REALIDADE DOS RESTAURANTES CHINESES EM FRANCES
PROVADA POR LABORATORIOS
14 restaurantes chineses encerrados em operação de fiscalizaçãopublicado
20:52
30 Março '06 Texto Comente este Artigo
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) encerrou hoje 14 restaurantes chineses após uma inspecção que detectou irregularidades em 113 de 130 estabelecimentos investigados.
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Dez dos restaurantes fechados são da região de Lisboa, três na zona Centro e um no Alentejo, informou a ASAE em comunicado.
A ASAE registou uma taxa de incumprimento de 89 por cento entre os 130 restaurantes
MAS SO SE FECHOU 14 RESTAURANTES DOS 130 FISCALISADOS !
Na "Operação Oriente", em que participaram mais de 100 elementos da Agê ncia de todo o país foram instauradas 113 contra-ordenações e três processos-cri me na zona de Lisboa e Vale do Tejo.
A ASAE registou uma taxa de incumprimento de 89 por cento entre os 130 restaurantes fiscalizados, "que contrasta com uma percentagem entre os 28 por ce nto e os 38 por cento verificada em outras acções de fiscalização".
Duas toneladas e meia de produtos foram também apreendidos na operação, que verificou se os restaurantes tinham licença e se cumpriam regras de seguran ça, asseio e qualidade dos alimentos.
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OS CHINESES LAMENTAM QUE FOI DIVULGADO A FALTA DE HIGIENE DE MUITOS RESTAURANTES CHINESES
Restaurantes chineses tentam limpar imagempublicado
11:59
24 Junho '06 Texto Comente este Artigo
As inspecções de Março passado a restaurantes chineses quebraram a confiança nos estabelecimentos, que perderam clientes e dinheiro, de acordo com vários proprietários ouvidos pela Agência Lusa, e estão empenhados em limpar a sua imagem.
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As brigadas da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) inspeccionaram no dia 30 de Março 130 restaurantes chineses por todo o país e encontraram irregularidades em 89 por cento deles, encerrando 14.
Em restaurantes de Lisboa e Porto visitados pela Agência Lusa, as dificuldades que alguns proprietários já sentiam, mesmo aqueles já estabelecidos há décadas, agravaram-se depois das inspecções, acompanhadas de perto pela comunicação social.
O decano dos donos de restaurantes chineses em Portugal, o senhor Chu, disse à Lusa que se verificou uma "grande queda" no número de clientes dos seus dois restaurantes no Porto, entre 50 e 60 por cento, desde a Operação Oriente da ASAE.
É dono do Restaurante Chinês, o mais antigo de Portugal, fundado em meados dos anos sessenta mesmo junto à Ponte de D. Luís, e do King Long, estabelecido há duas décadas na baixa do Porto.
Ambos foram visitados pelas brigadas da ASAE, no âmbito da "Operação Oriente", e ambos passaram o exame sem problemas.
O King Long tem oito empregados, cinco portugueses e três chineses, entre os quais o cozinheiro, disse a mulher do senhor Chu, senhora Li, que faz questão de sublinhar que a empregada mais antiga é portuguesa, encarregada da limpeza.
"Nos nossos restaurantes estamos em limpeza constante, desde que eles abrem até que fecham", disse a senhora Li.
O senhor Chu afirmou-se convencido de que a percentagem de restaurantes chineses que não cumprem a legislação sanitária não deve diferir muito da que ocorre nos restaurantes portugueses.
"Se fizerem uma operação semelhante em restaurantes portugueses, vão ver que é igual", disse.
O proprietário do King Long e do Restaurante Chinês considera a situação grave, ao ponto de muitos dos seus colegas estarem à beira de fechar, por falta de negócio, o que não é para já o caso dos seus dois estabelecimentos.
Por isso aprova as diligências da sua comunidade no sentido de restabelecer o bom nome dos restaurantes chineses: "temos que nos unir para reconquistar a confiança dos clientes, de forma a ultrapassar rapidamente este período difícil", afirmou.
Chang Zhu, proprietário do Huatali, na baixa de Lisboa, estima entre "40 a 50 por cento" a perda de clientes desde as inspecções, apesar de o restaurante já existir "há 18 anos".
A primeira quebra visível no negócio aconteceu com o receio da pneumonia atípica, que afectou vários países asiáticos em 2002, mas uma semana depois das inspecções de Março, o número de clientes caiu para "cerca de metade".
"Vários restaurantes já fecharam", afirmou Chang Zhu, que dá emprego a dez pessoas e prevê que "se isto continuar assim", não se consegue aguentar.
Para tentar reconquistar a confiança dos clientes e "limpar a imagem" dos restaurantes chineses, a Associação de Comerciantes e Industriais Luso-Chinesa convidou o presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, e o embaixador da China em Portugal, Ma Enhan, para jantar na próxima terça-feira no Huatali.
Aquando das inspecções, a embaixada chinesa em Lisboa contestou a operação e a comunidade chinesa e a comissão portuguesa para a igualdade contra a discriminação racial acusaram a autoridade de potenciar a xenofobia e a estigmatização dos chineses.
Os problemas dos restaurantes chineses foram mesmo noticiados na semana passada pelo jornal oficial do Partido Comunista Chinês, o Diário do Povo, que falou em "calamidade" no sector.
Em outros estabelecimentos lisboetas visitados pela Agência Lusa, o desconforto em falar do negócio para a comunicação social foi evidente, mais ainda quando o assunto vai parar às inspecções.
"Aqui temos tudo limpo", declarou imediatamente um dos empregados do restaurante Grande Mundo, a funcionar "há oito anos" em Belém, que preferiu o anonimato.
Mesmo com a sala de refeições praticamente vazia, era grande a pressa de acabar a conversa, estimando, sem pensar muito, em "15 por cento" a perda de clientes desde as inspecções.
O mesmo empregado não especificou se o Grande Mundo, onde [o ex-presidente da República] "Jorge Sampaio e a família" eram clientes habituais, também foi um dos visados pela ASAE.
Noutro estabelecimento na zona de Belém, a sala igualmente vazia em hora de almoço é o cenário habitual "desde o início do ano", disseram à Lusa dois dos empregados, também muito reticentes em dar pormenores do negócio.
O proprietário do Xin Xin, no Centro Comercial da Boavista, no Porto, assinalou uma redução drástica no número de clientes, o que motivou já a demissão dos dois funcionários que ali trabalhavam.
No momento em que a Lusa visitou o restaurante, em plena hora do almoço, não se encontrava nenhum cliente, uma situação que, segundo o proprietário, Zhimin Zhu, já é habitual e que o leva a ponderar o encerramento do estabelecimento.
Admitiu que o negócio já não andava muito bem, mas desde que a "Operação Oriente" foi desencadeada, a situação tornou-se insustentável, com dias em que não factura nem um euro.
"Antes da operação, apurávamos cerca de 200 a 300 euros. Agora a maior parte dos dias não ganhamos nada", disse, frisando a impossibilidade de continuar a pagar a renda e todas as outras despesas inerentes ao funcionamento de um restaurante.
Zhimin Zhu não critica a realização da operação, porque reconhece que muitos restaurantes funcionavam sem condições de higiene, mas lamenta a forma como a mesma foi divulgada, por considerar que foram todos "metidos no mesmo saco".
Disse ainda ter conhecimento de que muitos outros restaurantes das cidades do Porto e Gaia estão a atravessar "enormes dificuldades", acrescentando que alguns deles já encerraram ou vão encerrar.
PROSTESTO CHINES CONTRA UM RESTAURANTE QUE FOI FECHADO
POR FALTA DE MEDIDAS SANITARIAS !
MANISFESTACAO CONTRA AS FRONTEIRAS DA EUROPA
NOS OS PORTUGUESES PODEMOS EMIGRAR LIBRAMENTE PARA OS PAISES DELES?
Trabalhadores não europeus manifestam-se hoje contra restrições à imigraçãopublicado
11:13
20 Abril '08 Texto Comente este Artigo
Lisboa, 20 Abr (Lusa) - Milhares de trabalhadores não europeus de restaurantes britânicos vão manifestar-se hoje no centro de Londres, Reino Unido, contra as mudanças introduzidas nas leis de imigração, noticia hoje a edição electrónica do jornal brasileiro "Folha de São Paulo".
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Grupos que representam cerca de 44 mil trabalhadores turcos, chineses, indianos e paquistaneses expressarão na Praça Trafalgar os seus receios sobre as consequências das novas restrições governamentais à imigração, adianta o jornal, que cita a agência espanhola Efe.
O protesto foi convocado pela "Ethnic Catering Alliance", segundo a qual cerca de 30 por cento dos restaurantes que a integram estão ameaçados pelas novas leis de imigração, que exigem que os empregados não europeus cumpram determinados critérios.
O Governo britânico aprovou em Fevereiro um novo sistema de imigração, baseado em pontos para os trabalhadores de países que não fazem parte da União Europeia, que dá prioridade aos imigrantes altamente qualificados.
Segundo a nova legislação, os imigrantes só receberão licença de trabalho no país se cumprirem critérios muito estritos que incluem uma boa formação e um bom nível de inglês.
A nova legislação afecta especialmente os trabalhadores do sector da restauração, muitos dos quais não cumprem esses critérios e que, por isso, terão de regressar aos seus países de origem.
O comité que representa os imigrantes chineses pediu à ministra do Interior, Jacqui Smith, que essas mudanças na lei sejam revistas.
VEJAM BEM TAMBEM NA INGLATERRA JA INTERVEM A NIVEL DOS MINISTROS
PARA QUE NAO HAJA LEIS A DESFAVOR DA IMIGRACAO CHINESA
O Governo britânico insiste que a reforma é equilibrada e salvaguarda os interesses dos trabalhadores residentes no Reino Unido e permite aos empregadores recrutar trabalhadores qualificados fora do país.
HN.
2009-07-13 09:04:24 EconomiaTaxa de desemprego é a sexta maior da OCDE
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