Tratado de paz assinado em 1834 na povoação alentejana de Évora Monte e que marcou o fim das guerras que opunham a facção liberal, representada por D. Pedro, e a facção absolutista, partidária de D. Miguel. O exército absolutista comandado por Azevedo Lemos, derrotado, refugiara-se no Alentejo, mas, incapaz de resistir aos liberais liderados pelo marechal-duque de Saldanha e pelo duque da Terceira, viu-se obrigado a fazer um pedido de armistício. O acordo, na prática uma rendição incondicional, foi assinado a 26 de Maio e concedia aos absolutistas amnistia geral; o exército absolutista seria desarmado e D. Miguel teria de abandonar o país, o que veio efectivamente a acontecer.