Este Grupo foi fundado por minhotos residentes em Lisboa e que tem como objectivo recolher, preservar e divulgar a cultura tradicional minhota.
Desde a sua fundação em 16 de Maio de 1980, tem representado condignamente o Minho, não só em Portugal como também em Espanha, França, Alemanha, Suiça, Austria, Itália, Polónia, Hungria, Holanda, Marrocos, Japão (fez parte das comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses a este País), Brasil e Eslováquia.
O Grupo está sediado na Junta de Freguesia de Benfica, em Lisboa tendo actualmente a seu cargo a presidência da "Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa".
Entre outras actividades organiza anualmente o festival de folclore "CIDADE DE LISBOA
Morada: Telefones E-Mail
Rua Lopes, 113, 1-Esq +351 211 522 029
grupoetnodcminho@net.sapo.pt
1900-298 LISBOA +351 962 838 111
Festival Internacional Baltica - Lituãnia 2008

Festival Asturias - Espanha 2007

Festival Internacional Du Rouergue - Pont de Salars- França 2006

Festival Internacional Du Rouergue - Livinhac - França 2006

Actuação em frente à Câmara Municipal do Funchal 2003

Desfile de Rua em Cruz Alta - Brasil 2002

Festival do CIOFF Ebersberg- Alemanha 1997

Japão 1993

Trajes

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Trajes de trabalho de Ribeira Lima

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
TRAJO DE MORDOMA - MEADELA
Composto por: camisa, saia e colete.
Acessórios: lenço de cabeça, avental, algibeira, meias, chinelas, ouro, xaile e vela votiva.
Camisa de linho bordada, com cabeção e emenda, decote redondo com cós, aberta na frente e ajustada com botões, mangas sem cavas com triângulos, compridas, com pregas de imprensa em cima, apertadas no pulso, com punho e botão. Saia de lã, azul alfazema, com tira junto à cintura, aparelhada com fitilhos de veludo preto bordados a vidrilho. Colete de trespasse confeccionado com tecido igual ao da saia na parte superior e rigor de veludo preto na parte de baixo, bordado a vidrílho; junto à costura de união dos dois tecidos, galão preto aplicado e fita de seda formando beijinhos. Algibeira de veludo preto ricamente bordada a vidrilho. Avental de veludo preto, com a corôa e silvo bordados a vidrilho e decorado com renda e galões pretos de algodão. Lenço de tapete em seda natural na cabeça, atado à barba, à frente tapando o pescoço. Calça meias de malha de algodão feitas à mão, com cinco agulhas e chinelos pretos de calfe. Este traje é bastante ourado. Na mão a vela votiva e no braço o xaile.
Este trajo era vestido pelas moças encarregues de organizar as festas religiosas da sua freguesia. Tinham de ser solteiras e virgens. No dia da padroeira durante a missa a rapariga acendia a vela, se esta se apagasse durante o acto religioso era o sinal de que a moça já não estava como Deus a tinha posto no mundo.
Trajo final do século XIX, início do século XX.

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Traje de Encosta de Vila Verde
Traje de Morgada de Darque

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Traje de trabalho da ceifeira de Carreço

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Traje de Lavradeira de Geraz do Lima

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Traje antigo de Lavradeira de Geraz do Lima

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Traje de noivos do Alto Minho

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Na eira depois da malhada do milho

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Trajes do Alto Minho

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Traje Sargaceiros

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO
Traje de trabalho da Ceifeira de Carreço