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Le virtuel m'habite...
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A industrialização -
25/11/2007, 17h44
Após a implantação do liberalismo, e numa primeira fase, após 1830, uma série de leis libertou de entraves a frágil produção industrial portuguesa que, por sua vez, foi protegida da concorrência estrangeira pela política proteccionista da administração setembrista.
Criaram-se, assim, as condições para que a indústria, artesanal e manufactureira, evoluísse, a pouco e pouco, para formas mais desenvolvidas, próximas do capitalismo. Foi por volta de 1845 que, em Lisboa, esse processo despontou, ao substituir-se a força muscular dos operários pelas primeiras máquinas a vapor e ao proceder-se à divisão do trabalho e à produção em cadeia, entrando-se assim numa organização do processo de produção. Apoiada pela política de fomento de Costa Cabral e depois pela Regeneração, a indústria estendeu-se a novas regiões do país e tornou-se mais diversificada; no entanto, o seu progresso foi tardio, lento e insuficiente.
Depois de 1875, deu-se um assinalável desenvolvimento na indústria portuguesa. Todavia, foi sobretudo depois da crise de 1891, com a adopção de uma política proteccionista e a abertura do mercado colonial africano ao escoamento dos nossos produtos, que se verificou a segunda fase da nossa revolução industrial. Intensificou-se a mecanização, aumentou a produtividade, cresceu a população urbana e o operariado, surgiram novos sectores e desenvolveu-se a grande indústria. Apesar disso, no final do primeiro quartel do século XX a indústria portuguesa ainda se encontrava muito atrasada. Predominava a pequena indústria, com um baixo nível tecnológico e uma fraca concentração fabril, e prevalecia a indústria ligeira sobre a indústria pesada. Portugal continuava a ser um país rural.
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"La seule chose promise à l'échec est celle que l'on ne tente pas"
"La conscience est la lumière de l'intelligence pour distinguer le bien du mal"
** Confucius : Philosophe chinois **
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