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Chansons pour 2006

Musiques portugaises : Année 2006Pour cette année 2006 nous vous avons présenté : Tony Carreira, Santamaria, Dan Inger, Pedro Abrunhosa, Nelo Silva, Monica Sintra, Carlos Mar, Rio Negro e Solimoes, PortugalRemix, Roberto Carlos, Rezadores Crew, Jorge Ferreira.

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Jorge Ferreira -Décembre2006- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Jorge Ferreira Nascido na Freguesia da Ajuda Bretanha, concelho de Ponta Delgada, Ilha de S.Miguel Açores, é o mais novo de seis filhos de Francisco Ferreira e Maria Rosa Ferreira. Desde muito novo demonstrou interesso pela música e inscreveu-se na Filarmónica local, ainda no tempo da instrução primária. Já tocava alegremente o trompete e harmónica quando é informado pelos pais que tinha de os acompanhar para os EUA deixando atrás cinco irmãos que só mais tarde viriam fazer companhia á família. A vida na América começa com algumas dificuldades. A escola, o ter de ajudar os pais e a necessidade de trabalhar na agricultura. Tempos difíceis costuma recordar, mas dentro dele a paixão pela música como que lhe dá incentivo para ultrapassar todas as dificuldades, até porque neste lado do Atlântico se tornava mais fácil arranjar maneira de aprender música. Começa por se integrar num agrupamento musical e em breve o seu nome circula por toda a parte. Eram os tempos dos serões dançantes nos clubes, salões de igrejas e arraiais. O menino da Bretanha cantava Inglês e português, e aos poucos a sua vóz ganhava tempo e espaço nos serões de milhares de portugueses neste lado do Atlântico. Mas o destino estava e uma das primeiras editoras discográficas portuguesas em Fall River contacta-o para fazer três gravações em português. Na altura assina um compromisso que dura três anos e estava aberto o caminho para novas fronteiras... Uma nova estrela tinha nascido. Hoje o nome Jorge Ferreira é conhecido em todo Mundo de expressão portuguesa. Solicitado pelos grandes empresários, comparece nas maiores plateias do Mundo e é reconhecido como um dos mais queridos artistas portugueses da actualidade e aquele que mais saudades deixa por onde quer que passa. Jorge Ferreira tem anos de percorrer de 16 a 20 paises, o que se traduz em meio ano fora do país onde vive e por vezes convidado por autoridades americanas a cantar o hino nacional português nos campeonatos mundiais de futebol, normalmente quando a selecção portuguesa joga nos EUA. Hoje conhecido em Portugal como um dos maiores artistas e compositores da música ligeira e popular portuguesa, com mais de quatro milhões de discos vendidos.... Caso raro na imigração e não só. A actividade de Jorge Ferreira não se restringe aos espectáculos. O tempo que lhe resta dedica-o ao seu estúdio de gravação equipado com a electrónica mais sofisticada do momento que lhe permite fazer as suas próprias gravações bem como as de outros artistas locais e de outros países. No seu brilhante reportório conta hoje com cerca de 40 discos gravados, destacando-se 24 premiados de disco de ouro, 14 platina, cerca de 600 canções da sua autoria e gravadas por si, assim como também dezenas de canções que fez para nomes como, Jose Ribeiro, Luis Manuel, Luis Filipe Reis, Tony Carreira e muitos outros locais e de outros países. Assim dando também aos mesmos oportunidades nos seus espectáculos onde começaram suas carreiras. Já foi nomeado o homem do ano da cidade de Fall River, galardoado na Atlantic City como embaixador da música portuguesa, estimando-se em centenas de artistas e grupos musicais de língua portuguesa que cantam e gravam as suas canções. Destas destaque para, Viva Fall River, Mãe, Mãe Já Partiste, Os Olhos Da Minha Mãe, Carro Preto, Carro Branco, Caminhos Da Califórnia, Era Pouco e Acabou-se, A Chupeta, Como Este Mundo Mudou, Papai, Açoreano De Raíz, Um Velhinho Caminhava, Não Há Gente Como a Gente, A Portuguesa É a Mais Linda, Nos Arraiais, Etc...Casado com Yvonne Ferreira, tem duas filhas e um filho, Alison, Elizabeth e Jordan, todos eles com inclinação para a música, pelo que não seria de admirar se um dia os virmos todos juntos num grande espectáculo para os portugueses espalhados pelo Mundo.Muito mais haveria a dizer deste artista português que um dia deixou a "sua" Bretanha para levar um pouco da nossa cultura através da sua música aos cantos mais distantes da terra. A sua maneira própria de estar na vida, a sua honestidade e sinceridade fazem dele uma personalidade respeitada e querida por todos. Para mim, foi um prazer falar dele, mas o curto espaço que lhe dedico não chega para enaltecer as suas qualidades, o seu real valor. Resta esperar por outra oportunidade, outro espaço e ao mesmo tempo ficar esperançado que a sua presença continue a ser requerida por tudo e todos na certeza de que através dessa sua presença estaremos todos alegremente representados.

Rezadores Crew -Novembre2006- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Rezadores crew C'est le 12 Novembre 2005 que Cristovão et Kailman ont créé REZADORES, un groupe de rap rassemblant des portugais et luso-descent(e)s de France et Suisse : Les mc's sont : Cristovao, Kailman, Shadez, Babu, Mad V, Maika, Santinho. Les membres du staff sont : Dodie-Lusitana et PrinceSs Justina. REZADORES défend les valeurs du Portugal dans ses musiques et veut faire avancer le hip-hop, qu'il soit tuga ou français, dans la bonne direction et dans les meilleures conditions. Le nom REZADORES vient de la croyance dans le hip-hop mais aussi la croyance envers Dieu, car nous pensons que pour avancer dans la vie il faut croire et toujours garder de l’espoir ! REZADORES participe à différents projets : net tape, mix-tape, featuring etc. Nous débutons et nous espérons nous faire connaître dans le hip-hop franco-portugais.

Roberto Carlos -Octobre2006- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Roberto carlos No outono de 1941, no dia 19 de abril, nascia em Cachoeiro de Itapemirim, pequena cidade no interior do Espírito Santo, o quarto filho do Sr. Robertino Braga e Dona Laura Moreira Braga. Naquele dia, Norma, Lauro e Carlos Alberto ganhavam mais um irmão, o caçula Roberto Carlos. ‘Seu’ Robertino era o relojoeiro da pacata cidade e Dona Laura, costureira . A família Braga morava no bairro do Recanto, numa casa modesta no alto de uma ladeira. "Zunga" foi o apelido que Roberto recebeu ainda na infância. Era uma criança normal e alegre, que adorava descer de bicicleta a ladeira perto de sua casa, empinar pipa e jogar futebol. Acompanhado dos amigos, costumava banhar-se nas águas do Rio Itapemirim, onde, com o pai e os irmãos mais velhos, aprendeu a pescar. Com seis anos, Roberto foi matriculado no colégio de freiras Jesus Cristo Rei. Tempos depois, na Jovem Guarda, sua segunda professora do Cristo Rei, Irmã Fausta, lhe daria o medalhão que até hoje não tira do pescoço. Roberto Carlos era uma criança calma e sonhadora, que passava horas ouvindo rádio, demonstrando muito interesse em música, aprendendo violão e piano -- a princípio com sua mãe e, depois, no Conservatório Musical de Cachoeiro. Roberto Carlos gostava de cinema e era freqüentador assíduo das matinês de domingo, divertia-se com as comédias e filmes de aventura e emocionava-se com os romances. Sua verdadeira paixão, no entanto, era a música. Seu primeiro ídolo era Bob Nelson, um artista brasileiro que vestia-se de caubói, cantava músicas "country" em português. Roberto gostava de cantar suas músicas. Roberto tinha apenas nove anos quando, sua mãe, dona Laura, lhe sugeriu cantar na Rádio Cachoeiro de Itapemirim, prefixo ZYL-9, no programa matinal infantil de Jair Teixeira, apresentando naquele dia por Marques da Silva. Na primeira vez em que se apresentou, cantou o bolero "Amor y más amor", sucesso na voz de Fernando Borel. "Nunca fiquei tão nervoso na minha vida. As pernas tremiam. Eu pensava que isso fosse só uma força de expressão, porque até então não tinha sentido isso. Que coisa impressionante!" relembraria, anos depois. Roberto continuou comparecendo ao auditório da rádio todos os domingos. Dona Laura arrumava o filho com roupas feitas por ela mesma. Roberto Carlos cantava e impressionava a todos com sua afinação e talento natural para a música. Assim, ainda na infância, a paixão pela música já estava em seu coração. Seus pais gostariam que ele fosse médico, mas em nenhum momento deixaram de incentivar a vocação do filho. Roberto havia escolhido a música. Nesse período de vida, o início da adolescência, qualquer menino do interior sonha em voar alto, conhecer o mundo, tentar a vida na cidade grande. Em janeiro de 1955, Roberto Carlos foi passar férias em Niterói na casa de sua tia Jovina, a Dindinha, com a intenção de se apresentar em alguns programas de rádio que davam oportunidade para novos cantores. Durante esta época, decidiu, com a aprovação de seus pais, continuar morando na rua São José, no bairro Fonseca, em Niterói, sendo matriculado no Colégio Brasil. Um ano depois, sua família se mudou para o Rio de Janeiro, estabelecendo-se no bairro de Lins de Vasconcellos. Aos 15 anos, Roberto já tinha alguma noção de música por causa das aulas de piano e teoria musical que recebera em Cachoeiro de Itapemirim. Nos programas que freqüentava, gostava de cantar o repertório de Tito Madi e Dolores Duran, como todos os grandes sucessos da época. Nesta mesma época, um verdadeiro sucesso surgiu nas lojas de discos de todo o mundo: o compacto contendo "Rock around the Clock" com Bill Halley e Seus Cometas. O ritmo era alucinante. Os instrumentos, tocados bem altos. O cantor parecia incitar a platéia à dança e à celebração. Logo em seguida, veio o sucesso de Elvis Presley, Little Richard, Gene Vincent e Chuck Berry que eram adorados pelos adolescentes.Começava a era do rock. jovens brasileiros, é claro, logo aderiram ao movimento. Celly Campello estoura em todas as rádios com "Estúpido Cupido". Surgem programas de rádio e TV voltados exclusivamente para o rock. "Os Brotos Comandam" é apresentado em São Paulo, na Rádio Bandeirantes, por Sérgio Galvão e no Rio de Janeiro, na Rádio Guanabara, por Carlos Imperial. Ainda na Rádio Bandeirantes paulistana, acontecia aos domingos o "Festival de Brotos", produzido por Enzo de Almeida Passos. Os domingos cariocas eram animados pelo "Alô Brotos", da Rádio Mayrink Veiga, apresentado pelo mesmo Jair de Taumaturgo que comandava, na TV Rio, o programa "Hoje é dia de Rock". Nas escolas, os professores não sabiam como reagir à nova onda. Os jovens, finalmente, tinham a sua própria música. Na Escola Ultra, na Praça da Bandeira, durante os intervalos de aula, Roberto Carlos costumava ir à sala de música junto com amigos para tocar e cantar. Otávio III, na época assistente de Chiara de Garcia, produtor do programa Teletour da TV Tupi do Rio de Janeiro, gostou do que ouviu. Os dois então deram a Roberto a oportunidade de se apresentar na TV cantando "Tutti Frutti" . Em 1957, levado por um colega da mesma escola, Arlênio Lívio, Roberto Carlos passou a freqüentar a turma que se encontrava na Rua do Matoso, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. Lá conheceu Sebastião (Tim) Maia, Edson Trindade, José Roberto "China" e Wellington. E com Arlênio, Trindade e Wellington foi formado o conjunto vocal The Sputnicks. Roberto precisava da letra da música "Hound Dog" e alguém lembrou que um outro componente da turma colecionava tudo sobre Elvis Presley: Erasmo (Carlos) Esteves. Nascido no dia 5 de Junho de 1941, carioca da Tijuca, desde cedo, Erasmo trabalhou duro. Foi office-boy, porteiro, recepcionista e vendedor, mas não se fixava nos empregos por muito tempo. A mãe de Erasmo, humilde, nunca pôde lhe dar grande conforto. Ele e Roberto tornaram-se amigos. Erasmo tinha um violão, presente de seu avô, e muitas letras escritas num caderno. Ambos tinham uma grande afinidade musical. Diferenças e semelhanças os aproximavam . Se Erasmo não se adaptava à autoridade, queria gritar e explodir, a rebeldia levava Roberto a querer "pensar livremente", cantar de olhos fechados. Erasmo vinha do subúrbio carioca, do proletariado urbano e da luta diária pela sobrevivência. Roberto carregava o provincianismo e os sonhos de um jovem do interior. Nesta mesma época, Edson Trindade sugeriu a Erasmo que, junto com Arlênio e China, formassem outro conjunto vocal: The Snakes. Roberto Carlos passou a se apresentar em clubes e festas e também com o grupo. Carlos Imperial comandava na televisão o "Clube do Rock", um quadro de 15 minutos dentro do programa "Meio Dia", de Jaci Campos, na TV Tupi, apresentando apenas artistas que tocavam o "ritmo do momento". Roberto Carlos apresentou-se algumas vezes neste programa . Imperial apresentou-o como o "Elvis brasileiro" e Roberto cantava sucessos como "Tutti Frutti", "Teddy Bear" e outros mais.

PortugalRemix -Septembre2006- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Portugalremix PortugalRemix est un remix de quelques musiques populaires portugaises rassemblées pour en faire un remix de musiques 100% portugaises. Sampleés pour le bonheur de tous, n'hésitez pas à danser dessus et invitez votre ami(e) à venir taper des pas de danse.
Attention, ça va swinguer !! E beija um, beija dois e beija três como è gostoso o beijinho português !! ;-)

Rio Negro e Solimoes -Août2006- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Rio negro e solimoes O nome de batismo da dupla foi inspirado no belo efeito do encontro das águas dos rios Negro e Solimões, que causam o fenômeno da pororoca. Assim, José Divino e Luiz Felizardo tornaram-se Rionegro & Solimões. A história da dupla começa na cidade de Claraval, interior de Minas Gerais. Em um caminho traçado pelo destino, os dois amigos se conheceram em uma indústria de calçados, em Franca (SP). José Divino e Luiz Felizardo sabiam que suas vozes combinavam e sonhavam conquistar o coração das pessoas com suas músicas.De viola em punho, Rionegro & Solimões fizeram o exaustivo, porém gratificante circuito que percorre de quermesses a bailes na roça, de chacrinhas a botecos, até chegarem às tão sonhadas festas agropecuárias. Durante essa trajetória, o talento dos dois como compositores já estava na boca do povão, com o sucesso de suas músicas. Mas, a hora da dupla estava para chegar. Depois de muita luta e dificuldades, Rionegro & Solimões gravaram o primeiro de uma série de discos de sucesso. Hoje, a dupla reescreve o conceito e o estilo do moderno sertanejo, com suas músicas contagiantes. Já são 17 anos de carreira, 10 CDs, 2 DVDs e mais coletâneas ultrapassando a marca de 6 milhões de cópias vendidas ao longo da carreira. A dupla é uma das mais recordistas de público, principalmente nas cidades de Divinópolis (MG), Brasília (DF), Barretos (SP), Osasco (SP) e Americana (SP). A simplicidade e simpatia também são marcas registrada dessa dupla mineira que conquistou o Brasil de norte a sul. Depois de reunir mais de 150 mil pessoas na arena da Festa do Peão de Barretos-SP, em 2005, a dupla conquistou ainda mais notoriedade entre o público e a mídia. O sucesso “Na Sola da Bota”, por exemplo, ganhou o Troféu Arena de Ouro 2003 e fez parte da trilha sonora da novela “América”, exibida pela Rede Globo. Além disso, Rionegro & Solimões foram eleitos como os Melhores do Movimento Country 2005. Votação idealizada pelo Site Movimento Country. Rionegro & Solimões é uma das duplas recordistas nas exposições agropecuárias e festas de peão do país , reverenciados pelo enorme público e donos de um carisma e talento únicos. A dupla lota os shows pelas cidades de norte a sul do Brasil e reescrevem o conceito e o estilo do moderno sertanejo, com músicas românticas e contagiantes mostrando que a simplicidade da dupla é o segredo do sucesso !!!

Carlos Mar -Juillet2006- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Carlos mar Né en France, Carlos Mar part au Portugal, dans la région de Porto, à l’âge de 7 ans. Il y restera jusqu’à 15. Ces 8 ans lui apportent la culture d’un pays en éveil, qui s’ouvre après de sombres années. Du Fado à U2, des musiques de tous horizons vont accompagner son adolescence méridionale. Retour à Paris. Choc culturel ? Plutôt continuité. Carlos continue d’explorer ses propres penchants et découvre dans la pop romantique de Lloyd Cole ou la voix chaude et feutrée de Chris Isaac des ambiances qui l’envoûtent. Se mêle alors le désir d’écrire et celui de gratter, comme ses amis le font autour de lui. Les premières compositions, timides, prennent formes. Elles trouveront leur sens dans sa première formation « Pristine », qui hélas ne dure pas. Rupture. Après l’épisode « Pristine », Carlos se cherche. Il cherche les autres aussi, pour partager, et avancer. Au fur et à mesure des rencontres, le projet Carlos Mar voit le jour, spontanément, naturellement. Naît alors l’envie d’aller plus loin, et, de concert en concert, de texte en texte, de donner toujours plus à un public qui mûrit. Comme lui. A Caminho... En mars 2006 il produit son premier album "A Caminho...". A la fois souvenir paradoxal d'une sensation jamais oubliée et parcours initiatique sur un chemin ce disque joue des conventions et frôle intelligemment le coeur de l'auditeur. Avec confiance, Carlos Mar nous prend par la main et nous entraîne dans ses rêveries, son monde à lui. Un monde tangible, fragile où se rencontrent les multiples personnalités de l'artiste. Le bois des guitares acoustiques répond à la modernité tranchante des effets rock ; les voix, omniprésentes et riches des évidences que seule une langue natale a le pouvoir de transmettre, flattent un texte à la fois réfléchi et inspiré. Amours et douleurs, envies et déceptions se côtoient dans cette vie rêvée. Pop, rock ou folk sont des prêtes noms pour l'occasion, et nombre d'influences s'y retrouvent et s'y mélangent.

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