Em Abril de 1839, contudo, cairia definitivamente o último governo setembrista. Tomou posse, com o conde de Bonfim à frente, um governo «ordeiro», ou seja, equidistante de setembristas e cartistas, absolutamente adepto do compromisso instituído pela Constituição de 1838.
O governo contava com poucos elementos radicais, como Costa Cabral, mas seria precisamente este ministro que iria mudar completamente de posição e manifestar as suas simpatias pela Carta de 1826. Os outros cartistas do governo manteriam o executivo em funções até 1841, altura em que lhe sucedeu outro governo que era já, na sua totalidade, cartista. Os setembristas, ou a ala radical do liberalismo, pareciam arredados do poder em definitivo.