Conhece-se um repertório de origem aristocrática a partir dos cancioneiros da Ajuda, da Vaticana e da Biblioteca Nacional, com cerca de 1700 poemas galaico-portugueses, sem notação, destinados a ser cantados e talvez com acompanhamento instrumental. Até agora, são desconhecidos os nomes dos membros das capelas reais, com excepção do músico da capela de D. Fernando (Jean de Hasperes), que mais tarde viria a ingressar na famosa capela do papa de Avignon.