Este órgão da administração foi criado em 1591, no reinado de Filipe I. Centralizava toda a administração dos rendimentos da Fazenda Real portuguesa, tais como os da Casa da Índia e dos Contos, armazéns e arsenais, sistema fiscal e contabilidade pública. Era constituído por um vedor, um presidente, dois conselheiros letrados e dois fidalgos, com quatro repartições dependentes orientadas por escrivães, sendo elas: Reino, Índia e Domínios, Mestrados das Ordens e Ilhas, África, Coutos e Terças. Foi reformado por D. João IV em 1641 e 1642.