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Le virtuel m'habite...
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Efeitos sobre o império português -
25/11/2007, 16h39
O comércio externo que Portugal realizava com os territórios coloniais e o norte da Europa, durante este período, continuou na fase de declínio que herdara da anterior dinastia. Além disso, sofreu o embate das crises militares e financeiras originadas em Madrid e o desastre da Invencível Armada, onde perdeu homens e barcos.
A partir de 1610, o comércio no Índico recebia mais um rude golpe, com os assaltos sistemáticos dos holandeses, caindo o tráfego das especiarias. Isto apesar de desde o ano de 1587 surgirem, avulsas, vagas referências à criação da Companhia Portuguesa das Índias Orientais. Esta seria apenas regulamentada pela Carta Régia de 19 de Fevereiro de 1619, com o título de «Companhia para a Navegação e Comércio das Índias», para fazer frente, precisamente, à crescente influência de holandeses e ingleses naquela zona do império colonial. Para ela passou o monopólio do comércio com a Índia. Contudo, a sua existência foi efémera, pelo que a sua acção teve muito pouca relevância e foi sempre dificultada pelas sucessivas investidas de ingleses e, em especial, holandeses, que acabariam por se apossar, em definitivo, do Ceilão, por exemplo, e por rematar o declínio do monopólio português na rota do Cabo.
Entretanto, do outro lado do mundo, transferira-se a actividade comercial dos produtos brasileiros para a margem africana. Em conflito com os Filipes, os holandeses tinham ocupado vários portos da costa brasileira, deslocando a descarga e o negócio em terra para Amesterdão, com o que Lisboa muito perdeu. Apenas a reconquista das cidades brasileiras, através de tratados com os holandeses, em 1662 e 1663, viria a conferir, de novo, o primeiro lugar aos portugueses no transporte das riquezas brasileiras.
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** Confucius : Philosophe chinois **
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