Chansons pour 2007
Voici vos chanteurs pour cette année 2007 : Papas da lingua, Fernando Farinha, Sara Tavares, Tonicha, Dino Meira, Rui Veloso, Iran Costa, Polo Norte, Paulo Gonzo, Marco Paulo, Luis Filipe Reis, Ágata.
Voici vos chanteurs pour cette année 2007 : Papas da lingua, Fernando Farinha, Sara Tavares, Tonicha, Dino Meira, Rui Veloso, Iran Costa, Polo Norte, Paulo Gonzo, Marco Paulo, Luis Filipe Reis, Ágata.
Papas da Língua é uma banda de rock brasileira. Foi idealizada em 1993, no Rio Grande do Sul, pelo músico Léo Henkin, guitarrista e compositor, que uniu velhos conhecidos para levar o projeto adiante: Serginho Moah (vocais), Zé Natálio (baixo), Fernando Pezão (bateria) e Cau Netto (teclados). Já realizou mais de mil shows, somando mais de 150 mil discos vendidos. O último trabalho da banda, Papas da Língua – Ao Vivo, foi lançado em DVD e deu ao grupo o disco de ouro.
Fernando Farinha (Barreiro, 20 de Dezembro de 1928 [oficialmente 5 de Maio de 1929] - 12 de Fevereiro de 1988), foi um cantor português de fado,que ficou conhecido como o Miúdo da Bica.
Fernando Tavares Farinha, ainda criança veio residir para Lisboa com os pais, – os tempos eram difíceis e o seu pai, barbeiro deprofissão decide tentar a sorte na capital, para uma recatada casa no bairro da Bica, onde viveu mesmo quando o sucesso fez dele uma estrela nacional.
Aos 7 anos já cantava e entrou em vários concursos infantis, teve tanto êxito que passou a ser chamado de “Miúdo da Bica”, por esta altura foi convidado para mascote da Marcha da Bica 1935. Em 1940, grava o seu primeiro disco EP com quatro temas: Descrença, Meu Destino, Tem Juízo Rapaz e Sempre Linda.
Em 1942, estreia como atracção no Teatro na revista“Boa Vai Ela”, em que também entrava Hermínia Silva, maistarde nos anos sessenta ainda é atracção na revista “Sal e Pimenta”
Em 1951, tem a sua primeira deslocação ao estrangeiro indo ao Brasil onde teve grande aceitação.
Em 1955, comemora as suas “Bodas de Prata” de carreira artística no Coliseu dos Recreios em Lisboa e é premiado com a Guitarra de Prata.
Em 1957, a Rádio Peninsular atribui-lhe o galardão de a “Voz mais portuguesa de Portugal”
Ente finais dos anos 60 em diante faz digressões artísticas por todo o mundos, Bélgica, França, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Argentina e E.U.A.
Fernando Farinha faleceu no dia 12 de Fevereiro de 1988.
Sara ganhou a final da 1ª edição (1993/1994) do concurso Chuva de Estrelas da SIC onde interpretou um tema de Whitney Houston. Foi convidada por Rosa Lobato de Faria para participar no Festival RTP da Canção de 1994 com a canção "Chamar a Música". A canção receberia o máximo de pontuação de todos os jurados, ganhando assim um lugar no FestivalEurovisão da Canção de 1994, onde alcançou a 8ª posição. Em 1996 editou o seu primeiro disco que contou com a colaboração do coro Shout. Em 1997 grava a música "Longe Do Mundo" (uma adaptação de "God Help The Outcasts, de Heidi Mollenhauer), para o filme da Disney, O Corcunda De Notre-Dame, que viria a merecer uma menção honrosa da Disney como a melhor versão, sem contar com a inglesa, da canção. Na Expo'98, Sara Tavares participou no espectáculo de tributo a Gershwin, ao lado da Rias Big Band Berlin. Colaborou entretanto no grande sucesso da banda Ala dos Namorados, "Solta-se o Beijo" . Em 1999 editou o álbum "Mi Ma Bô", um disco mais maduro e com mais ligação às suas raízes. O álbum "Balancê", uma edição da World Connection, foi editado em Novembro de 2005, tendo sido considerado um dos melhores álbuns do ano por parte da critica.
Antónia de Jesus Montes Tonicha nasceu em Beja no dia 8 de Março de 1946. Ao longo da sua carreira, gravou canções de intervenção, temas de música ligeira e folclore. A artista interpretou autores como José Carlos Ary dos Santos, António Gedeão, José Cid ou Joaquim Pessoa. Começou na Sociedade de Cultura e Recreio Capricho. A música era uma paixão familiar: a sua prima Elizete Tonicher, irmã de Francisco Naia, era cantora e o resto da familia do lado do pai estavam ligados à música mas como amadores. Aos 16 anos vai passar férias para casa de familiares da zona do Barreiro. Com a irreverência da sua juventude decide procurar Corina Freire para ter aulas de canto. Participa no concurso de admissão à Emissora Nacional, onde mentiu dizendo que tinha 18 anos, tendo sido apurada. Iniciou a sua preparação artística com Nóbrega e Sousa tendo integrado os elencos de vários programas da estação. Depois estreia-se também na televisão. Assina com a editora RCA Victor. O disco de estreia, "Luar Para Esta Noite", é editado em 1964. Em 1966 obtém o primeiro Prémio no Festival da Canção da Figueira da Foz com "Boca de Amora". Participa também no filme "Sarilho de Fraldas", de Constantino Esteves, com Nicolau Breyner, António Calvário e Madalena Iglésias. Com "A Tua Canção Avózinha" ganha o 7º Festival da Canção da Figueira da Foz. No ano de 1967 recebeu o Microfone de Ouro do Rádio Clube Português e foi eleita "Mulher Portuguesa do Ano", pelo Clube das Donas de Casa. Vence ainda o Prémio de Imprensa do ano de 1967. Em 1968 fica em 2º no Festival RTP da Canção com "Fui Ter Com a Madrugada". O tema "Calendário" fica em 7º lugar. Grava um EP com temas de José Cid ("La Mansarde" e "Emporte-Moi Loin d'Ici"). Em 1969 é editado um novo EP, ainda com a colaboração de Cid, com os temas "Caminheiro, Donde Vens?", "Terra Sonhada", "Amanhã" e "Canção Para um Regresso". A ideia de Tonicha gravar folclore português partiu do seu marido, o etnólogo João Viegas. Ao "Vira do Malmequer", canção recolhida na zona de Santarém, seguiu-se "Resineiro" um tema gravado por indicação de José Afonso que o tinha gravado anteriormente. Estes dois discos, editados pela RCA Victor/Telectra, venderam mais de 80.000 cópias. Conhece Ary dos Santos através do compositor Nuno Nazareth Fernandes. Os dois serão os autores de "Menina do Alto da Serra" que venceu o Festival RTP da Canção de 1971. O tema fiica em 9º lugar no Festival da Eurovisão, em Dublin, o melhor resultado obtido até essa altura pelo nosso País. A cantora participa com sucesso em vários festivais internacionais. "Poema Pena" fica em 4º nas Olimpíadas da Canção de Atenas, na Grécia, onde Tonicha obteve o 2º prémio de interpretação e Augusto Algueró conseguiu o 1º prémio ex-aequo de orquestração. Fica também em 3º no Festival de Brasov (Roménia) e no Brasil, com "Manhã Clara", ganhou o Prémio da Crítica no VI Festival do Rio de Janeiro. Com "Rosa de Barro" venceu o 1º Prémio de Interpretação no Festival de Split (ex-Jugoslávia). Por iniciativa de José Niza participa, em 1972, no disco "Fala do Homem Nascido", uma opereta gravada para disco, com poemas de António Gedeão. Os cantores são Duarte Mendes, Carlos Mendes, Samuel e Tonicha. O seu primeiro LP é editado em 1972. Ainda nesse ano consegue o 5º lugar no I Festival da OTI com "Glória, Glória Aleluia" de José Cid. Foi ainda uma das presenças na 14ª edição da Taça da Europa de Cantares de Knokke conjuntamente com Paulo de Carvalho, Teresa Silva Carvalho e Thilo Krassman (director musical). Em 1972 grava versões portuguesas de canções de Patxi Andión.O tema "A Rapariga e o Poeta" fica em penúltimo lugar no Festival RTP da Canção de 1973.Após o 25 de Abril, Tonicha funda a editora Discófilo que duraria pouco tempo. Com João Perry grava "Parole, Parole", versão portuguesa de Ary dos Santos, e "Simplesmente Maria". São lançados os discos "Canções de Abril" (conjunto e coros) e "Cantaremos/Lutaremos" (conjunto e coros-2). Participa na revista "Uma no Cravo, outra na Ditadura", com textos do José Carlos Ary dos Santos e música do Fernando Tordo. É editado o single "Portugal Ressuscitado/Canção Combate" dos InClave com Tonicha e Fernando Tordo. A cantora grava ainda um single com os temas "Obrigado Soldadinho" e "Já chegou a Liberdade". Regressa ao folclore com uma nova série de discos dedicados às cantigas do nosso País. O álbum "Cantigas Populares" (Arnaldo Trindade e Ca/Orfeu), com arranjos e direcção musical de Jorge Palma, é editado em 1976. Muda de editora para a Polygram. Grava discos como o "O Menino", "Marcha da Mouraria" e "Tu És o Zé Que Fumas/Cana Verde". Participa no Festival RTP da Canção de 1978 com os temas "Canção da Amizade" (4º), "Pela Vida Fora" (9º), "Um Dia, Uma Flor" (8º) e "Quem Te Quer Bem, Meu Bem" (12º). Ainda em 1978 é editado o single "Zumba Na Caneca", um dos seus maiores sucessos populares. Em 1979 grava um single com os temas "Ao Gaiteiro Português" e "Sericotalho, Bacalhau. Azeite e Alho". Logo a seguir é editado "O Chico Pinguinhas". Grava o álbum "Ela por Ela", em 1980, com canções de Carlos Mendes e Joaquim Pessoa. Em 1987 foi editado o disco "Fátima, Altar do Mundo" constituído por temas religiosos. "Mulher" é o nome do disco que grava nos anos 90. Na Páscoa de 2003 participou num programa do Herman José onde interpretou a "Ave Maria" de Schubert. Em 2005, a Movieplay lançou a compilação "Antologia 1971-1977".
Dino Meira nasceu em Espinho no dia 11 de Setembro de 1945, abandonando muito cedo Portugal, ao partir com a família em direcção ao Brasil, e depois aos Estados Unidos, onde viveu até aos catorze anos. A música de Dino Meira encontrou maior procura no mercado Norte-Americano, entre os emigrantes radicados nesse país. O sucesso foi tal que Dino Meira chegou mesmo a apresentar um programa de televisão transmitido para a comunidade lusófona. Durante o Verão, eram constantes as viagens do cantor a Portugal, onde realizava concertos em festas populares e romarias um pouco por todo o país, e foi na década de 80, que conquistou um lugar no panorama musical nacional. Dino Meira sagrou-se no mercado discográfico com êxitos como "Negro Destino", "Zum Zum Zum" e "O Homem Vestido de Branco",
todos editados pela Polygram. Já para a Sony Music, o cantor lançou o álbum "Voltei, Voltei", no início do Verão de 1993. O êxito do registo confirmou-se no mês de Agosto, altura em que o artista recebeu o disco de ouro, resultado de um volume de vendas iguais ou superiores a 40 mil unidades. Foi também nesse ano que Dino Meira faleceu, no dia 11 de Novembro, vítima de um enfarte do miocárdio. O cantor preparava-se para partir em direcção ao Brasil, para uma digressão que considerava de grande importância, uma vez que iria funcionar como um teste do visual a utilizar na temporada seguinte de espectáculos. Com uma média de 150 concertos realizados anualmente e perto de vinte LP's gravados, Dino Meira morreu desiludido com o mundo em que vivia, pelo que disse numa das suas últimas entrevistas "o mundo está carente
de valores morais. Sinto muita pena". Os êxitos do artista hão-de circular por Portugal ainda por muito tempo, dado que o cantor foi um dos artistas mais afectados pelo chamado fenómeno da "cassete pirata", que se traduz na reprodução ilegal dos seus registos.
1957 - Nasce em Lisboa e aos três meses de idade muda-se com a família para o Porto. Aos seis anos inicia-se na harmónica, e aos quinze começa a tocar guitarra, influenciado pelos blues e por nomes como Eric Clapton, Bob Dylan, B. B. King e Muddy Watters. Forma a sua primeira banda a "Magara Blues Band", com Mano Zé no baixo e Manfred Minneman no piano. Actuam aos fins de semana em bares e em casa de amigos, cantando em inglês. 1976 - Ano em que conhece Carlos Tê que se tornará o autor das letras da maior parte das suas composições. 1979 - A sua mãe envia duas bobines com música de Rui Veloso e letras de Carlos Tê, em inglês, para a editora EMI - Valentim de Carvalho, que acolhe com entusiasmo as suas ideias, convidando-o a compôr. Rui Veloso vem a Lisboa com dois inéditos, "Bucólica" e "Chico Fininho", este último com música e letra de Carlos Tê. Em Novembro assina com a EMI - Valentim de Carvalho. 1980 - Em Abril, entra em estúdio. Forma a "Banda Sonora", composta por Zé Nabo no baixo e Ramon Galarza na bateria. Sai o seu primeiro álbum de originais: "Ar de Rock", um verdadeiro estrondo no meio musical português. Nascem êxitos como "Rapariguinha do Shopping", "Donzela Diesel", "Sei de Uma Camponesa" e "Chico Fininho". O single torna-se desde logo Disco de Platina. Ganha um Sete de Ouro com "Revelação do Ano" e outro pelo "Melhor Álbum do Ano". Além da sua consagração, tem também o privilégio de colaborar musicalmente nos concertos de nomes famosos como os Police e Steve Harley. 1981 - No verão, entra de novo em estúdio. Compõem "Rock dos Bons Malandros" para adaptação cinematográfica da Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal. 1982 - Ano marcante na sua vida, devido ao nascimento da filha Joana. Do álbum "Fora de Moda" tornam-se famosas músicas como "Balada da Fiandeira", "A Gente Não Lê" e "Sayago blues" . 1983 - Tempo para novo álbum de originais "Guardador de Margens" é apresentado ao vivo em Julho e editado em Novembro. É a consagração definitiva da dupla Rui Veloso / Carlos Tê. Novo Disco de Ouro na sua carreira e mais um Sete de Ouro pelo "Melhor Álbum do Ano". Neste álbum, surge uma nova banda, composta por Paleka na bateria, Manuel Paulo no piano, Náná Sousa Dias na flauta e sax, e Luís Moreira na trompete, sendo convidados para a gravação do álbum Quim M'Jojo na percussão e Manuel Faria no acordeão. Por encomenda do MASP e com letra de António Pedro Vasconcelos, grava o single "Rock da Liberdade" . Disco de Prata. 1984 - Participa no Festival Cascais Jazz. Em Maio é editado o quarto álbum de originais intitulado "Rui Veloso", demonstração absoluta da importância do Artista perante o público português : Disco de Prata à saída, com títulos como "Porto Côvo", "Porto Sentido" e "Cavaleiro Andante". De novo a consagração com o Sete de Ouro pelo "Melhor Álbum do Ano". 1987 - Disco de Platina para o álbum "Rui Veloso". Chega o ano dos grandes espectáculos ao vivo. Rui Veloso toca nos Coliseus de Lisboa e Porto, sendo editado o duplo "Rui Veloso Ao Vivo" em disco, cassete e compacto. Surge de novo a consagração com o Sete de Ouro pelo "Melhor Espectáculo ao Vivo". 1988 - " De novo RUI VELOSO ! A maior apoteose de sempre da música popular portuguesa!" (Expresso Nov. 88 ). "Rui Veloso Ao Vivo" torna-se Disco de Platina e permanece dezasseis semanas no TOP. Primeira grande torunée, patrocinada pela Longa Vida: uma sequência de 61 espectáculos que incluí as principais Capitais de Distrito. Graças às verbas do patrocínio é possível apresentar o espectáculo com as mesmas condições de produção em todos os locais do país. Dois Sete de Ouro, um pelo "Melhor Espectáculo ao Vivo" e outro pela "Melhor Tournée 1988" . A cidade do Porto oferece-lhe a Medalha de Mérito da Cidade - Grau Prata. 1989 - Ano de ponderação e criatividade. Rui Veloso dedica-se afincadamente à pré-produção do duplo álbum "Mingos & Os Samurais", projecto que engloba diversas correntes musicais que vão do twist aos blues com a marca pessoal da dupla Rui Veloso / Carlos Tê. 1990 - Na carreira de Rui Veloso, a concretização de um velho sonho : a sua actuação conjunta com o mundialmente consagrado REI dos BLUES B. B. KING, concertos esgotados nos dias 16 e 17 de Março, no Casino do Estoril e nos dias 18 e 19 de Março, no Coliseu do Porto. Forma uma nova banda para pôr de pé o "Mingos & Os Samurais". Carlos Tê baptiza-os de "Os Optimistas", composta por Mário Barreiros nas guitarras e direcção musical, Manuel Paulo no piano, sintetizador, acordeão e voz, Manuel Costa Reis na bateria e voz, Alexandre Manaia no Hammond, sintetizador, guitarra, percussão e voz, Hernâni Teixeira no baixo e Dalú nas percussões. Pela primeira vez toca no estrangeiro, no dia 1 de Abril em Toronto. Em Maio, inicía em Lisboa a Tournée "Mingos & Os Samurais", com o patrocínio do Jornal "O PRIMEIRO DE JANEIRO", esgotando o Campo Pequeno. Em Julho é editado o single "Não Há Estrelas No Céu", que tem entrada directa no TOP NACIONAL, sendo de imediato lugar obrigatório em todas as estações radiofónicas nacionais - Disco de Platina. A 7 de Agosto sai o álbum "Mingos & Os Samurais", Duplo álbum de Platina por encomendas. Neste momento já foi galardoado com 7 Discos de Platina, pulverizando todos os anteriores recordes de vendas de discos em Portugal. Em Outubro apresenta-se formalmente em Lisboa e Porto, onde realiza 6 concertos completamente esgotados, nos Coliseus de Lisboa e Porto, respectivamente. Em Dezembro esgota o Pavilhão de Cascais ( 12 Mil pessoas ), feito pela primeira vez conseguido por um Artista português. 1991 - Em Janeiro inicía-se a pré-produção do álbum o "Auto da Pimenta". Em Maio desloca-se a Monte Carlo ao "World Music Awards" onde recebe o Galardão "Best Selling Portuguese Artist". Neste mesmo mês reinicía a Tournée "Mingos & Os Samurais" patrocinada pelo "BANCO TOTTA & AÇORES". Em Julho apresenta-se na 1ª parte do Concerto de Paul Simon, no Estádio José Alvalade, onde toca para mais de 50.000 pessoas, num espectáculo memorável, reconhecido unanimemente pela crítica. Em Novembro apresenta-se em Bruxelas no Cirque Royal esgotando essa reconhecida sala da Capital Belga. É nesta data que lhe é manifestado pelos responsáveis da EMI - Belga a decisão de editarem o seu trabalho "Auto da Pimenta" na Bélgica. A 7 de Dezembro é lançado o álbum "Auto da Pimenta", galardoado Dupla Platina. 1992 - Em Abril deste ano Rui Veloso inícia a Tournée - "Auto da Pimenta", que tem o seu momento mais significativo em Sevilha, num concerto realizado durante a Expo 92. Nesse mesmo ano Rui Veloso desloca-se aos Estados Unidos, onde grava com Nuno Bettencourt (Extreme),o tema Maubere, a favor da causa Timorense. 1993 - Rui Veloso dá sobretudo concertos para comunidade portuguesa espalhada pela Europa, com especial incidência na Suíça ,Bélgica, Holanda, Luxemburgo e França, onde termina esta digressão com um concerto em Paris, na conhecida sala "La Cigale", com uma excelente reacção da crítica especializada. 1994 - Rui Veloso desenvolve uma Tournée acústica com uma formação reduzida, que inicía em Fevereiro no Festival de Brugges, na Bélgica. 1995 - É o ano da preparação e produção do seu próximo disco de originais, que decorre repartido por Lisboa e Londres. "Lado Lunar" é editado em Novembro, atingindo rapidamente os tops de vendas. 1996 - Em Janeiro, Rui Veloso começa a ensaiar o espectáculo que servirá de suporte à Tournée "Lado Lunar", que decorrerá em Portugal e no Estrangeiro. Em Março, Rui Veloso repete o encontro com B.B.King no palco do Coliseu dos Recreios de Lisboa. A experiência entretanto adquirida no 1º encontro, permite que Rui Veloso tenha uma prestação de grande nível, muito aclamada pelo público e pela crítica. Em Abril inícia a Tournée com concertos em Lisboa e Porto, que constituíram grandes êxitos de público com excelente reacção da crítica especializada. Neste mesmo mês "Lado Lunar" conquista o seu 1º disco de Platina. É ainda durante o ano de 1996 que Rui Veloso é convidado a integrar o grupo Rio Grande, juntamente com nomes sonantes do panorama musical português como Vitorino, Jorge Palma, Tim ( Xutos & Pontapés ) e um dos mentores do projecto João Gil ( Ala dos Namorados ). Rio Grande, o álbum, tendo sido editado a 4 de Dezembro de 1996, encontra-se muito perto de conquistar o 4º disco de platina, referente a vendas superiores a 160.000 cópias. 1997 - Rui Veloso desenvolve a segunda parte da tournée "Lado Lunar" e simultaneamente faz a tournée Rio Grande, sendo este um ano de estrada inesquecível, que tem como pontos altos os concertos no Festival do Sudoeste, Festas da Cidade de Lisboa e finalmente Coliseu de Lisboa, no final do ano. Este é o ano em que Rui Veloso toca pela 1ª vez no Brasil numa mini-tournée de quatro concertos nas cidades Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. Rui Veloso divide o palco com a artista brasileira Leila Pinheiro naquela que será, concerteza, uma das mais gratificantes experiências da sua carreira. O êxito artístico desta relação foi rapidamente reconhecido não só pelo público, mas também pela crítica especializada. 1997 é o ano em que pela primeira vez Rui Veloso compõe para uma artista estrangeira, neste caso, Luz Casal de Espanha. O tema composto por Rui Veloso será o primeiro single de promoção do álbum desta artista, a editar em 1998. 1998 - Neste ano que decorre Rui Veloso divide a sua actividade profissional pela produção de discos de outros artistas (Inocentes, Dany Silva) e pela execução ao vivo de alguns projectos especiais tais como o concerto com a Orquestra Chinesa de Macau na Expo 98 e os concertos com Vitorino, por ocasião do 10º Aniversário da Fundação Oriente, o seu concerto a solo na Expo 98 e, finalmente, o seu 3º e sempre inesquecível encontro com B.B.King em Junho, também na Expo 98. Em Novembro Rui Veloso lança "Avenidas", um disco que obteve a platina (40 mil unidades) em menos de uma semana. 1999 - Assinala o regresso de Rui Veloso à estrada com a tournée Avenidas e com uma nova banda. Neste mesmo ano Rui Veloso compõe o tema "Não me mintas", com letra de Carlos Tê, para o filme "Jaime" de António Pedro Vasconcelos. Conquista os Globos de Ouro para melhor artista e melhor música ("Todo o tempo do Mundo"), assim como o Troféu Nova Gente na mesma categoria. Assina a direcção musical da série de ficção da TVI "Todo o tempo do Mundo". 2000 - A 1ª Edição do Festival Gaia Blues atribui a Rui Veloso o Prémio Homenagem, àquele que consideram ser o "mais autêntico bluesman português". Durante o mês de Março é editado o disco de Maria León onde Rui Veloso dá voz a uma das composições em dueto com a cantorra no tema "Caminhando até ti". Este ano Rui Veloso comemora 20 anos de carreira. A tournée deste ano levá-lo-à até países como Cabo Verde (em Fevereiro) e Brasil (em Abril), para além dos muitos concertos já agendados para Portugal. A Edição dos Globos de Ouro de 99 nomeia-o de novo para as categorias de "Melhor Artista" e "Melhor Canção" com o tema "Não me mintas". O filme "Jaime" para o qual assinou a direcção musical ganha dois prémios no mais prestigiado Festival de Cinema Europeu - Cannes. Rui veloso conhece o músico Lulu Santos com quem divide o palco em Volta Redonda, no brasil, num espectáculo de comemoração dos 500 anos da descoberta do brasil, com 70 mil pessoas a assistir. Fecha o ano com um espectáculo que encheu o Pavilhão Atlântico, celebrando dessa forma, os seus 20 anos de carreira. 2001 - O álbum "O melhor de Rui Veloso - 20 anos depois" editado no final de 2000, mantém-se em 1º lugar do top de vendas. O festival Super Bock Super Rock convida-o para o espectáculo " come together - tributo aos Beatles" no Pavilhão Atlântico e repetido depois no Coliseu do Porto. O álbum "Ar de Rock" é reeditado. Ao mesmo tempo que continua a sua digressão, participa no projecto "Porto cantado" em dois espectáculos no Coliseu do Porto, a 12 e 13 de Outubro, integrado no Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura. 2002 - A digressão leva-o até ao Canadá em Junho onde actua em Toronto, na sala Trinity Bellwoods e em Angola em Setembro onde actua no histórico Teatro Karl Marx. Em Dezembro Rui Veloso apresenta-se pela 2ª vez na sua carreira, na sala do Grande Auditório do CCB, para dois espectáculos acústicos. A enorme procura de bilhetes duplica o número de espectáculos, passando assim para uma série de 4 concertos esgotados. 2003 - A produção feita em Dezembro no CCB viaja até ao Porto, iniciando o ano com a apresentação de dois espectáculos acústicos no Coliseu do Porto. O público aceitou o convite e esgotou a sala nos dois dias. O projecto "Cabeças no Ar", assinado por Carlos Tê, atinge a platina (40.000 unidades vendidas) e vai para a estrada em Abril. Rui Veloso, João Gil, Jorge Palma e Tim juntam-se de novo para uma digressão que percorre o país ao longo de 16 espectáculos e que termina em Dezembro desse ano. Na memória fica o tema "O primeiro beijo" como sendo o que mais êxito conheceu junto do público. Rui veloso é convidado para assinalar o 10 de Junho, em Paris. O espectáculo decorreu no estádio Pierre de Coubertain, com uma audiência de 10.000 pessoas. No mês seguinte viaja para Cabo Verde para um concerto. Troca ideias e compõe com os "Bent", banda britânica, no seu estúdio em Vale de Lobos, onde passa parte do seu tempo livre a compor e criar. Em Novembro Rui Veloso edita o seu 12º disco, "O concerto acústico ", um álbum duplo ao vivo que chega a tripla platina na 1º semana. O single "Nunca me esqueci de ti" dá a conhecer o disco, que em Novembro é editado em formato DVD, o primeiro na carreira do artista. 2004 - Inicia a sua digressão no final de Janeiro. No mês seguinte apresenta-se a solo no teatro S. Luiz, num momento único. Em Maio viaja até aos Açores, onde encerra o 1º ciclo de concertos intímos que decorreram no auditório municipal de Angra do Heroísmo ao longo de 8 meses, com um espectáculo acústico memorável. Neste mês é nomeado pelos globos de ouro para melhor intérprete individual e melhor canção com o tema "Nunca me esqueci de ti". É galardoado com o prémio para melhor intérprete individual. Sobe ao "Palco mundo" do festival Rock in Rio em lisboa (1º edição). A sua actuação conhece dois momentos distintos: abertura do festival ao lado do artista brasileiro Gilberto Gil, um momento mágico em que interpretam em dueto o tema "Imagine" e apresentação do espectáculo com a sua banda interpretando temas como "Todo o tempo do mundo" e "Nunca me esqueci de ti". Continua a sua digressão pelo país e a trabalhar em estúdio. 2005 - Celebra 25 anos de carreira. Os números são impressionantes: 25 discos de platina, mais de 1 milhão de discos vendidos. Para assinalar este ano tão especial realiza uma digressão nacional, que se estendeu ao Luxemburgo. Os concertos de estrada páram e dão lugar ao estúdio. Viaja para a Dinamarca e Londres para gravar o novo disco de originais. O muito aguardado álbum - “ A espuma das canções” sai no final do ano, em Novembro, e é bem recebido pelo público e pela crítica. 2006 - Será editado o seu primeiro Songbook produzido por Mafalda Magalhães e também uma biografia da autoria de Ana Mesquita. No seguimento destes eventos que assinalam a continuação da comemoração dos 25 anos, a RTP transmitirá um documentário original produzido por Ivan Dias, que atravessa a carreira do músico. À parte da digressão nacional, tem presença confirmada pela segunda vez na Edição do Festival Rock in Rio Lisboa 2006. Inicia a sua tournée "A espuma das canções" no dia 7 de Abril, no Olga Cadaval. 2007 - Em Janeiro é convidado a participar na III Gala da APCL e sobe ao palco com a amiga e cantora Luz Casal, sob direcção do maestro e tenor argentino José Cura. O Pavilhão Atlântico encheu. Ainda este mês reúne pontualmente com os companheiros de Rio Grande em dois concertos privados em Vilamoura. Em Fevereiro o realizador espanhol Carlos Saura convida Rui Veloso para ir a Madrid participar no seu novo filme "Fados", interpretando o tema "Transparente" ao lado de Mariza. Ainda em Fevereiro, dia 17, volta a subir ao palco do Pavilhão Atlântico para actuar no mediático evento "Megavisão" ao lado de grandes nomes da música portuguesa. Este ano, sim, prevê-se a edição do seu primeiro songbook da autoria de Mafalda Magalhães.