Para garantir a permanência em África, em conformidade com o que fora definido na Conferência de Berlim, em 1884, Portugal decidiu ocupar os vastíssimos territórios que se estendiam de Angola a Moçambique.
Com essa finalidade, estabeleceu acordos com a França e a Alemanha, em 1886, países que se dispuseram a reconhecer a legitimidade das pretensões portuguesas desde que uma terceira potência os não contestasse. A região reivindicada por Portugal aparecia no convénio luso-alemão delimitada com a cor rosa, num mapa em anexo, e daí a designação com que este ficou na história. Estes acordos foram imediatamente rejeitados pela Inglaterra.