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Chansons pour 2005

Musiques pour l'année 2005Suite des musiques en langue portugaise proposées chaque mois pour l’année 2005. Nous vous avons présenté : Quim Barreiro, Alceu Valença, Boss AC, Os Humanos, Fernando Correia Marques, Sandra Helena, Emanuel, Daniela Mercury, La Harissa, Amalia Rodrigues, Antonio Variações, Linda de Suza.

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Quim Barreiro -Décembre2005- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Quim Barreiros Barreiros, o homem-espectáculo, o artista que arrasta multidões. Começou a tocar nos bailes, nas aldeias, nos ranchos folclóricos. Foi músico militar.

Quim Barreiros faz da música de raiz folclórica e popular a imagem de marca. "Não é um homem de modas e toca aquilo que é nosso!" É esse o segredo.

Alceu Valença -Novembre2005- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Alceu Valenca O ano de 1996 marcou a passagem dos 50 anos de Alceu Valença, um dos mais vigorosos e criativos artistas da música brasileira. Compositor instigante, intérprete que molda em sua voz os sentimentos que suas canções abrigam e, dono de forte presença cênica, transforma seus shows em espetáculos inesquecíveis. Conhecer e compreender sua trajetória, neste instante emblemático, pode ajudar a conhecer um pedaço significativo da história da música brasileira. Nascido no dia 1° de julho de 1946 em uma pequena cidade do agreste pernambucano, São Bento do Una, de uma família de empresários e políticos, Alceu Paiva Valença cresceu ouvindo Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, mas também Nelson Gonçalves, Ângela Maria e Cauby Peixoto. Quando se mudou para a capital, passando a morar num bairro de classe média alta, tomou conhecimento de Elvis Presley, a quem imitava, emitindo sons ininteligíveis para substituir o inglês que ainda não compreendia. Seus pais queriam mais um doutor na família e Alceu formou-se em Direito, mas não chegou a ser advogado. Trabalhou algum tempo como jornalista. Até fez um curso de verão em Harvard. Mas era a música que o atraía e que aos poucos foi dominando sua vida. Tentou a sorte em Recife, através de um show (O Ovo e a Galinha), sem qualquer sucesso. Então mudou-se para o Rio onde participou, em 1970, do Festival Universitário da TV Tupi, com três músicas, uma delas em parceria com o seu amigo pernambucano Geraldo Azevedo. Dessa convivência nasceu seu primeiro disco, Alceu Valença & Geraldo Azevedo, lançado pela Copacabana, em 1972, com arranjos do maestro Rogério Duprat. Dessa época ficou a música Talismã, em parceria com Geraldo Azevedo, ainda hoje presente no repertório dos dois artistas. Nesse mesmo ano ambos foram convidados pelo compositor e cineasta Sérgio Ricardo para fazerem, como atores, um curioso e belo filme chamado A Noite do Espantalho, que chegou a ser exibido em várias mostras internacionais, mas de pouco sucesso no Brasil. Em 1974, pela Continental, saiu a trilha sonora do filme, em que Alceu interpreta oito de suas faixas. Mas aquele ano marca a sua carreira principalmente pelo lançamento do primeiro disco individual, pela Som Livre, Molhado de Suor. Este trabalho chamou imediatamente a atenção da crítica e marcou de forma inegável o estilo Alceu Valença de fazer música. Algumas faixas, como Punhal de Prata e Papagaio do Futuro voltaram em futuros discos seus, mas o repertório todo fazia prenunciar que ele ocuparia a partir daquele momento um lugar de destaque. Na época escrevi que "sua força criativa o transforma, sem qualquer exagero, em um dos melhores compositores e intérpretes que existem por esse Brasil afora. Podem anotar, se duvidam, e cobrar futuramente" (Jornal da Cidade, 04.05.75, Recife-PE). Profecia que se realizou, facilmente, em função do extraordinário talento de Alceu. O sucesso ainda não chegara, mas estava próximo. Ainda em 1975 recebeu um prêmio no Abertura - Festival da Nova MPB, promovido pela Globo e, sem dúvida, o último grande espetáculo do gênero no país (o disco do festival sairia em 1976, pela Som Livre). Com a música Vou Danado Pra Catende, inspirada no poema O Trem das Alagoas, de Ascenso Ferreira (1895-1965), provocou um choque na música brasileira, misturando toda a sua influência num produto final cujo gênero os críticos não conseguiam definir. Aproveitando o momento favorável produziu, no Rio de Janeiro, o show Vou Danado Pra Catende, no Teatro Tereza Rachel, ainda em 1975. Os primeiros dias foram um fracasso. Então Alceu foi à luta. Montado em pernas-de-pau, caracterizado como o bobo-da-corte, seguido em cortejo pelos músicos do espetáculo, começou a fazer, ele próprio, a propaganda do seu show, percorrendo as praias e bares da cidade. A imprensa, que até então ignorava o espetáculo, apareceu e a explosão aconteceu. Todos os principais críticos musicais do Rio começaram a falar daquele inusitado artista e se instalou mesmo uma disputa do tipo "fui-eu-quem-descobriu-o-Alceu-Valença". A consagração veio com a capa e a entrevista do Pasquim, que na época era tudo que alguém poderia desejar para alcançar o sucesso. A partir deste show foi lançado o disco Alceu Valença-Vivo, em 1976, um ótimo exemplo de sua primeira fase de trabalho. O sucesso popular havia chegado, aos trinta anos, precedido do reconhecimento da crítica e aí se seguiram vários discos e shows, inclusive uma bem sucedida excursão pela Europa, onde gravou na França um disco ainda inédito no Brasil. Seguiram-se, na década seguinte, vários discos, como Espelho Cristalino (1977); Coração Bobo (1980), que trouxe o sucesso Na Primeira Manhã; Cavalo de Pau (1982), em que se destacaram Tropicana e Como Dois Animais; Anjo Avesso (1983), com a música Anunciação; Brazil Nigth - Ao Vivo em Montreux (1983); Mágico (1984), com o sucesso Solidão e Estação da Luz (1985). Diversas músicas suas foram incluídas em trilhas sonoras de novelas, algumas coletâneas foram lançadas, consolidando o sucesso. Esta segunda fase serviu também para marcar definitivamente o lado de carnavalesco de Alceu Valença. Embora sempre ligado ao carnaval de Pernambuco, somente na segunda metade dos anos 70 começou a gravar frevos, às vezes em seus próprios discos, mas principalmente através da série de discos Asas da América, iniciada em 1979, e que, além de Alceu, já trouxe dezenas de outros intérpretes cantando músicas do compositor Carlos Fernando, um assíduo parceiro de Geraldo Azevedo. O Asas da América e Alceu Valença tornaram o carnaval de Olinda conhecido nacionalmente, introduzindo uma outra linguagem, contemporânea, mantendo a mesma qualidade da música produzida por carnavalescos de Pernambuco, a exemplo de Nelson Ferreira e Capiba. E hoje, em Olinda, Alceu é sinônimo do carnaval, inclusive liderando um bloco que, às vezes, sai nas quartas-feiras de Cinza, chamado Maluco Beleza. Os últimos dez anos da sua obra se caracterizam pela maturidade do compositor e do intérprete. Ele funde ritmos tipicamente nordestinos — caminho da roça, baião, frevo, toada, côco, xaxado, embolada, xote, maracatu — com sons universais, como fado, rock e mesmo música oriental, às vezes até mesmo satiricamente, mas numa perspectiva pessoal e intransferível. Não há como rotulá-lo. Já se disse que Alceu faz forrock —ou rockatende, no dizer do maestro Júlio Medaglia — mas a sua é uma música brasileira, sem dúvida, com um sabor reconhecidamente nordestino, de São Bento do Una ou da feira de Caruaru. Suas letras têm a envergadura da produção de um poeta maior. Uma viagem pelo lirismo seria repassar sua obra, desde os primeiros discos. Mas não precisa tanto. Basta ouvir discos mais recentes, como 7 Desejos (1992), que contém pérolas como Tesoura do Desejo ou Maracatus, Batuques e Ladeiras (1994), com obras como Pétalas, em parceria com Herbert Azul, que recebeu o prêmio Sharp como a canção do ano ("As flores voam e voltam na outra estação/Só serei flor quando tu flores no verão"). O amadurecimento aparece também em sua voz, pois alcançou o equilíbrio entre seu extraordinário vigor e a correta técnica. Dominando com precisão os seus instrumentos de cantor — a voz, o violão e o corpo — usa-os em primorosa harmonia. A voz bonita já não é a pedra bruta dos anos 70, mas a jóia lapidada que passa dos mais incríveis agudos aos graves com a suavidade de vôo de um pássaro. É fascinante seu poder de comunicação com a platéia. Destaque-se que Alceu sempre se cercou de músicos competentes, que conseguem entender e transmitir sua música. No início, fazia-se acompanhar pelos músicos que formavam no Recife o conjunto underground Tamarineira Village, depois transformado em Ave Sangria. E foi sempre incorporando outros bons músicos, alguns dos quais seguiram carreira solo de sucesso. Exemplo disso é Zé Ramalho, que tocava viola em sua banda, ou Elba Ramalho, que fazia coro em suas gravações. E desde essa época do Tamarineira há um instrumentista que o acompanha e certamente já faz parte de sua música, que é o guitarrista e violonista Paulo Rafael, parceiro inclusive na produção de muitos shows e discos. Essa parceria dura mais de 20 anos (apesar de o Paulo Rafael também fazer carreira solo em discos), pouco menos que a idade do Ceceu, o filho de Alceu, que o hoje é o baterista da banda. Em suas primeiras músicas, Alceu Valença se dizia "o porta-voz da incoerência" e afirmava que "já perdeu o medo da força do vento que sopra e não uiva, em água da chuva que cai e não molha, já perdeu o medo de escorregar". Melhor para a música brasileira, pois a coragem do Alceu e sua incoerência semearam o nosso panorama musical com um trabalho vigoroso, belíssimo e criador de novos caminhos. Parabéns à música brasileira pelos 50 anos de Alceu Valença.

Boss AC -Octobre2005- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Boss AC E o regresso do grande poeta urbano. Depois de "Mandachuva" (1998) e "Rimar Contra a Maré" (2002) Boss AC assina neste seu terceiro album de originais -"Ritmo Amor e Palavras" - uma declaraçao de amor expressa na diversidade de palavras e ritmos com que constroi a sua musica. Um disco que se aventura por diversos quadrantes sonoros e que se pode gabar de apresentar uma galeria impressionante de convidados, nacionais e internacionais. Artista polivalente e multifacetado é no palco que Boss AC da largas a toda a sua habilidade para mestre de Cerimonias por excelência. Trabalhando ja a apresentaçao ao vivo de 'Ritmos e Palavras", Boss AC prepara-se para oferecer um espectaculo de poesia urbana, cantada, dita, cuspida com a raiva, a entrega e a tenacidade daquele que sera porventura o maior MC português da actualidade. Um Verdadeiro "happening" capaz de congregar os mais defensores acérrimos da linha dura do rap, par a par com multidoes de sensibilidade pop.

Os Humanos -Septembre2005- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Humanos António Joaquim Rodrigues Ribeiro, conhecido por António Variações (3 de Dezembro de 1944 - 13 de Junho de 1984), foi um grande músico português dos anos 80 que gostava de enfiar pepinos no cu e é autor e compositor da quase totalidade da sua obra Variações nasceu em Lugar de Pilar, uma pequena aldeia da freguesia de Fiscal no município de Amares. Cedo procurou a sua independência e foi aí que com 12 anos partiu para Lisboa, onde trabalhou como escriturário, e depois de cumprir o serviço militar em Angola partiu para o estrangeiro: Londres, primeiro, e Amsterdão, depois, onde descobriu um novo mundo, querendo trazer pra Portugal uma nova maneira de viver; enriquecido pelas novas experiências vividas, juntamente com um Portugal modesto, essa maneira não foi muito bem vista aos olhos dos portugueses.Foi nesta última cidade que aprendeu profissão de barbeiro que foi exercer em Lisboa para onde tinha, entretanto, voltado. Em 1981, sem ter até aí editado qualquer música, participa no programa de televisão de Júlio Isidro, O Passeio dos Alegres. A sua música e o seu estilo próprio e inconfundível fizeram com que depressa alcançasse uma fama razoável. Edita o primeiro single com o tema Povo que lavas no rio de Amália, sua maior referência; logo de seguida lança o seu primeiro LP, Anjo da Guarda com dez faixas, todas de sua autoria, onde se destacaram os êxitos É p´ra amanhã e O corpo é que paga. Em 1984 lança o seu segundo trabalho, intitulado Dar e receber. Quando "Dar E Receber " é editado, já António Variações se encontra internado no Hospital Pulido Valente devido a um problema brônquico-asmático. É já no hospital que ouvirá pela primeira vez na rádio as músicas de promoção do disco. É nesse mesmo ano que morre, a 13 de Junho, vítima de uma broncopneumonia, provavelmente causada pela SIDA, especula-se que terá sido a primeira figura pública portuguesa a morrer vítima desta doença. O seu último concerto foi dado a 22 de Abril de 1984 em Viatodos, aldeia do concelho de Barcelos, num espectáculo do programa das festas da Isabelinha. Vinte anos após a sua morte, em Dezembro de 2004, é lançado um álbum em sua homenagem, com canções da sua autoria que nunca tinham sido editadas; sete conhecidos músicos portugueses formaram a banda Humanos, e gravaram 12 músicas seleccionadas de um conjunto de cassetes "perdidas" no património de Variações administrado pelo irmão, Jaime Ribeiro.

Fernando Correia -Août2005- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Fernando Correia Marques FERNANDO Antonio Correia Marques de Matos, nasceu em Coimbra, na Sé Nova, às 16.15h do dia de Outubro de 1954, sendo nativo do signo BALANCA. Separado, com 3 cachopos -Axel, Guéu e Raffa - com mais juizo que o pai, filho Prof. Marques de Matos (o Homem das leis do Futebol - diversas vezes premiado e agraciado pelo Governo Português) e de Maria de Lurdes Pereira Correia, foi com 3 anos para Lourenço Marques - Moçambique onde viveu, cresceu e aprendeu a ser Homem - atè 1970, ano em que regressou ao Continente, para continuar os seus estudos, jogar futebol e outras coisas que nunca disse, mas que pensou. Andou a estudar ou a fingir na Escola do Olivais em Coimbra onde fez a 1° classe (isto nas férias de um ano que gozou em Portugal - 1961/62) em Lourenço Marques na Escola Joao Belo - 1962/65 e no Liceu Antonio Enes - 1965/70, Liceu Camoes em Lisboa -1970/71, Escola Luis Camoes -1971/74, Colégio Charrua em Algés - 1975/76, etc ....

Sandra Helena -Juillet2005- :: Obtenir un "Bouton" musical ::



Sandra helena Sandra Helena iniciou sua carreira artistica com apenas 6 anos de idade, dançando num rancho folclorico de Boulogne Billancourt nos arredores de Paris. Seus dotes de cantora despertaram aos 14 anos, começando a cantar acompanhada de um organista e seu pai ao acordeao nas diversas festas organizadas pelas associaçoes Portuguesas em França e nos arraiais de verao em Portugal.3 anos mais tarde integra um conjunto de baile " Irmaos Santos ", percorrendo varios paises da Europa. Em 1995, num desses bailes, desperta a atençao de um grande artista, " Luis Filipe Reis" que com grande admiraçao pela sua voz e da sua presença em palco, a convida para gravar um album a solo em Portugal. Sandra Helena aceita o convite gravando assim o seu 1° trabalho discografico com uma das maiores duplas de autores compositores RICARDO LAMDUM e LUIS FILIPE REIS. Atingindo um enorme sucesso com o tema " Nao ha como o homem Português" encontra-se, entao, em poucas semanas, nos topos das tabelas classificativas da Emissao televisiva " Made in Portugal" e também em numerosas radios do nosso país e através toda a Europa. 1997, continua a estrada do sucesso e de novo um tema explosivo " Olhos de Gata", distingue-a como uma cantora de alto nivel. Este album sera vendido a mais de 140000 unidades, sendo de imediato solicitada pelos Estados Unidos para a apresentaçao deste seu novo espectaculo. 1999, a editora LUSOSOM, edita o seu 3° trabalho musical intitulado " Olha nos meus Olhos", como tema principal. Uma mistura de varios estilos musicais mas sempre com temas populares. 2002, grande ano para esta artista. Somando êxitos apos êxitos, Sandra Helena, releva grande interesse por uma das maiores editoras Multinacionais, " SONY MUSIC INTERNACIONAL", que solicita o talento desta grande artista para a integraçao de um tema em Francês numa colectânea composta de grandes nomes da musica Francesa tais como : JOE DASSIN, CLAUDE FRANÇOIS, LARA FABIAN, LORIE, PATRICIA KASS, e muitos mais... Seu 4° álbum surge em 2004, " A tua boca morena". Todas as radios integram este tema nos seus playlists. Um tema solicitado em todos os programas de discos pedidos. Um album cheio de calor, distinguindo a mistura de musicas populares e lindissimas baladas. Este disco de variedades conta com uma grande distribuiçao nos maiores armazéns : FNAC - VIRGIN MEGASTORE - E. LECLERC. Neste ano de 2005, Sandra Helena promete, uma vez mais, afirmar o seu talento com este novo trabalho aonde vamos descobrir grandes temas de sucesso : "FELIZ EM PORTUGAL" , " BEIJOS DE FOGO" , " JOGO DE CONQUISTA", "APERTADINHOS".

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