A escultura
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Par défaut A escultura - 25/11/2007, 19h36

No início dos anos 30, a escultura do Estado Novo, traduziu-se por inúmeros monumentos construídos ao longo do país e nas províncias ultramarinas, que homenageavam os mortos da Grande Guerra, especialmente em Abrantes e Lourenço Marques, para além da executada para a grande Exposição do Mundo Português (1940).
E foi no âmbito desta exposição, que se notabilizou o acervo escultórico de Leopoldo de Almeida, com a figura do infante D. Henrique e Cottinelli Telmo, autor das personagens do Padrão dos Descobrimentos, e o escultor açoriano Canto da Maia, com Vasco da Gama e Álvares Cabral, como os baixos relevos de grande qualidade no Pavilhão dos Descobrimentos.
Foi pretensão do Estado Novo, perpetuar pela escultura, figuras da história de Portugal, com maior destaque para monarcas e guerreiros, em detrimento dos homens das letras e ciências e das figuras femininas. No entanto, em Lisboa, são desta época estátuas como as de Almeida Garrett, Alexandre Herculano e Antero de Quental, da autoria de Barata Feyo, nos Açores, as de D João V e Gonçalo Vaz Botelho, de Canto da Maia e a de Camilo Castelo Branco, de António Duarte.
A escultura, tal como acontecera com as restantes manifestações artísticas, sofreu os condicionalismos da política do Estado Novo. Com marca de modernidade e de ruptura com as directrizes do Estado Novo, revelou-se Jorge Vieira. Clandestinamente, levou a Londres, ao concurso internacional de escultura, a sua obra O Prisioneiro Político Desconhecido. Em 1953, foi um dos premiados na exposição colectiva na Tate Gallery. A obra premiada de Jorge Vieira pode considerar-se a primeira escultura abstracta portuguesa e foi seleccionada para a exposição de Arte Moderna de Bruxelas, em 1958. Outro escultor que rompeu também com o conservadorismo foi João Cutileiro, autor da famosa e polémica estátua de D Sebastião, em Lagos (1973). Desta época são ainda os escultores Clara Menéres e Alberto Carneiro.


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