suas capacidades, o jovem cantor, que até aí apenas conhecia os palcos de pequenas salas de Portugal, arrisca mostrar as suas canções e finalmente alguém acredita no seu talento, levando-o a gravar o seu primeiro disco “Olé do Cigano”, no Canadá, este valendo-lhe um disco de prata. A partir deste momento proliferam os contactos e convites no sentido de realizar espectáculos por toda a Europa, Estados Unidos,
Canadá, África do Sul e ainda Austrália. As portas estavam abertas e o cantor vê reconhecido aquilo em que acreditava: a sua capacidade vocal e a vontade de atenuar as saudades a tantos emigrantes portugueses espalhados pelo mundo, levando-lhes a música cantada na língua de Camões. Ao longo da sua carreira como profissional, o artista já conta com 18 álbuns entre eles “Obrigado Portugueses”, “Bate Coração”, “Três Meses de Amor”, “Corpo a Corpo”, “Telefone
do Amor”, “Esquece o meu Nome”, “O que é Meu é Meu”, “Paixão e Sentimento”, “Clássico” e o mais recente “À Portuguesa”. Destes grandes temas resultam quatro discos de platina, sete de ouro, um de prata, diversos LP’s, singles, CD’s, vários vídeo clip’s que ilustram os seus temas de maior sucesso e por último a sua maior revelação: um DVD gravado ao vivo por ocasião do concerto levado a cabo no Coliseu de Lisboa em Fevereiro de 2005. Entre as diversas conquistas, destacam-se os convites para realizar dois concertos na ilustre sala de Paris, Olympia, nos anos 2000 e 2002. Um dos pontos altos da sua carreira artística tratou-se da nomeação para melhor canção nacional, do ano de 2002, nos Globos de Ouro da SIC. Foi
de bom grado que acolheu essa nomeação considerando-a tratar-se de uma mais-valia e um reconhecimento para a música ligeira popular portuguesa. Comprovando a sua capacidade de trabalho e a procura incessante de novos desafios, Luís Filipe Reis revela-se um artista polifacetado: canta, compõe, escreve os seus temas, coordena, produz e nunca se afasta das suas metas. Artista atento, rigoroso e de uma exigência implacável, considera que o seu público merece o melhor “Os meus fãs permitiram que eu realizasse o meu sonho e por esse motivo, nunca me esqueço do que ficou para trás. Atingi um nível deveras exigente e é
minha obrigação contemplar o meu público com um trabalho sério e de qualidade!”. Definindo-se na música ligeira/popular, o disco “Luís Filipe Reis – Clássico” dá mostras da versatilidade como cantor, em que apresenta três vertentes: um estilo mais Clássico, Fado e Música Ligeira. Este álbum, de cariz intemporal, é algo que permanecerá como uma referência do Cantor. É um disco que, devido às suas características invulgares comparativamente com anteriores lançamentos do artista, conseguiu alcançar outra faixa de público, talvez menos voltado para a música ligeira/popular. De uma qualidade refinada, à qual Luís Filipe Reis já nos habituou, gravado com todos os instrumentos ao vivo, esta produção
cumpriu a missão de comprovar o alcance da qualidade a que o artista se dedica, em todos os seus projectos, quer seja em palco, estúdio, na rádio, na TV, em entrevistas a revistas e jornais ou, simplesmente, na sua forma de estar: discreto, exigente, elegante, humilde e sempre bem disposto! O seu trabalho discográfico mais recente “À Portuguesa”, irá certamente encantar e fazer sucesso com toda a alegria e vivacidade que transmite. Com temas fortes e cheios de ritmo, comprova mais uma vez, a qualidade, bem ao estilo do cantor. “À Portuguesa” é um disco repleto de entusiasmo que nos transporta para ambientes latinos, composto de um estilo vivo, alegre e animado, características sempre presentes na música popular de Luís Filipe Reis. Passando pela fé, pela paixão e até pelo futebol, é um álbum cujas
canções farão as delícias dos seus fãs, animando as festas de verão e os espectáculos quer em Portugal, quer junto das comunidades portuguesas no estrangeiro. Relativamente a espectáculos de maior envergadura, realizar-se-á em Fevereiro de 2007 o concerto no Coliseu do Porto, com o intuito de contemplar novamente o público com o seu o ritmo, voz e presença em palco, prevendo-se mais uma vez a produção de grandiosos momentos! A inspiração para escrever os inúmeros temas de sucesso, surge-lhe de uma forma espontânea: é nato, é algo que não se descreve. Através da sua música, exprime sentimentos de angústia ou felicidade, fala-nos de amor, do quotidiano, das coisas que nos rodeiam entrando nas nossas vidas de um modo simples mas encantador. Enfim, um “trovador de canções de amor e de amigo” dos tempos que correm! Quanto
ao seu percurso o cantor refere: “Gosto de ver reconhecer o meu trabalho e para tal, exigência, rigor e empenho são o ponto fulcral do patamar que atingi. Neste momento é-me legítimo afirmar que possuo uma carreira estável e saudável. Ser cantor não passa meramente por ter a sorte de possuir um timbre de voz agradável, antes de mais é necessário a existência de um trabalho de bastidores, que o público não vê mas torna possível o sucesso do artista. Refiro-me à produção de ideias e imagem, acompanhamento e organização de espectáculos, no marketing, na promoção, na procura e aposta em novos desafios. Trabalho com uma equipa mas a estrutura da máquina do espectáculo a que me refiro tem um nome: Luís Filipe Reis!” Quanto à sua personalidade, é um cantor discreto e humilde, persistente
e ambicioso no que refere aos seus objectivos, homem de fé cujo valor que mais preza é a honestidade. Relativamente ao seu sucesso, o artista afirma: “Para mim, sinónimo de sucesso não são as grandes conquistas alcançadas. É, acima de tudo, a capacidade de me congratular com o carinho e apoio manifestado pelo meu público e a motivação para apostar em novos projectos. A carreira de um artista não tem metas atingidas ou patamares estagnados. É necessário conduzir o nosso trabalho no sentido de acompanhar as exigências do público, por isso o termo “Vedeta” não faz parte do meu léxico! As conquistas da minha carreira nunca as encaro como um fim em si mesmas: uma meta alcançada provoca sempre o início de um novo desafio!”
Na sua vida pessoal, consciente das implicações a longo prazo de uma vida repleta de uma agitação, entre aviões e hotéis, o artista não menospreza o seu corpo: pratica desporto regularmente e sempre que pode, opta por uma alimentação saudável (nunca desprezando uma boa ementa portuguesa…). Cuida ele próprio da sua imagem, frequentando gabinetes de estética e gosta de vestir bem, fazendo jus ao facto de residir na capital da moda - Paris. Quando lhe é possível e para aliviar o stress, foge para fora da Europa tentando abstrair-se de tudo e descansar por alguns dias.
Fernanda de Sousa (Lisboa, 11 de Novembro de 1959), de seu nome artístico Ágata, é uma cantora portuguesa. Aos 14 anos gravou aquele que foi o seu primeiro trabalho discográfico intitulado "Heróis Trabalhadores", e entrou nesse ano no Centro de Preparação de Artistas da Emissora Nacional, onde frequentou o curso de música e arte. Foi em 1974 que gravou aquele que viria a ser o seu segundo disco "Já não estou sozinha", permitindo-lhe percorrer o país ao lado de grandes nomes da canção portuguesa, como António Calvário, Tony de Matos, Maria de Lurdes Resende, Fernando Farinha, entre muitos outros. Conjuntamente com Tozé Brito, ainda emprestou a sua voz ao tema da série de televisão infantil "Abelha Maia".
Em 1979 gravou o tema "Caso Meu" da telenovela brasileira "Dona Xepa" e interpretou em dueto com Art Sullivan o tema "L'amour a la Française". Tinha apenas 17 anos quando integrou a formação das "Cocktail" gravando vários discos. Participou no Festival RTP da Canção em 1982, com o tema "Vai mas Vem" que lhe valeu o Prémio de Revelação do Ano.Fez espectáculos de Verão com as Doce, onde permaneceu até à extinção do grupo.
Em 1986 é editado o single "Quentinha e boa", e cerca de um ano depois "Amor Latino", seguindo-se "Louca por ti" dirigido por Toy. Mudou então, em seguida, de nome artístico para Ágata. Nesse ano, verificou-se também a mudança de editora e, com a colaboração de Ricardo Landum, gravou aquele que seria o seu primeiro álbum como Ágata – “Perfume de Mulher” - de 1994. Atingiu o seu primeiro disco de platina. Um êxito que se manteve por 52 semanas no Top do Made In Portugal.
Em 1995 seguiram-se mais alguns sucessos como “Maldito Amor”, “Tudo foi por ciúme”, “Mãe Solteira”, “Foi Contigo” e “Desgostos de Amor”. É esse mesmo ano de 1995 que marcou uma nova etapa na vida de Ágata, uma faceta mais romântica e harmoniosa, com a edição de “Escrito no Céu”, onde se destacam os temas “Comunhão de Bens”, “Não mereço tanta dor” e “Quando as luzes se apagarem”.Em 1998 iniciou-se um novo capítulo na história e carreira de Ágata, com o nascimento do seu 2º filho – Francisco, a quem dedicou uma música no álbum que nesse ano edita - “De hoje em diante”.
Em 2000, “Sozinha”, um tema composto por Ricardo Landum, deu nome a um novo trabalho, cujas letras são bastante actuais, que nos falam de relações acabadas, desilusões e mágoas amorosas, mas que não fogem do estilo musical desta cantora, que prima pela sensibilidade. Numa retrospectiva da sua carreira, surgiu nos escaparates musicais em 2001 o álbum “20 anos”, uma compilação com os temas que fizeram sucesso na voz de Ágata, mas onde se pode igualmente conhecer 4 temas inéditos.
Em 2002 é editado “Viver a dois”, a expressão de empenhamento, a recriação de momentos que ao longo de 13 temas transitam sem complexos, entre as emoções contraditórias da alegria, tristeza, saudade, sonho e vontade.Em 2004 apresenta um trabalho surpreendente. Um álbum duplo, com a particularidade de cada cd ser gravado e produzido em estúdios diferentes.Com a entrada de 2005 surge um novo trabalho, intitulado de “Abençoada”, seguindo-se "Sentimentos" em 2006.