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Discussion: CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?

  1. #41
    Boeuf duarte1 is an unknown quantity at this point
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    Par défaut Re : CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?

    HERANçA QUE RECEBEMOS DOS BUCHECHAS E DOS POETAS
    O E QUE PENSA O POVO..DO NOSSO PORTUGAL DE HOJE?

    BLOG de CARDIGOS: Comment on Mação lança produtos no mercado com marca registada

    NOUBLIONS PAS L'ETE 2003 AU CENTRE DU PORTUGAL REGIONS OLEIROS

    L'ENFER REVENUS SOUS FORME DE CYCLES....SEMPER ETERNELS

    17 000 HECTARES DE FORET BRULES

    72 VILLAGES ATTEINTS
    11 MAISONS BRULEES
    35 EN PARTIES DETRUITES
    212 ENTREPOTS AGRICOLES DETRUITS
    8 VEHICULES
    1200 RUCHES
    17 000 ARBRES FRUITIERS
    4000 PIEDS DE VIGNES
    20 COCHONS
    80 MOUTONS
    50 CHEVRES
    ET LES AUTRES ANIMAUX LAPINS POULES ETC..

    2003, separados por dias, e que destruíram por completo 90 por cento da nossa tenra mancha florestal», afirmou Ricardo Aires. Desses dias, o vice-presidente da Câmara recorda o «cenário dantesco», com as pessoas «aos gritos» e «temperaturas na ordem dos 40 graus, humidade relativa muito baixa e as chamas, já de si gigantescas, a serem alimentadas pelos ventos fortes que sopravam». As chamas foram combatidas no terreno por 519 bombeiros e mais de uma centena de militares, 150 viaturas, dezenas de máquinas de rasto, aviões e helicópteros pesados, médios e ligeiros, mas, sublinha o autarca, «o combate era desigual»: arderam dezassete mil hectares de floresta, foram atingidos os perímetros urbanos de 72 povoações e 11 casas arderam totalmente, tendo 35 sido também afectadas pelas chamas. Muitos abandonaram tudo o que tinham «Ficaram totalmente destruídos 212 armazéns e arrecadações com alfaias agrícolas, oito viaturas, 1.200 colmeias, 17 mil árvores de fruto, 4.000 videiras, 20 porcos, 80 ovelhas, 50 cabras, galinhas, coelhos e mulas, entre muitas outras coisas. Só sobraram pedras, calhaus e estevas», afirmou. Quem também não esquece o Verão de 2003

    BLOG de CARDIGOS: Comment on Mação lança produtos no mercado com marca registada

  2. #42
    Boeuf duarte1 is an unknown quantity at this point
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    Par défaut Re : CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?

    Angola reclama 700 milhões de dólares depositados em Portugal transferidos de contas na Suíça
    Preto & Branco
    Terça, 30 Junho 2009 00:00
    Lisboa - De quem são cerca de 380 milhões de dólares depositados num banco português? Do estado angolano ou de personalidades daquele país? Esta é uma das dúvidas que o Ministério Público vai ter de descortinar, na sequência de uma queixa-crime apresentada pelo Banco Nacional de Angola, que reclama a posse daquela verba. A queixa, segundo soube o DN, foi apresentada no final do ano passado. António Vitorino - que vai coordenar o programa eleitoral do PS - chegou a representar a parte angolana no processo. "Não falo sobre casos e clientes", declarou ao DN.

    A referida quantia seria movimentado em Portugal por um
    advogado e um militar na reserva actualmente empresário

    Sobre este processo há um manto de silêncio. Várias fontes judiciais contactadas pelo DN alegaram sempre tratar-se de um "assunto sensível" para não prestar qualquer informação. A própria Procuradoria-Geral da República, questionada sobre a existência da queixa, nem a confirmou directamente, dizendo apenas: "Por ora, não há informações a prestar." Porém, ao que o DN apurou, a queixa foi encaminha para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), estrutura do MP vocacionada para a investigação da criminalidade mais complexa (ver caixa). Contactada na semana passada, a embaixada de Angola, através do conselheiro para a imprensa, Estêvão Alberto, disse ao DN que não havia declarações a fazer sobre o caso.

    De acordo com alguns testemunhos recolhidos pelo DN, sob anonimato, o dinheiro em causa seria movimentado em Portugal por um advogado e um militar na reserva, actualmente empresário. Fontes conhecedoras do caso adiantaram que ambos representariam interesses particulares. Há mesmo quem admita que eram "testas-de-ferro" de interesses ligados directamente ao presidente angolano, José Eduardo dos Santos. "Mas, nestas coisas, não há procurações, tudo passa por acordo de cavalheiros", disse uma das fontes que, sob anonimato, acederam a falar com o DN. Até porque os 380 milhões de dólares que agora estão em causa podem ser apenas uma parte das verbas que chegaram a Portugal para serem aplicadas em vários negócios. O montante total terá atingido os 700 milhões de dólares, os quais terão chegado a Portugal transferidos de contas na Suíça.

    O estado angolano, actualmente representado pelo advogado José Ramada Curto, que não quis prestar declarações, reclama a posse da verba. E terá mesmo acusado o advogado e o empresário portugueses de movimentarem o dinheiro à revelia das orientações dadas. Ramada Curto é já o terceiro advogado a defender a parte angolana. Além deste e de António Vitorino, os interesses angolanos no processo chegaram ainda a ser representados por Leonel Gaspar, o mesmo advogado que defende José Oliveira Costa, antigo presidente do BPN, que se encontra preso preventivamente.

    Artigo relacionado:

    BNA demarca-se de notícia publicada em Portugal


    * Carlos Lima
    Fonte: DN Portugal

    Angola reclama 700 milhões de dólares depositados em Portugal transferidos de contas na Suíça


    o que é que diz o povo?



    Angola reclama depósitos em Portugal
    Muito bem, que reclame mas eu também reclamo do Banco de Angola o depósito que lá tinha não só eu como todos os portugueses que tiveram de abandonar Angola lá deixaram muitos milhões. Reclamámos mas nem resposta.
    Mas não foram só os depósitos no Banco de Angola bem como o que descontei aí para a minha aposentação durante mais de vinte anos bem como todos os outros funcionários públicos.
    Reclamámos mas nem resposta. O governo de Angola ROUBOU descaradamente muitos milhões de escudos que por lá ficaram no Banco de Angola.
    O actual Congo tem outro comportamento bem mais sério porque está devolvendo o valor a quem lá deixou bens.
    Mas não culpo só o governo de Angola por não me devolver o dinheiro que alí deixei bem como os imóveis que valiam milhares de escudos culpo também os comunas do 25 de Abril que entregaram Angola ao MPLA e permitiram todos estes desmandos.
    E citando o MPLA tenho que referir também o chamado "pai da nação" Agostinho Neto que tal como os comunas portugueses pensava da mnesma maneira.
    São coisas que nem o tempo poderá apagar da nossa memória porque vim para Portugal com a roupa que tinha no corpo depois de tanto sacrifício para ajudar a construir um país e de ter ensinado quem aí ficou como se trabalhava com o sistema de telecomunicações e a minha esposa ter ensinado milhares a ler e escrever.

    Kota
    Dernière modification par duarte1 ; 13/05/2010 à 08h46.

  3. #43
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    GUINEE BISSAU PRESIDENTE MORTO A CATANADA
    terras Portuguesas, abandonadas as maos dos narcotraficantes...

    NINO MORREU A GOLPES DE CATANA

    Segundo fontes contactadas pelo DN em Bissau, a morte dos dois homens-fortes da Guiné teve na origem a velha rivalidade entre Tagmé e Nino, um ódio que remontava aos anos 80. O chefe do Estado-Maior sabia da iminência de um atentado contra a sua vida e deu instruções aos militares balantas que lhe eram fiéis: "Eu morro de manhã e o Nino morre à noite", terá dito o general, segundo garantiu ao DN um antigo ministro guineense.

    "Tagmé teria conhecimento de que chegara uma bomba", garantiu esta fonte, que sublinhou a sofisticação do atentado contra o general. O profissionalismo do ataque (que foi inédito na Guiné e transcende as capacidades das forças armadas locais) sugere a ajuda das redes de narcotráfico, que são controladas por sul-americanos.


    MOZAMBIQUE NAS MAOS DE LADROES

    ALMERINO Manhenje, ex-ministro do Interior, saiu ontem em liberdade, 500 dias depois, da Cadeia Civil de Maputo, onde entrou a 22 de Setembro de 2008, acusado de envolvimento no desfalque de 220 biliões de meticais da antiga família, do pelouro que dirigiu durante vários anos. Seguidamente, foram também libertados os seus dois colaboradores, nomeadamente Rosário Carlos Fidelis e Álvaro Alves Nuno de Carvalho, também detidos no mesmo ano também indiciados de envolvimento no mesmo caso.
    Maputo, Sexta-Feira, 5 de Fevereiro de 2010:: Notícias
    A liberdade dos três custou 350 mil meticais de caução para cada um (um milhão e 50 mil meticais no total), tendo sido acrescidos mais 9200 meticais de impostos para cada detido, valores pagos ainda ao princípio da tarde de ontem, numa diligência realizada pelo próprio advogado, Lourenço Malia.
    http://macua.blogs.com/moambique_par...as-depois.html

    http://macua.blogs.com/moambique_par...is%C3%A3o.html

  4. #44
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    Par défaut Re : CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?

    A THEORIA DA IMPOSTURA...

    QUANDO OS USURPADORES INVENTEM COMPETENCIAS...

    em nome de qué, temos que ser governados por usurpadores de competencias?
    ou por gente que nao tem a competencia nem a formaçao de gouvernar um pais?




    sonham com mega projectos, quando as finanças do pais nao podem as suportar



    para o prazer puramente egoista e sonhadore da gloria de um pequeno imperador romano, de ficar com a fama na historia de portugal de ter realisado o arco de triumfo
    que é a obra do tgv...





    temos mesmo necessidade de andar mais depressa no nosso pais? ou temos necessidade nao individar os portugais ainda mais, e as geraçoes futuras...





    o sonho do tgv !

    nao ha comboios que chegam em portugal?
    nos os emigrantes, principalmente oriundos das beiras, tras montes, beira alta, beira baixa, zonas de de forte emigraçao, nunca tivemos um aeroporto de low cost ou baixo custo, para que os nossos filhos e nossos netos, voltassem para as nossas aldeias despovoadas, mas a gente que nos gouverne preferiram fazer um aeroporto em beja para os chineses...
    é o pais que temos, metade de portugal abandonado, gente cada vez mais pobre,
    um classe media e virar se para uma classe que começa a ter necessidade,
    tambem; toda a gente va pagar os erros das incompentencias e das imposturas de algums !

    o sonho de tgv !
























    http://static.publico.clix.pt/docs/p...asSocrates.pdf
    http://static.publico.clix.pt/docs/p...asSocrates.pdf

    Documento entregue à Câmara da Covilhã não coincide com o apresentado na RTP

    Certificados de Sócrates com notas e datas diferentes
    13.04.2007 - 20:05 Por Ricardo Dias Felner

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    4 de 4 notícias em Política
    « anteriorUm certificado de habilitações de José Sócrates, cujo original está na posse da Câmara Municipal da Covilhã, não coincide com o certificado que consta do seu dossier de aluno na Universidade Independente (UnI) e que foi revelado na RTP, na quarta-feira, pelo próprio primeiro-ministro.
    (Nuno Ferreira Santos/PÚBLICO (arquivo))

    Esse documento, a que o PÚBLICO teve acesso, apresenta seis notas divergentes com as que surgem no certificado que José Sócrates mostrou na Grande Entrevista, e que é igual ao que o PÚBLICO consultou na UnI.

    Acresce que também as datas não coincidem. No certificado da Covilhã – emitido a 26 de Agosto de 1996 e que teve por objectivo a reclassificação de José Sócrates enquanto funcionário do quadro daquela autarquia – é referido que o então secretário de Estado Adjunto do Ambiente “concluiu” a licenciatura a 8 de Agosto de 1996.

    Por sua vez, no certificado da UnI, emitido a 17 de Junho de 2003, lê-se que a conclusão do curso ocorreu a 8 de Setembro de 1996 – ou seja um mês depois da data indicada no outro documento.

    Na entrevista concedida à RTP, o primeiro-ministro validou esta data como sendo a correcta. Contactado pela TVI, o gabinete de José Sócrates admitiu, contudo, que o primeiro-ministro possa ter sido induzido em erro, tendo por base o último certificado da Independente. E que a data correcta para o termo da licenciatura é mesmo a do certificado que foi enviado para a Covilhã.

    Há, contudo, neste documento outros dados que não estão de acordo com os certificados dos três estabelecimentos de ensino por onde Sócrates passou: o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC), o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), e a UnI.

    Comparando os três documentos, resulta que o certificado da Covilhã dá como tendo sido feitas na UnI duas cadeiras – Computação Numérica, do 2º ano, e Investigação Operacional, do 3º – que foram sim concluídas no ISEC e no ISEL.

    A cadeira de Computação Numérica tem ainda outro problema: ao contrário do que lá está registado, a nota final não foi de 14 valores mas sim de 15 (valor que se mantém correcto no certificado final da licenciatura, inserido no dossier de aluno de Sócrates na UnI).

    A discrepância de notas repete-se em mais cinco cadeiras: a Mecânica dos Fluidos surge a nota 13, quando no certificado da UnI a avaliação é de 11; a Análise de Estruturas a nota é 18, sobe um ponto; a Betão Armado e Pré-Esforçado registam-se 17 valores, menos um ponto do que no certificado da UnI; a Geologia Aplicada a nota é 16, mais um ponto; e a Projecto e Dissertação a avaliação é de 17, menos um ponto.

    As notas agora reveladas pelo certificado enviado para a Câmara Municipal da Covilhã correspondem às notas inscritas numa folha, apresentada como pauta ao PÚBLICO, que faz parte do dossier de aluno de José Sócrates. Na primeira investigação publicada sobre o caso neste jornal, no dia 22 de Março, já se dava conta das divergências de notas registadas nessa pauta e no certificado de habilitações que também constava do processo.
    Certificados de Sócrates com notas e datas diferentes - Política - PUBLICO.PT


    1 a 10 de 224Escrever Comentário
    12345...»
    Anónimo , Localidade, País. 19.02.2010 10:04

    Título
    O documento está datado ( 96/08/26), assinado pelo chefe da secretaria e...: no papel timbrado da Universidade Independente, no rodapé, entre outras informações, constam o endereço (físico e electrónico) e os números de telefone e de fax ( 351 21 836 19 00 e 351 21 836 19 22 351 21 836 19 22). Só que,... em 1996, os números de telefone não apresentavam os indicativos 21, 22, 290, mas sim, 01, 02, 090... etc, (a alteração só foi feita em 31 de Outubro de 1999). Um pouco mais à frente, consta ainda, um código postal composto por sete algarismos (1800-255), o que é deveras estranho, uma vez que só em 1998 começa a ser utilizada esta nova forma de indicação. Conclusão: o certificado parece ter sido emitido, não em 26/08/1996, mas em data posterior a 31 de Outubro de 1999.O problema ("o maior dos problemas") reside no facto de o Gabinete do primeiro-ministro já ter esclarecido, que a data válida era mesmo a do certificado que se encontra na Câmara da Covilhã." Mais um erro administrativo, que só pode ser imputado à UNI" (dirá o Gabinete do primeiro-ministro).



    Licenciada ma non troppo: AS MULHERES ATENDEM MAIS AOS PORMENORES... E... ISSO É UMA CHATICE!!!...
    Ao anunciarem a existência de um segundo certificado de José Sócrates, abri o respectivo PDF, entretanto disponibilizado pelo Jornal "PÚBLICO".
    Não me detive nas classificações. Verifiquei que o documento estava datado ( 96/08/26), assinado pelo chefe da secretaria e...e... como sempre, os meus olhos detiveram-se em dois pormenores sem importância: no papel timbrado da Universidade Independente, no rodapé, entre outras informações, constam o endereço (físico e electrónico) e os números de telefone e de fax ( 351 21 836 19 00 e 351 21 836 19 22). Só que,... em 1996, os números de telefone não apresentavam os indicativos 21, 22, 290, mas sim, 01, 02, 090... etc, como aliás, pude confirmar (a alteração só foi feita em 31 de Outubro de 1999).






    Um pouco mais à frente, consta ainda, um código postal composto por sete algarismos (1800-255), o que é deveras estranho, uma vez que só em 1998 começa a ser utilizada esta nova forma de indicação.





    Conclusão: o certificado parece ter sido emitido, não em 26/08/1996, mas em data posterior a 31 de Outubro de 1999.O problema ("o maior dos problemas") reside no facto de o Gabinete do primeiro-ministro já ter esclarecido, que a data válida era mesmo a do certificado que se encontra na Câmara da Covilhã."
    Mais um erro administrativo, que só pode ser imputado à UNI" (dirá o Gabinete do primeiro-ministro).
    Esta ultrapassou largamente as minhas expectativas...de tão básica que é!!!..."
    Concluindo: O Socatas não tem nenhuma licenciatura, possuiu é um reles e falso certificado de habilitações.................










    Câmara da Guarda afastou José Sócrates da direcção de obras nos anos 90 e repreendeu-o por desleixo profissional - Política - PUBLICO.PT




    Novos dados mostram que actividade privada não era “residual”

    Câmara da Guarda afastou José Sócrates da direcção de obras nos anos 90 e repreendeu-o por desleixo profissional
    05.04.2010 - 07:31 Por José António Cerejo

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    seguinte »Duas repreensões por unanimidade, ameaças de sanções legais e severas críticas dos serviços camarários foram o resultado dos últimos anos da actividade de José Sócrates como projectista de edifícios na Guarda, entre 1987 e 1991.
    Moradia em Faia foi construída sob a responsabilidade de Sócrates seis metros para lá do local aprovado (Daniel Rocha)

    José Sócrates foi afastado pela Câmara da Guarda, em 1990 e 1991, da direcção técnica de obras particulares de cujos projectos era autor, depois de ter sido várias vezes advertido por causa da falta de qualidade dos seus projectos e da falta de acompanhamento das obras - chegando a ser ameaçado com sanções disciplinares. Num dos casos, a saída de cena do então engenheiro técnico, que era deputado em regime de dedicação exclusiva há mais de dois anos, foi imposta pela autarquia socialista como condição para o desembargo da obra que projectara e dirigia.

    No conjunto de 26 processos de licenciamento encontrados pelo PÚBLICO, no Arquivo Municipal da Guarda, em que Sócrates esteve envolvido como projectista e responsável de obra entre 1987 e o final de 1990, em acumulação com a actividade de deputado num período em que era presidente da Federação do PS de Castelo Branco, avultam três em que o seu nome foi substituído na direcção dos trabalhos sem que ele ou o dono da obra o tenham requerido.

    Em dois destes casos o actual primeiro-ministro foi substituído por outros técnicos depois de ter sido repreendido por escrito pelo então presidente da câmara, Abílio Curto - que mais tarde veio a cumprir uma pena de prisão pelo crime de corrupção. As repreensões em causa foram enviadas pelo correio a José Sócrates, na sequência das deliberações camarárias, aprovadas por unanimidade, que o admoestaram pelo "pouco cuidado posto na elaboração do projecto" (1987) e pela "falta de fiscalização das obras de que é autor dos projectos devendo fiscalizá-las rigorosamente" (1990).

    No primeiro deixou a obra no final de 1988 sem que se perceba porquê, não havendo no processo nenhum elemento que permita esclarecê-lo nem saber de quem partiu a iniciativa. Já no segundo, o seu afastamento resultou de uma imposição camarária cujo fundamento e objectivo também não consta do processo.

    Anteriormente às advertências aprovadas pelo executivo já alguns técnicos camarários tinham subscrito diversas críticas à falta de cumprimento dos regulamentos em vigor por parte daquele projectista, nestes e noutros processos, redigidas em termos mais severos do que as deliberações do executivo.

    Na terceira obra de cuja direcção Sócrates foi excluído, já em 1991, ano em que se tornou porta-voz do PS para a área do Ambiente e membro do secretariado nacional do partido, o seu afastamento foi também determinado por despacho camarário, mais uma vez sem que se perceba a razão e sem que no processo da obra existam quaisquer reparos ao seu trabalho.

    Quanto à informação que deu origem à primeira das repreensões aprovadas pela câmara, o então chefe da repartição técnica da autarquia, já falecido, escreveu textualmente: "O senhor eng. técnico José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa foi já advertido pelo pouco cuidado que manifesta na apresentação dos trabalhos apresentados nesta câmara municipal e continua a proceder de igual forma, sem o mínimo respeito por ela e pelos seus técnicos (...) Deverão solicitar-se mais uma vez os elementos nas devidas condições e adverti-lo que não se aceitarão mais casos idênticos, sob pena de procedimento legal." A informação conclui, observando que se Sócrates "não pode ou não tem tempo de se deslocar à Guarda para fazer os trabalhos como deve ser só tem um caminho que é não os apresentar."

    Em causa estava um projecto de 1987 em que nalgumas peças se falava na construção de uma moradia a construir na Quinta dos Bentos, na Guarda, e noutras se falava em duas moradias geminadas. Por outro lado, as plantas apresentadas e assinadas pelo projectista não indicavam sequer o local da obra a construir.

    No segundo processo em que foi advertido pela vereação tratava-se de uma moradia a erguer em Sequeira, junto à Guarda, em que a repartição técnica da câmara emitiu informações desfavoráveis ao projecto e às suas posteriores alterações, qualificando algumas delas como "um absurdo". Face à insistência do proprietário e do projectista, a mesma repartição propôs, em Março de 1990, e Abílio Curto concordou, que "deve alertar-se o requerente de que se porventura estiver em obra a executar estas alterações se sujeita a um processo de coimas e o técnico a ser chamado à responsabilidade".

    Apesar desta ameaça, as alterações indeferidas foram construídas sem que o responsável pela obra se opusesse, o que levou uma das arquitectas da repartição, também já falecida, a propor a demolição da ampliação ilegal da moradia e a escrever que "o técnico deve ser chamado à responsabilidade (o que não será a primeira vez, aliás) e deve ser seriamente alertado, pois, como deputado na Assembleia da República e residente na Covilhã, não vejo como poderá visitar as obras que dirige - o que, à luz do novo decreto 19/90, lhe poderá vir a acarretar uma pena de suspensão por falta de assistência às obras e de assinatura da folha de obra".

    Paralelamente a construção foi embargada, a parte ilegal foi demolida pelo proprietário, e a câmara, em ofício assinado por Abílio Curto em Dezembro de 1990, notificou o proprietário, sem qualquer justificação, "para apresentar novo termo de responsabilidade [leia-se: de outro técnico] após o que se procederá ao desembargo da obra" - tal como aconteceu de imediato.

    Num terceiro processo, relativo à construção de uma moradia na aldeia de Cavadoude, cujo projecto e direcção de obra têm o nome José Sócrates, não se encontra qualquer crítica ao seu trabalho, mas um despacho de um responsável camarário datado de Janeiro de 1991 determina, também sem qualquer fundamentação, que "é necessário notificar o requerente de que é preciso a declaração de responsabilidade de outro técnico".


    Afastamento sem razões conhecidas

    O PÚBLICO questionou António Patrício, colega de curso e amigo de José Sócrates, enquanto autor da informação que determinou a exclusão do actual primeiro-ministro da direcção de uma obra particular em 1991, mas o actual director regional adjunto de Agricultura do Centro não encontrou uma explicação concreta. "Havia situações em que o técnico desaparecia, ou em que alguma coisa não estava a correr bem e nós próprios tomávamos a iniciativa de mandar substituí-lo, mas nesses casos não faço ideia do que aconteceu", afirmou António Patrício.

    Já o actual presidente da autarquia, Joaquim Valente, também colega de curso e amigo de Sócrates, informou que a documentação existente na câmara não permite explicar o que se passou, nomeadamente se a exclusão se deveu ou não ao facto de aquele técnico ser responsável por demasiadas obras em simultâneo.

    De acordo com um regulamento aprovado pela câmara em 1987, tinha de haver na sua secretaria uma "relação das obras executadas ou em execução" sob a responsabilidade de cada técnico ali inscrito para apresentar projectos e dirigir obras, sendo que nenhum deles poderia "assumir a responsabilidade simultânea de mais de 24 obras" no concelho. Todavia, segundo Joaquim Valente, "não havia processos individuais constituídos, pelo que, por recurso a esta via, não é possível determinar o número de projectos subscritos pelos técnicos".

    Embora afirme que tais processos individuais não existiam, o autarca garante, sem fundamentar essa afirmação, que "não foi proposta qualquer sanção" contra Sócrates na câmara, situação que, a ter-se verificado, poderia também explicar o seu afastamento da direcção das obras. Abílio Curto, presidente da câmara à data dos factos, nunca esteve disponível para falar ao PÚBLICO.

    Câmara da Guarda afastou José Sócrates da direcção de obras nos anos 90 e repreendeu-o por desleixo profissional - Política - PUBLICO.PT

    outros exemplos...
    vRsrYqkgwI/AAAAAAAAA2s/lnPaWrkY51w/s1600-h/Socratesfaxe.jpg

    José Sócrates foi professor da Universidade Independente, apesar de a lei o proibir - Política - PUBLICO.PT


    José Sócrates foi professor da Universidade Independente, apesar de a lei o proibir
    16.05.2007 - 09:11 Por José António Cerejo, PÚBLICO

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    seguinte »O ex-secretário de Estado do Ambiente José Sócrates foi "professor convidado" da Universidade Independente em 1996-1997, logo após a conclusão da sua licenciatura naquele estabelecimento.
    Mesmo que só tivesse dado "uns seminários" para ser "gentil e atencioso" com a UnI, Sócrates teria violado a lei em vigor (Carlos Lopes/PÚBLICO (arquivo))

    A lei então em vigor proibia os membros do Governo de exercer quaisquer outras "funções profissionais, remuneradas ou não". A contratação de Sócrates, conforme consta da lista dos professores da UnI publicada no Diário da República pelo Ministério da Educação, foi feita mediante um "acordo de colaboração".

    Na entrevista em que, no mês passado, tentou esclarecer o seu percurso académico, o primeiro-ministro quis antecipar novas polémicas, referindo-se, por iniciativa própria, à sua colaboração com a UnI.

    Segundo explicou, o reitor convidou-o "para dar aulas" logo após a sua licenciatura. "E eu estava tentado a aceitar. Achava honroso o convite. Depois descobri que não podia dar aulas porque estava impedido por lei", contou, adiantando que havia uma "expressa incompatibilidade de funções entre membros do Governo e qualquer actividade regular de dar aulas".

    Desconsolado com facto de não poder aceitar, o recém-licenciado encontrou a solução que revelou na entrevista: "O que acabei por fazer foi dar uma série de seminários a alunos da cadeira de Ambiente, alunos [que] salvo erro eram do curso de Engenharia Florestal, como forma de ser gentil e atencioso com a UnI."

    A alternativa simpática descoberta por Sócrates pecava, porém, por um problema: era igualmente incompatível com as suas funções governamentais. Isto porque a lei não permite qualquer distinção entre a "actividade regular de dar aulas" e "dar uma série de seminários".

    Expressamente, o que a Lei n.º 64/ 93, com as alterações de 1994, 1995 e 1996, dizia era tão simples quanto isto: "A titularidade dos cargos a que se refere o número anterior [incluindo os de membro do Governo] é incompatível com quaisquer outras funções profissionais, remuneradas ou não."

    E as excepções abertas pela mesma lei para "as actividades de docência no ensino superior" não remuneradas, bem como as que constavam de um outro diploma de 1996 para "a realização de conferências e palestras" remuneradas, aplicavam-se apenas aos "titulares de altos cargos públicos" descritos nessas leis, não se aplicando aos membros do Governo.

    A esta questão da violação da lei das incompatibilidades acresce o facto de, a fazer fé no Departamento do Ensino Superior do Ministério da Educação, a actividade exercida por Sócrates na UnI ter sido mesmo a de "professor convidado".

    Publicada por imperativo legal em 17/10/1997, a "listagem do pessoal docente" daquela universidade incluía, em 31/12/1996, o licenciado José Sócrates Sousa, com a categoria de "professor convidado" e sujeito ao regime contratual do "acordo de colaboração".

    As restantes colunas do mapa não indicam o número de horas semanais de aulas leccionadas e têm em branco o espaço destinado a anotar se o professor tem actividade docente.

    O PÚBLICO não conseguiu esclarecer, junto da UnI e do gabinete do primeiro-ministro, qual a natureza do "acordo de colaboração" em causa, nem qual a remuneração que lhe correspondia. Colocado perante a lei das incompatibilidades e as contradições existentes entre o que Sócrates disse o que consta do Diário da República, o gabinete do primeiro-ministro reagiu assim: "Nada a responder".
    José Sócrates foi professor da Universidade Independente, apesar de a lei o proibir - Política - PUBLICO.PT

    "Depois de brilhante aluno na "Independente", foi convidado para lá dar aulas, e deu, e ninguém reparou na... diferença. Aí, fadista!...
    Para ler no "Público".
    Depois do brilharete em "Inglês Técnico", foi convidado para dar aulas na "Independente", e deu. Há testemunhos de gente que chorava, de tanta sapiência. Não sabia que não podia acumular. Toda a vaidade lhe ditava o espírito de missão: Governante, de dia, "Professor" à noite, e vice-versa, quando para aí acordava virado. Mais um percurso exemplar, um caso de sucesso e uma Nova Oportunidade. Se fosse em Inglaterra, já lhe tinham posto os trapinhos à porta. Aqui, continua a ajeitar o "édredon"."

    By Amélia Gay Cu-Lasso





    Sócrates e o "Conhece-te a ti mesmo"
    Dernière modification par duarte1 ; 14/05/2010 à 14h28.

  5. #45
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    Par défaut Re : CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?

    conheçe te a ti mesmo socrates !



  6. #46
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    Par défaut Re : CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?

    Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo Estou farto de ser roubado. E você? « Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo « Blogues « Página Inicial |


    Estou farto de ser roubado. E você?
    O Bloco Central 'informal' orquestrou mais um roubo fiscal. Sócrates e Passos são incapazes de mexer no problema-chave: a despesa corrente do Estado, isto é, os salários dos 700 mil funcionários públicos.

    Henrique Raposo (Expresso | Notícias de actualidade nacional e internacional, economia, opinião e multimédia)
    9:48 Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

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    I. Os impostos "temporários" apresentados por Sócrates e Passos não vão ser temporários. Porque, para o ano, vamos ter de pagar mais obras, mais PPP, mais brincadeiras de engenharia do sr. engenheiro e do dr. da Mota Engil. Mais: dado que este "pacote" de emergência não ataca o problema central, a despesa corrente do Estado, estes impostos "temporários" serão mais um seguro de vida "permanente" para os direitos adquiridos da nossa simpátia e competente função pública.

    II. O anúncio de redução de salários de 5% nos políticos e gestores públicos não passa de populismo, tal como dizia ontem Miguel Coutinho no DE. Essa redução é financeiramente irrelevante. Acho bem - atenção - que se faça essa redução: em termos simbólicos é necessária (em política, a simbologia conta). Mas em termos financeiros essa redução é uma gota no oceano. E o oceano são os salários dos mais de 700 mil funcionários públicos. Nós temos de reduzir entre 5% (como em Espanha) e 10% (como na Irlanda) os salários da função pública. Não há como fugir a isto.

    III. Os gastos com a função pública e com a Segurança Social estão a dar cabo do país. O país não aguenta estes salários e estas reformas. Chamem-me o que quiserem, mas esta é a realidade factual (não a realidade virtual das ideologias): os direitos da função pública e as reformas actuais estão acima das possibilidades do país. Mais cedo ou mais tarde, o país vai ter de reconhecer isso, e assumir o fim do sonho dos direitos eternamente expansivos.

    IV. Três quartos da despesa do Estado resultam de vencimentos da função pública e de despesas sociais. Não há como fugir a isto. Temos de cortar aqui. A sociedade não pode continuar a ser roubada fiscalmente. É ultrajante continuar a pagar impostos para um Estado que recusa emagrecer.

    PLANO DE AUSTERIDADE PARA PAGAR OS SONHOS DE ALGUMS COMO O TGV
    E OS ERROS DE MUITOS
    Primeiro-ministro "sempre esteve convencido" de que não seria necessário o aumento de impostos. "Com tudo o que aconteceu nos últimos dias" mudou de ideias. Hoje, José Sócrates explicou aos portugueses porquê. (Veja vídeo SIC no final do texto) Clique para visitar o dossiê Aumento de impostos

    pensa e faz o contrario do que pensa...!


    Portugal é um pais com um buraco enorme de dividas que ainda vai ajudar outro pais
    com um buraco mais fundo como a grecia !
    somo o roto a vestir o nu ...
    diz me quais sao as tuas competencias e experiencia em économia e direi quem tu es..


    de tanto pensar baixo diz bem alto o que nao quer dizer


    os seus amigos....
    Imitação:Jardim acusa Sócrates de ser uma «barata mentirosa»



    Sócrates justifica mudança de posição - Expresso.pt

    Palavras-chave impostos José Sócrates Bloco Central Passos Coelho função pública estado direitos adquiridos

    Estou farto de ser roubado. E você? - Expresso.pt


















    Dernière modification par duarte1 ; 14/05/2010 à 15h28.

  7. #47
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    Par défaut Re : CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?








    A NAU PORTUGAL




  8. #48
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    Par défaut Re : CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?

    LA ARBOLE DE LAS PATACAS...


    grandes jogadas fiscais SOPRAQUISTAO E BAROES ASSINALADOS

    Mãe de Sócrates compra casa a um offshore - Património: Imóvel pago sem recurso a crédito

    http://asmentirasdosocrates.blogspot...homem-tem.html
    Blog Archive Mãe de Sócrates compra casa a um offshore - Património: Imóvel pago sem recurso a crédito
    Democracia em Portugal?: Sócrates sócio duma empresa suspeita
    classepolitica: Sócrates, os camaradas e este paraíso à beira-mar plantado


    Empresário no caso da mala de dinheiro foi sócio do Primeiro-Ministro num negócio de bombas de gasolina.

    O empresário socialista Sobral de Sousa, acusado com o social-democrata António Preto no "caso da mala", foi sócio de José Sócrates, Armando Vara e Rui Vieira (dirigente nacional do PS e marido de Edite Estrela) no início dos anos 90.
    Associaram-se na empresa Sovenco, na Amadora,

    e António Manuel Simões Costa, fundador do PS/Lisboa, foi o mentor da empresa que teve vida curta.
    António Preto conheceria Sobral mais tarde, em 1997, e garante: "Nunca me disse que conhecia Sócrates ou Vara". Simões explicou ao "Expresso" como nasceu a Sovenco e o que o aproximou dos demais sócios: "Conheci-os nas campanhas do partido e estivemos todos com Guterres". O partido aproximou-os e Guterres uniu-os. Mas também os haveria de separar. Sócrates, Vara e Rui Vieira prosseguiram a carreira política. O primeiro chegou a líder do partido e do Governo, o segundo foi ministro de Guterres e fez carreira na banca, e Rui Vieira chegou à direcção nacional do PS e a deputado.
    Sobral de Sousa foi conciliando a vida política com a empresarial e dele Manuel Simões lembra-se do primeiro grande negócio: "Um dia veio ter comigo e perguntou-me se queria entrar na compra de um terreno na Figueira da Foz". Simões não se entusiasmou. "Fui burro. Ele e o João (antigo presidente da União de Leiria) já o tinham vendido antes mesmo de o comprar. Não gastaram dinheiro e ganharam 140 mil contos cada".
    Mas o veterano na política era Manuel Simões: "Fui assessor do Ministro do Trabalho Costa Martins em 1975, transitei para o mandato de Marcelo Curto, fui o primeiro dirigente da FAUL" e, garante, se o PS tem uma sede na Buraca a ele o deve: "Fui eu que a comprei" .
    - Amigos do Parlamento -
    Em 1989, ano de fundação da Sovenco, Sócrates e Vara já tinham consolidado uma amizade feita no Parlamento, enquanto deputados. Então porquê esta incursão no mundo empresarial? Simões lembra uma conjugação de factores: "Cavaco Silva governava com maioria absoluta. E, entretanto, os suecos, com quem eu tinha boas relações, sugeriram-me que arranjasse quem representasse os pneus Jislaved e as jantes Ronal".
    Lembrou-se destes sócios por razões diferentes: "Sobral foi o responsável pela implantação do Círculo de Leitores. Vendi-lhes milhares de contos em peças de cristal; Rui Vieira trabalhava numa seguradora em Leiria, onde eu tinha uma fábrica; Sócrates e Vara conhecia-os das campanhas do PS. Éramos todos amigos e próximos de Guterres".
    Pneus, jantes e estações de serviço
    Recorda-se de Sócrates e Vara terem chegado ao pé dele e de lhe terem pedido apoio para darem início a uma vida empresarial. Simões sugeriu que se juntassem a ele na representação dos pneus, de jantes e da compra de terrenos para construção de estações de serviço.

    O negócio foi-se fazendo, ainda que a empresa tenha sido encerrada e todo o seu património integrado numa outra (ANSIEL).

    Mas, diz Simões, Sócrates, Vara e Vieira pouco tempo ficaram.
    "Ao fim de um ano vieram ter comigo e disseram-me que Guterres lhes tinha apresentado um projecto para ganhar o partido. Respondi-lhes que se aceitassem deviam deixar a empresa. Mas tal como entraram sairam, não fizeram um negócio que fosse e o património que havia foi o que ficou". Manuel Simões ficou na empresa e não tem razões de queixa. Com a Dinara, empresa de troféus de cristal faz negócio "com quase todas as autarquias, excepto a da Amadora", apesar de conhecer bem o presidente Joaquim Raposo: "Conheço-o, ainda ele era taxista", diz.
    A amizade com os restantes ficou e Simões caracteriza-os: "Sócrates é decidido, mas incapaz de violar princípios; Vara é voluntarioso e criativo e Sobral um negociante nato que gosta muito de dinheiro".
    Humberto Costa, "Expresso", 12 Novembro 2009
    Publicada por Eco Político em 00:19 0 comentários Hiperligações
    Eco Político: Novembro 2009
    domingo, 8 de Fevereiro de 2009
    Maria Adelaide de Carvalho Monteiro
    Mãe de Sócrates


    Comprou o apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de 224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento declarado nas Finanças referente a uma pensão de 230,14 euros por mês.

    Celestino Monteiro
    Irmão de Júlio Monteiro e tio de José Socrates

    Tem 8,77% da Grão-Pará, VER O CAPITAL SOCIAL DESTA EMPRESA

    Fourni par Google Documents
    Euronext - Perfil do Emitente > Perfil empresa

    detém ainda hoje cerca de nove por cento? das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited

    Le CA par activité se répartit comme suit : - exploitation hôtelière (90,9%) : détention, à fin 2008, de 3 hôtels situés à Vilamoura, à Estoril et à Carvoeiro ; - autres (9,1%).
    Invesmon Limited, 8,77%. - EDEC - Edificações Economicas, 6,04%. - Matur - Soc. Emp. Turisticos da Madeira, 3,33%. - Herdeiros, 2,17% ...

    IMOB CONST (UNITED KINGDOM) : Company shareholders, managers and contact information
    Le Journal des Finances - Portefeuilles Conseils d'investissements en Bourse - IMOB.C GRAO PARA ( - Grande Bretagne) - Socit - Cotations en direct
    Informations, profil de l'entreprise Imob.c Grao Para : Actionnariat, chiffre d'affaire, dirigeants, coordonées

    http://www.graopara.pt/info_mercado/GP_C_21112007.pdf

    através de uma das suas sociedades, com sede nos EUA. Primeiro estas acções pertenceram à Medes Holding LLC, sendo que, em Novembro de 2007, esta vendou as 219 acções à outra sua empresa, a Invesmon Limited.
    titular de empresas em offshore (paraísos fiscais ).

    ISA – Investimentos Imobiliários, Lda. com sede na rua da Bicuda, 241 - 2750 - 682 Cascais, tendo como sócios Júlio Monteiro e seu filho Nuno Miguel Carvalho Monteiro. Nº de Matrícula/NIPC: 502047895

    A empresa ISA foi a grande promotora de um bloco de habitação no Parque das Nações.
    Foi accionista de referência da Grão-Pará, a imobiliária de Fernanda Pires da Silva mas em 1989, Júlio Monteiro vendeu a sua parte nesta imobiliária.


    Dia+Internacional+Contra+a+Corrupção+I.jpg (image)
    Ex-accionistas de referência da Grão-Pará
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário
    Por José António Cerejo
    23.01.2009
    Júlio Eduardo Coelho Monteiro, o meio-irmão da mãe de José Sócrates cuja residência e escritórios foram ontem objecto de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport, tem há muito grandes interesses no sector imobiliário e chegou a ser administrador da Grão-Pará entre 1987 e 1989. Engenheiro mecânico de formação, Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção, parte delas sedeadas em Setúbal, incluindo a ISA, Investimentos Imobiliários, onde a PJ esteve ontem.

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA.

    Nos últimos 20 anos os dois irmãos construíram vários empreendimentos em Setúbal. Júlio Monteiro, através da empresa Farol do Oriente, entretanto integrada na ISA, foi o promotor de um grande bloco de habitação no Parque das Nações que tem o nome da empresa.

    Já nesta década Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas", a que terá estado ligado


    Ex-accionistas de referência da Grão-Pará
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário
    Por José António Cerejo
    23.01.2009
    Júlio Eduardo Coelho Monteiro, o meio-irmão da mãe de José Sócrates cuja residência e escritórios foram ontem objecto de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport, tem há muito grandes interesses no sector imobiliário e chegou a ser administrador da Grão-Pará entre 1987 e 1989. Engenheiro mecânico de formação, Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção, parte delas sedeadas em Setúbal, incluindo a ISA, Investimentos Imobiliários, onde a PJ esteve ontem.

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA.

    Nos últimos 20 anos os dois irmãos construíram vários empreendimentos em Setúbal. Júlio Monteiro, através da empresa Farol do Oriente, entretanto integrada na ISA, foi o promotor de um grande bloco de habitação no Parque das Nações que tem o nome da empresa.

    Já nesta década Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas", a que terá estado ligado

    Ex-accionistas de referência da Grão-Pará
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário
    Por José António Cerejo
    23.01.2009
    Júlio Eduardo Coelho Monteiro, o meio-irmão da mãe de José Sócrates cuja residência e escritórios foram ontem objecto de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport, tem há muito grandes interesses no sector imobiliário e chegou a ser administrador da Grão-Pará entre 1987 e 1989. Engenheiro mecânico de formação, Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção, parte delas sedeadas em Setúbal, incluindo a ISA, Investimentos Imobiliários, onde a PJ esteve ontem.

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA.

    Nos últimos 20 anos os dois irmãos construíram vários empreendimentos em Setúbal. Júlio Monteiro, através da empresa Farol do Oriente, entretanto integrada na ISA, foi o promotor de um grande bloco de habitação no Parque das Nações que tem o nome da empresa.

    Já nesta década Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas", a que terá estado ligado

    PÚBLICO.PT

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas

    depositados 200 mil euros nas contas de Carlos Guerra Foram feitos diversos depósitos, em numerário ou por transferência, durante e após o processo de viabilização do centro comercial, indica o semanário, numa peça assinada pela jornalista Felícia Cabrita.

    Os depósitos totalizaram a quantia de 200 mil euros e “indiciam que poderão ser contrapartidas pecuniárias pelo licenciamento do ‘outlet’ de Alcochete”, indica o semanário

    PÚBLICO.PT

    Celestino Coelho Monteiro movimentou na Bolsa, através da empresa offshore Medes Holdings LLC, pelo menos 503.482.794$00, ou seja 2.511.361,59 euros, com a compra e venda de 809.264 acções, só de Fevereiro a Maio de 2001. Os dados constam dos documentos que foram divulgados na Internet, a que o 24horas teve acesso, e que revelam transacções e compras de um dos tios do primeiro-ministro José Sócrates nos anos de 2000 a 2004. Estes documentos terão desaparecido de uma casa de Celestino Monteiro, em Lisboa (ver ao lado).
    A assessoria de imprensa da Procuradoria- Geral da República esclareceu ao 24horas que, segundo informação do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, "os magistrados que detêm a investigação confirmam que aqueles documentos não pertencem ao processo Freeport". O 24horas tentou contactar várias vezes Celestino Coelho Monteiro, mas sem o conseguir. Nos extractos bancários do BNC Internacional (Cayman) – entidade bancária desactivada em 2006 pelo Banco Popular, que absorveu o Banco Nacional de Crédito – há registo de transacções nos meses de Fevereiro e Março e depois de 2 a 4 de Maio de 2001.
    Mais de 800 mil títulos movimentados
    24horas Newspaper
    Na passada 4ª feira, 11 de Março, Mário Machado avança no Forum Nacional a publicação de 75 páginas de “documentos originais e inéditos, nunca antes revelados e que todos andam à procura, uns para os queimar, outros para subirem nas suas miseráveis vidas de lacaios dos nossos governantes corruptos esquecendo-se deles numa qualquer gaveta à espera que prescrevam!”, respeitantes a vários familiares maternos (tios e primos) de José Sócrates e relativos a transacções e contas offshore que transcendem a centena de milhar de euros em poucos anos(2000 a 2001), envolvendo o então Banco Nacional de Crédito actual Banco Popular.

    Medes Holdings LLC (Wyoming), Banif (Cayman Islands), IFS (British Virgin Islands), BNC Corretora, Grão Pará etc, etc -» 32, 33, 34, 35, 36
    Parte IV

    Medes Holdings LLC (Wyoming) - BNC (Cayman Islands): movimentos de conta e extractos bancários -» 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58, 59, 60, 61, 62, 63, 64, 65, 66, 67, 68
    ALERTA CONSTANTE 2: Celestino Monteiro
    As contas do outro tio rico de Sócrates que foram parar à Internet
    Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário - Sociedade - PUBLICO.PT
    Novabase

    CC&Cª Registos: "Exclusivo Fórum Nacional: Corrupção, offshores, carros de luxo, etc..."




    DOUTORES SEM TITULOS CHEGAM AOS COMANDOS DAS GRANDES EMPRESAS...
    Rui Pedro Soares: o menino de coro chumbou por faltas
    por Inês Cardoso, Publicado em 06 de Março de 2010
    Sem currículo de relevo nem vitórias políticas chegou ao círculo de José Sócrates e ao poder na PT. Na JS foi acusado de traição. Quer escrever um policial
    A imagem de "boy" sem currículo irrita-o e Rui Pedro Soares vai à procura dos galões. Em 1994, no primeiro ano de Gestão, organizou desde seminários a um livro - "A internacionalização da Economia Portuguesa", com prefácio do então ministro do Comércio, Faria de Oliveira. Desistiu do curso no ano seguinte, num acto que admite de "menino mimado", quando foi chumbado por faltas a várias cadeiras.
    De notas, pelo contrário, prefere não falar. "Coisas pessoais" levaram a que, na adolescência, passasse por maus resultados. O Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM) revela o segredo bem escondido: terminou com uma média de 13 discretos valores. Mas um administrador da PT afirma que quando Rui Pedro foi contratado se submeteu a testes psicotécnicos e revelou "uma inteligência geral claramente acima da média".

    Rui Pedro Soares: o menino de coro chumbou por faltas




    o homen de portugal telecom Rui Pedro Oliveira Barroso Soares Assistant of the Socialist * Group at the European Parliament from 1998 until 2000
    XUXAS DA LISTA *
    quando morrer sera enterrado no campo de futebol do club do porto

    como é que gente desta chega aos comandos do pais?

    Rui Pedro Soares - SAPO Vdeos

    RECEBE DE salario e premios: recebeu em 2009, 1,533 milhões de euros de salários, dos quais 1,035 milhões são relativos a remuneração variável e prémios de gestão, anunciou a empresa.

    Segundo o relatório e contas de 2009, divulgados na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o administrador que se demitiu das suas funções este ano, recebeu 586.863 euros, relativo ao triénio de 2006 a 2008, 448.685 euros de remuneração variável e o restante de remuneração fixa

    Fernando Soares Carneiro, também envolvido na questão TVI, e que só entrou para a comissão executiva da operadora em março de 2009, recebeu um salário fixo de 364.100 euros, acrescentando 21.200 euros recebidos nos três meses antes, quando era apenas não executivo.
    AJG.

    Rui Pedro Soares recebeu 1,5 milhões de euros da PT em 2009 - *MSN Notícias. Toda a informação aqui no MSN.


    Ana Gomes põe ainda em causa a própria nomeação de Rui Pedro Soares para o cargo que ocupa: "Eu não sei quem é esse tal Rui Pedro Soares, o boy sem cv que aos 32 anos foi alçado a administrador-executivo da PT pelo Estado, a ganhar escandalosamente mais num ano do que o meu marido ganhou em toda a vida, ao longo de 40 anos como servidor do Estado nos mais altos escalões."
    Garatujar: Rui Pedro Soares é "fraquinho no discernimento", diz Ana Gomes
    Anónimo disse...
    Pelos vistos é sobrinho do Sr. Dr.º Mário Soares - investiguem na Revista Forbes -net ou no Google no comunicado da PT de 2006

    Corporate Executives & Directors Search Directory

    Terça-feira, 16 de Março de 2010
    PT pagou 7 milhões de euros aos administradores em 2009
    Os administradores da Portugal Telecom (PT), incluindo o presidente, Henrique Granadeiro, e o presidente executivo, Zeinal Bava, receberam em salários fixos, variáveis e prémios cerca de 7 milhões de euros em 2009, anunciou a empresa.
    visao 11H32m CET
    IOL Diário - PT: Rui Pedro Soares ganha prémio de 600 mil euros
    EMM News Explorer

    Empresas cotadas dão prémios milionários
    Empresas cotadas dão prémios milionários - Exclusivo CM - Correio da Manhã


    quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010
    quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
    PORTUGAL EMPRESTA À ANGOLA 140 MILHÕES DE EUROS
    Portugal vai emprestar até 140 milhões a Angola - Economia - DN
    Portugal comprometeu-se com o Fundo Monetário Internacional (FMI) a emprestar a Angola até 200 milhões de dólares (cerca de 140 milhões de euros) já em 2010, ao abrigo do megaempréstimo no valor de 2,35 mil milhões de euros organizado pelo Fundo à ex-colónia portuguesa e a entrar nos cofres de Luanda já em Março próximo.
    Contactado pelo DN, o Ministério das Finanças, tutelado por Teixeira dos Santos, recusa - desde a semana passada - confirmar o empréstimo de Portugal ao país africano, bem como a certificar os montantes associados ao crédito, mas Luanda e Brasília confirmam a participação de Lisboa no megaempréstimo. O crédito obrigará Portugal a endividar-se ainda mais no exterior, num contexto de aumento das taxas de juro, para, por sua vez, emprestar ao Governo de Eduardo dos Santos.
    A dívida externa portuguesa ultrapassa os 100% do produto interno bruto (PIB), de acordo com os dados mais recentes do Banco de Portugal, e deverá aumentar nos próximos dois anos, com as casas de rating a a ameaçar Portugal com o aumento das taxas de juro que remuneram a dívida. Em 2009, o desequilíbrio das contas do País com o estrangeiro (défice externo) deverá situar-se em 8,2% do produto e deverá agravar-se este ano para os 9,8% do PIB, o que por si só é o suficiente para aumentar a dívida acumulada dos portugueses ao estrangeiro. Ou seja, Portugal, neste momento, vive à custa das poupança dos estrangeiros, já que tem de contratar empréstimos para pagar o défice externo.
    Mas, apesar disso, de acordo com a ficha técnica do empréstimo a Angola, Portugal, em conjunto com o Brasil, comprometeu-se a participar com 400 milhões de dólares (282 milhões de euros) de um total de 2,35 mil milhões de dólares (1,65 mil milhões de euros) até 2011 concedidos ao abrigo do FMI. Lisboa não "abre o jogo", mas os angolanos afirmam ter "indicações" de que o empréstimo será "dividido" entre Portugal e Brasil.
    O crédito a Angola destina-se a fazer face ao elevado défice externo do país, neste momento com uma grave crise na balança de pagamentos, provocada por uma forte queda nas exportações de ramas petrolíferas e dos respectivos preços em finais de 2008 e 2009. Uma crise na balança de pagamento que já estava, desde o ano passado, a causar problemas financeiros a algumas empresas que realizam negócios com angolanos. De acordo com a revista Exame de Angola, em Junho de 2009, as reservas cambiais de Angola davam somente para pagar 2,75 meses de importações, quando o FMI aponta como óptimo um nível de reservas que sustentem entre "três e seis meses de importações".
    Do total do empréstimo, o FMI atribuirá a Angola 1,4 mil milhões de dólares por um prazo de 27 meses; o Banco Mundial terá a seu cargo outros 400 milhões e os países doadores deverão apoiar com 600 milhões de dólares.
    Ramiro Lopes Andrade: PORTUGAL EMPRESTA À ANGOLA 140 MILHÕES DE EUROS


    Com quem nós estamos metidos...
    Neste Nosso Portugal

    NOS OS SOCIOS
    AUTOCONGRATULAçOES



    Neste Nosso Portugal

    TAMBÉM EU QUERO SER COMUNISTA !!!
    Odete Santos, pasmem

    Declaração de rendimentos da camarada Odete Santos
    Declaração de 2005
    Deputada e Presidente da Assembleia Municipal de Setúbal
    Trabalho dependente - 48.699,48€
    Trabalho Independente - 6.860,19€
    Rendimentos prediais - 1.369,38€
    Património Imobiliário
    - 1 prédio urbano em Setúbal,
    - 1 fracção em Setúbal,
    - 3 prédios rústicos na Guarda,
    - 22 prédios rústico na Guarda
    - Automóveis - 1 ligeiro Lancia.
    - Contas Bancárias :
    Certificados de aforro do Inst.Gestão Financeira no valor =2.400.000 €
    Mais 5 certificados de aforro no valor de:
    300 mil €
    621 mil €
    400 mil €
    1.613.000 €
    391 mil €


    LA ARBOLE DE LAS PATACAS



    Contra+a+Prescrição+de+Crimes+em+Portugal.jpg (image)

  9. #49
    Boeuf duarte1 is an unknown quantity at this point
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    octobre 2007
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    Par défaut Re : CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?

    LA ARBOLE DE LAS PATACAS...


    grandes jogadas fiscais SOPRAQUISTAO E BAROES ASSINALADOS

    Mãe de Sócrates compra casa a um offshore - Património: Imóvel pago sem recurso a crédito

    http://asmentirasdosocrates.blogspot...homem-tem.html
    Blog Archive Mãe de Sócrates compra casa a um offshore - Património: Imóvel pago sem recurso a crédito
    Democracia em Portugal?: Sócrates sócio duma empresa suspeita
    classepolitica: Sócrates, os camaradas e este paraíso à beira-mar plantado


    Empresário no caso da mala de dinheiro foi sócio do Primeiro-Ministro num negócio de bombas de gasolina.

    O empresário socialista Sobral de Sousa, acusado com o social-democrata António Preto no "caso da mala", foi sócio de José Sócrates, Armando Vara e Rui Vieira (dirigente nacional do PS e marido de Edite Estrela) no início dos anos 90.
    Associaram-se na empresa Sovenco, na Amadora,

    e António Manuel Simões Costa, fundador do PS/Lisboa, foi o mentor da empresa que teve vida curta.
    António Preto conheceria Sobral mais tarde, em 1997, e garante: "Nunca me disse que conhecia Sócrates ou Vara". Simões explicou ao "Expresso" como nasceu a Sovenco e o que o aproximou dos demais sócios: "Conheci-os nas campanhas do partido e estivemos todos com Guterres". O partido aproximou-os e Guterres uniu-os. Mas também os haveria de separar. Sócrates, Vara e Rui Vieira prosseguiram a carreira política. O primeiro chegou a líder do partido e do Governo, o segundo foi ministro de Guterres e fez carreira na banca, e Rui Vieira chegou à direcção nacional do PS e a deputado.
    Sobral de Sousa foi conciliando a vida política com a empresarial e dele Manuel Simões lembra-se do primeiro grande negócio: "Um dia veio ter comigo e perguntou-me se queria entrar na compra de um terreno na Figueira da Foz". Simões não se entusiasmou. "Fui burro. Ele e o João (antigo presidente da União de Leiria) já o tinham vendido antes mesmo de o comprar. Não gastaram dinheiro e ganharam 140 mil contos cada".
    Mas o veterano na política era Manuel Simões: "Fui assessor do Ministro do Trabalho Costa Martins em 1975, transitei para o mandato de Marcelo Curto, fui o primeiro dirigente da FAUL" e, garante, se o PS tem uma sede na Buraca a ele o deve: "Fui eu que a comprei" .
    - Amigos do Parlamento -
    Em 1989, ano de fundação da Sovenco, Sócrates e Vara já tinham consolidado uma amizade feita no Parlamento, enquanto deputados. Então porquê esta incursão no mundo empresarial? Simões lembra uma conjugação de factores: "Cavaco Silva governava com maioria absoluta. E, entretanto, os suecos, com quem eu tinha boas relações, sugeriram-me que arranjasse quem representasse os pneus Jislaved e as jantes Ronal".
    Lembrou-se destes sócios por razões diferentes: "Sobral foi o responsável pela implantação do Círculo de Leitores. Vendi-lhes milhares de contos em peças de cristal; Rui Vieira trabalhava numa seguradora em Leiria, onde eu tinha uma fábrica; Sócrates e Vara conhecia-os das campanhas do PS. Éramos todos amigos e próximos de Guterres".
    Pneus, jantes e estações de serviço
    Recorda-se de Sócrates e Vara terem chegado ao pé dele e de lhe terem pedido apoio para darem início a uma vida empresarial. Simões sugeriu que se juntassem a ele na representação dos pneus, de jantes e da compra de terrenos para construção de estações de serviço.

    O negócio foi-se fazendo, ainda que a empresa tenha sido encerrada e todo o seu património integrado numa outra (ANSIEL).

    Mas, diz Simões, Sócrates, Vara e Vieira pouco tempo ficaram.
    "Ao fim de um ano vieram ter comigo e disseram-me que Guterres lhes tinha apresentado um projecto para ganhar o partido. Respondi-lhes que se aceitassem deviam deixar a empresa. Mas tal como entraram sairam, não fizeram um negócio que fosse e o património que havia foi o que ficou". Manuel Simões ficou na empresa e não tem razões de queixa. Com a Dinara, empresa de troféus de cristal faz negócio "com quase todas as autarquias, excepto a da Amadora", apesar de conhecer bem o presidente Joaquim Raposo: "Conheço-o, ainda ele era taxista", diz.
    A amizade com os restantes ficou e Simões caracteriza-os: "Sócrates é decidido, mas incapaz de violar princípios; Vara é voluntarioso e criativo e Sobral um negociante nato que gosta muito de dinheiro".
    Humberto Costa, "Expresso", 12 Novembro 2009
    Publicada por Eco Político em 00:19 0 comentários Hiperligações
    Eco Político: Novembro 2009
    domingo, 8 de Fevereiro de 2009
    Maria Adelaide de Carvalho Monteiro
    Mãe de Sócrates


    Comprou o apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de 224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento declarado nas Finanças referente a uma pensão de 230,14 euros por mês.

    Celestino Monteiro
    Irmão de Júlio Monteiro e tio de José Socrates

    Tem 8,77% da Grão-Pará, VER O CAPITAL SOCIAL DESTA EMPRESA

    Fourni par Google Documents
    Euronext - Perfil do Emitente > Perfil empresa

    detém ainda hoje cerca de nove por cento? das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited

    Le CA par activité se répartit comme suit : - exploitation hôtelière (90,9%) : détention, à fin 2008, de 3 hôtels situés à Vilamoura, à Estoril et à Carvoeiro ; - autres (9,1%).
    Invesmon Limited, 8,77%. - EDEC - Edificações Economicas, 6,04%. - Matur - Soc. Emp. Turisticos da Madeira, 3,33%. - Herdeiros, 2,17% ...

    IMOB CONST (UNITED KINGDOM) : Company shareholders, managers and contact information
    Le Journal des Finances - Portefeuilles Conseils d'investissements en Bourse - IMOB.C GRAO PARA ( - Grande Bretagne) - Socit - Cotations en direct
    Informations, profil de l'entreprise Imob.c Grao Para : Actionnariat, chiffre d'affaire, dirigeants, coordonées

    http://www.graopara.pt/info_mercado/GP_C_21112007.pdf

    através de uma das suas sociedades, com sede nos EUA. Primeiro estas acções pertenceram à Medes Holding LLC, sendo que, em Novembro de 2007, esta vendou as 219 acções à outra sua empresa, a Invesmon Limited.
    titular de empresas em offshore (paraísos fiscais ).

    ISA – Investimentos Imobiliários, Lda. com sede na rua da Bicuda, 241 - 2750 - 682 Cascais, tendo como sócios Júlio Monteiro e seu filho Nuno Miguel Carvalho Monteiro. Nº de Matrícula/NIPC: 502047895

    A empresa ISA foi a grande promotora de um bloco de habitação no Parque das Nações.
    Foi accionista de referência da Grão-Pará, a imobiliária de Fernanda Pires da Silva mas em 1989, Júlio Monteiro vendeu a sua parte nesta imobiliária.


    Dia+Internacional+Contra+a+Corrupção+I.jpg (image)
    Ex-accionistas de referência da Grão-Pará
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário
    Por José António Cerejo
    23.01.2009
    Júlio Eduardo Coelho Monteiro, o meio-irmão da mãe de José Sócrates cuja residência e escritórios foram ontem objecto de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport, tem há muito grandes interesses no sector imobiliário e chegou a ser administrador da Grão-Pará entre 1987 e 1989. Engenheiro mecânico de formação, Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção, parte delas sedeadas em Setúbal, incluindo a ISA, Investimentos Imobiliários, onde a PJ esteve ontem.

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA.

    Nos últimos 20 anos os dois irmãos construíram vários empreendimentos em Setúbal. Júlio Monteiro, através da empresa Farol do Oriente, entretanto integrada na ISA, foi o promotor de um grande bloco de habitação no Parque das Nações que tem o nome da empresa.

    Já nesta década Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas", a que terá estado ligado


    Ex-accionistas de referência da Grão-Pará
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário
    Por José António Cerejo
    23.01.2009
    Júlio Eduardo Coelho Monteiro, o meio-irmão da mãe de José Sócrates cuja residência e escritórios foram ontem objecto de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport, tem há muito grandes interesses no sector imobiliário e chegou a ser administrador da Grão-Pará entre 1987 e 1989. Engenheiro mecânico de formação, Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção, parte delas sedeadas em Setúbal, incluindo a ISA, Investimentos Imobiliários, onde a PJ esteve ontem.

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA.

    Nos últimos 20 anos os dois irmãos construíram vários empreendimentos em Setúbal. Júlio Monteiro, através da empresa Farol do Oriente, entretanto integrada na ISA, foi o promotor de um grande bloco de habitação no Parque das Nações que tem o nome da empresa.

    Já nesta década Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas", a que terá estado ligado

    Ex-accionistas de referência da Grão-Pará
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário
    Por José António Cerejo
    23.01.2009
    Júlio Eduardo Coelho Monteiro, o meio-irmão da mãe de José Sócrates cuja residência e escritórios foram ontem objecto de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport, tem há muito grandes interesses no sector imobiliário e chegou a ser administrador da Grão-Pará entre 1987 e 1989. Engenheiro mecânico de formação, Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção, parte delas sedeadas em Setúbal, incluindo a ISA, Investimentos Imobiliários, onde a PJ esteve ontem.

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA.

    Nos últimos 20 anos os dois irmãos construíram vários empreendimentos em Setúbal. Júlio Monteiro, através da empresa Farol do Oriente, entretanto integrada na ISA, foi o promotor de um grande bloco de habitação no Parque das Nações que tem o nome da empresa.

    Já nesta década Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas", a que terá estado ligado

    PÚBLICO.PT

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas

    depositados 200 mil euros nas contas de Carlos Guerra Foram feitos diversos depósitos, em numerário ou por transferência, durante e após o processo de viabilização do centro comercial, indica o semanário, numa peça assinada pela jornalista Felícia Cabrita.

    Os depósitos totalizaram a quantia de 200 mil euros e “indiciam que poderão ser contrapartidas pecuniárias pelo licenciamento do ‘outlet’ de Alcochete”, indica o semanário

    PÚBLICO.PT

    Celestino Coelho Monteiro movimentou na Bolsa, através da empresa offshore Medes Holdings LLC, pelo menos 503.482.794$00, ou seja 2.511.361,59 euros, com a compra e venda de 809.264 acções, só de Fevereiro a Maio de 2001. Os dados constam dos documentos que foram divulgados na Internet, a que o 24horas teve acesso, e que revelam transacções e compras de um dos tios do primeiro-ministro José Sócrates nos anos de 2000 a 2004. Estes documentos terão desaparecido de uma casa de Celestino Monteiro, em Lisboa (ver ao lado).
    A assessoria de imprensa da Procuradoria- Geral da República esclareceu ao 24horas que, segundo informação do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, "os magistrados que detêm a investigação confirmam que aqueles documentos não pertencem ao processo Freeport". O 24horas tentou contactar várias vezes Celestino Coelho Monteiro, mas sem o conseguir. Nos extractos bancários do BNC Internacional (Cayman) – entidade bancária desactivada em 2006 pelo Banco Popular, que absorveu o Banco Nacional de Crédito – há registo de transacções nos meses de Fevereiro e Março e depois de 2 a 4 de Maio de 2001.
    Mais de 800 mil títulos movimentados
    24horas Newspaper
    Na passada 4ª feira, 11 de Março, Mário Machado avança no Forum Nacional a publicação de 75 páginas de “documentos originais e inéditos, nunca antes revelados e que todos andam à procura, uns para os queimar, outros para subirem nas suas miseráveis vidas de lacaios dos nossos governantes corruptos esquecendo-se deles numa qualquer gaveta à espera que prescrevam!”, respeitantes a vários familiares maternos (tios e primos) de José Sócrates e relativos a transacções e contas offshore que transcendem a centena de milhar de euros em poucos anos(2000 a 2001), envolvendo o então Banco Nacional de Crédito actual Banco Popular.

    Medes Holdings LLC (Wyoming), Banif (Cayman Islands), IFS (British Virgin Islands), BNC Corretora, Grão Pará etc, etc -» 32, 33, 34, 35, 36
    Parte IV

    Medes Holdings LLC (Wyoming) - BNC (Cayman Islands): movimentos de conta e extractos bancários -» 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58, 59, 60, 61, 62, 63, 64, 65, 66, 67, 68
    ALERTA CONSTANTE 2: Celestino Monteiro
    As contas do outro tio rico de Sócrates que foram parar à Internet
    Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário - Sociedade - PUBLICO.PT
    Novabase

    CC&Cª Registos: "Exclusivo Fórum Nacional: Corrupção, offshores, carros de luxo, etc..."




    DOUTORES SEM TITULOS CHEGAM AOS COMANDOS DAS GRANDES EMPRESAS...
    Rui Pedro Soares: o menino de coro chumbou por faltas
    por Inês Cardoso, Publicado em 06 de Março de 2010
    Sem currículo de relevo nem vitórias políticas chegou ao círculo de José Sócrates e ao poder na PT. Na JS foi acusado de traição. Quer escrever um policial
    A imagem de "boy" sem currículo irrita-o e Rui Pedro Soares vai à procura dos galões. Em 1994, no primeiro ano de Gestão, organizou desde seminários a um livro - "A internacionalização da Economia Portuguesa", com prefácio do então ministro do Comércio, Faria de Oliveira. Desistiu do curso no ano seguinte, num acto que admite de "menino mimado", quando foi chumbado por faltas a várias cadeiras.
    De notas, pelo contrário, prefere não falar. "Coisas pessoais" levaram a que, na adolescência, passasse por maus resultados. O Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM) revela o segredo bem escondido: terminou com uma média de 13 discretos valores. Mas um administrador da PT afirma que quando Rui Pedro foi contratado se submeteu a testes psicotécnicos e revelou "uma inteligência geral claramente acima da média".

    Rui Pedro Soares: o menino de coro chumbou por faltas




    o homen de portugal telecom Rui Pedro Oliveira Barroso Soares Assistant of the Socialist * Group at the European Parliament from 1998 until 2000
    XUXAS DA LISTA *
    quando morrer sera enterrado no campo de futebol do club do porto

    como é que gente desta chega aos comandos do pais?

    Rui Pedro Soares - SAPO Vdeos

    RECEBE DE salario e premios: recebeu em 2009, 1,533 milhões de euros de salários, dos quais 1,035 milhões são relativos a remuneração variável e prémios de gestão, anunciou a empresa.

    Segundo o relatório e contas de 2009, divulgados na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o administrador que se demitiu das suas funções este ano, recebeu 586.863 euros, relativo ao triénio de 2006 a 2008, 448.685 euros de remuneração variável e o restante de remuneração fixa

    Fernando Soares Carneiro, também envolvido na questão TVI, e que só entrou para a comissão executiva da operadora em março de 2009, recebeu um salário fixo de 364.100 euros, acrescentando 21.200 euros recebidos nos três meses antes, quando era apenas não executivo.
    AJG.

    Rui Pedro Soares recebeu 1,5 milhões de euros da PT em 2009 - *MSN Notícias. Toda a informação aqui no MSN.


    Ana Gomes põe ainda em causa a própria nomeação de Rui Pedro Soares para o cargo que ocupa: "Eu não sei quem é esse tal Rui Pedro Soares, o boy sem cv que aos 32 anos foi alçado a administrador-executivo da PT pelo Estado, a ganhar escandalosamente mais num ano do que o meu marido ganhou em toda a vida, ao longo de 40 anos como servidor do Estado nos mais altos escalões."
    Garatujar: Rui Pedro Soares é "fraquinho no discernimento", diz Ana Gomes
    Anónimo disse...
    Pelos vistos é sobrinho do Sr. Dr.º Mário Soares - investiguem na Revista Forbes -net ou no Google no comunicado da PT de 2006

    Corporate Executives & Directors Search Directory

    Terça-feira, 16 de Março de 2010
    PT pagou 7 milhões de euros aos administradores em 2009
    Os administradores da Portugal Telecom (PT), incluindo o presidente, Henrique Granadeiro, e o presidente executivo, Zeinal Bava, receberam em salários fixos, variáveis e prémios cerca de 7 milhões de euros em 2009, anunciou a empresa.
    visao 11H32m CET
    IOL Diário - PT: Rui Pedro Soares ganha prémio de 600 mil euros
    EMM News Explorer

    Empresas cotadas dão prémios milionários
    Empresas cotadas dão prémios milionários - Exclusivo CM - Correio da Manhã


    quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010
    quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
    PORTUGAL EMPRESTA À ANGOLA 140 MILHÕES DE EUROS
    Portugal vai emprestar até 140 milhões a Angola - Economia - DN
    Portugal comprometeu-se com o Fundo Monetário Internacional (FMI) a emprestar a Angola até 200 milhões de dólares (cerca de 140 milhões de euros) já em 2010, ao abrigo do megaempréstimo no valor de 2,35 mil milhões de euros organizado pelo Fundo à ex-colónia portuguesa e a entrar nos cofres de Luanda já em Março próximo.
    Contactado pelo DN, o Ministério das Finanças, tutelado por Teixeira dos Santos, recusa - desde a semana passada - confirmar o empréstimo de Portugal ao país africano, bem como a certificar os montantes associados ao crédito, mas Luanda e Brasília confirmam a participação de Lisboa no megaempréstimo. O crédito obrigará Portugal a endividar-se ainda mais no exterior, num contexto de aumento das taxas de juro, para, por sua vez, emprestar ao Governo de Eduardo dos Santos.
    A dívida externa portuguesa ultrapassa os 100% do produto interno bruto (PIB), de acordo com os dados mais recentes do Banco de Portugal, e deverá aumentar nos próximos dois anos, com as casas de rating a a ameaçar Portugal com o aumento das taxas de juro que remuneram a dívida. Em 2009, o desequilíbrio das contas do País com o estrangeiro (défice externo) deverá situar-se em 8,2% do produto e deverá agravar-se este ano para os 9,8% do PIB, o que por si só é o suficiente para aumentar a dívida acumulada dos portugueses ao estrangeiro. Ou seja, Portugal, neste momento, vive à custa das poupança dos estrangeiros, já que tem de contratar empréstimos para pagar o défice externo.
    Mas, apesar disso, de acordo com a ficha técnica do empréstimo a Angola, Portugal, em conjunto com o Brasil, comprometeu-se a participar com 400 milhões de dólares (282 milhões de euros) de um total de 2,35 mil milhões de dólares (1,65 mil milhões de euros) até 2011 concedidos ao abrigo do FMI. Lisboa não "abre o jogo", mas os angolanos afirmam ter "indicações" de que o empréstimo será "dividido" entre Portugal e Brasil.
    O crédito a Angola destina-se a fazer face ao elevado défice externo do país, neste momento com uma grave crise na balança de pagamentos, provocada por uma forte queda nas exportações de ramas petrolíferas e dos respectivos preços em finais de 2008 e 2009. Uma crise na balança de pagamento que já estava, desde o ano passado, a causar problemas financeiros a algumas empresas que realizam negócios com angolanos. De acordo com a revista Exame de Angola, em Junho de 2009, as reservas cambiais de Angola davam somente para pagar 2,75 meses de importações, quando o FMI aponta como óptimo um nível de reservas que sustentem entre "três e seis meses de importações".
    Do total do empréstimo, o FMI atribuirá a Angola 1,4 mil milhões de dólares por um prazo de 27 meses; o Banco Mundial terá a seu cargo outros 400 milhões e os países doadores deverão apoiar com 600 milhões de dólares.
    Ramiro Lopes Andrade: PORTUGAL EMPRESTA À ANGOLA 140 MILHÕES DE EUROS


    Com quem nós estamos metidos...
    Neste Nosso Portugal

    NOS OS SOCIOS
    AUTOCONGRATULAçOES



    Neste Nosso Portugal

    TAMBÉM EU QUERO SER COMUNISTA !!!
    Odete Santos, pasmem

    Declaração de rendimentos da camarada Odete Santos
    Declaração de 2005
    Deputada e Presidente da Assembleia Municipal de Setúbal
    Trabalho dependente - 48.699,48€
    Trabalho Independente - 6.860,19€
    Rendimentos prediais - 1.369,38€
    Património Imobiliário
    - 1 prédio urbano em Setúbal,
    - 1 fracção em Setúbal,
    - 3 prédios rústicos na Guarda,
    - 22 prédios rústico na Guarda
    - Automóveis - 1 ligeiro Lancia.
    - Contas Bancárias :
    Certificados de aforro do Inst.Gestão Financeira no valor =2.400.000 €
    Mais 5 certificados de aforro no valor de:
    300 mil €
    621 mil €
    400 mil €
    1.613.000 €
    391 mil €


    LA ARBOLE DE LAS PATACAS



    Contra+a+Prescrição+de+Crimes+em+Portugal.jpg (image)

  10. #50
    Boeuf duarte1 is an unknown quantity at this point
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    Par défaut Re : CEUX QUI REPRESENTENT L'ETAT OU PROTEGENT LES CITOYENS SONT T'ILS HONNETES?

    PERCEBERAM?
    ACIMA DO COMBATE
    E EM NOME DA VERDADE....
    para mim tanto faz
    Grande Loja do Queijo Limiano
    Deputados+2.jpg (image)
    deputados+4.jpg (image)


    Mãe de Sócrates compra casa a um offshore - Património: Imóvel pago sem recurso a crédito

    http://asmentirasdosocrates.blogspot...homem-tem.html
    Blog Archive Mãe de Sócrates compra casa a um offshore - Património: Imóvel pago sem recurso a crédito
    Democracia em Portugal?: Sócrates sócio duma empresa suspeita
    classepolitica: Sócrates, os camaradas e este paraíso à beira-mar plantado


    Empresário no caso da mala de dinheiro foi sócio do Primeiro-Ministro num negócio de bombas de gasolina.

    O empresário socialista Sobral de Sousa, acusado com o social-democrata António Preto no "caso da mala", foi sócio de José Sócrates, Armando Vara e Rui Vieira (dirigente nacional do PS e marido de Edite Estrela) no início dos anos 90.
    Associaram-se na empresa Sovenco, na Amadora,

    e António Manuel Simões Costa, fundador do PS/Lisboa, foi o mentor da empresa que teve vida curta.
    António Preto conheceria Sobral mais tarde, em 1997, e garante: "Nunca me disse que conhecia Sócrates ou Vara". Simões explicou ao "Expresso" como nasceu a Sovenco e o que o aproximou dos demais sócios: "Conheci-os nas campanhas do partido e estivemos todos com Guterres". O partido aproximou-os e Guterres uniu-os. Mas também os haveria de separar. Sócrates, Vara e Rui Vieira prosseguiram a carreira política. O primeiro chegou a líder do partido e do Governo, o segundo foi ministro de Guterres e fez carreira na banca, e Rui Vieira chegou à direcção nacional do PS e a deputado.
    Sobral de Sousa foi conciliando a vida política com a empresarial e dele Manuel Simões lembra-se do primeiro grande negócio: "Um dia veio ter comigo e perguntou-me se queria entrar na compra de um terreno na Figueira da Foz". Simões não se entusiasmou. "Fui burro. Ele e o João (antigo presidente da União de Leiria) já o tinham vendido antes mesmo de o comprar. Não gastaram dinheiro e ganharam 140 mil contos cada".
    Mas o veterano na política era Manuel Simões: "Fui assessor do Ministro do Trabalho Costa Martins em 1975, transitei para o mandato de Marcelo Curto, fui o primeiro dirigente da FAUL" e, garante, se o PS tem uma sede na Buraca a ele o deve: "Fui eu que a comprei" .
    - Amigos do Parlamento -
    Em 1989, ano de fundação da Sovenco, Sócrates e Vara já tinham consolidado uma amizade feita no Parlamento, enquanto deputados. Então porquê esta incursão no mundo empresarial? Simões lembra uma conjugação de factores: "Cavaco Silva governava com maioria absoluta. E, entretanto, os suecos, com quem eu tinha boas relações, sugeriram-me que arranjasse quem representasse os pneus Jislaved e as jantes Ronal".
    Lembrou-se destes sócios por razões diferentes: "Sobral foi o responsável pela implantação do Círculo de Leitores. Vendi-lhes milhares de contos em peças de cristal; Rui Vieira trabalhava numa seguradora em Leiria, onde eu tinha uma fábrica; Sócrates e Vara conhecia-os das campanhas do PS. Éramos todos amigos e próximos de Guterres".
    Pneus, jantes e estações de serviço
    Recorda-se de Sócrates e Vara terem chegado ao pé dele e de lhe terem pedido apoio para darem início a uma vida empresarial. Simões sugeriu que se juntassem a ele na representação dos pneus, de jantes e da compra de terrenos para construção de estações de serviço.

    O negócio foi-se fazendo, ainda que a empresa tenha sido encerrada e todo o seu património integrado numa outra (ANSIEL).

    Mas, diz Simões, Sócrates, Vara e Vieira pouco tempo ficaram.
    "Ao fim de um ano vieram ter comigo e disseram-me que Guterres lhes tinha apresentado um projecto para ganhar o partido. Respondi-lhes que se aceitassem deviam deixar a empresa. Mas tal como entraram sairam, não fizeram um negócio que fosse e o património que havia foi o que ficou". Manuel Simões ficou na empresa e não tem razões de queixa. Com a Dinara, empresa de troféus de cristal faz negócio "com quase todas as autarquias, excepto a da Amadora", apesar de conhecer bem o presidente Joaquim Raposo: "Conheço-o, ainda ele era taxista", diz.
    A amizade com os restantes ficou e Simões caracteriza-os: "Sócrates é decidido, mas incapaz de violar princípios; Vara é voluntarioso e criativo e Sobral um negociante nato que gosta muito de dinheiro".
    Humberto Costa, "Expresso", 12 Novembro 2009
    Publicada por Eco Político em 00:19 0 comentários Hiperligações
    Eco Político: Novembro 2009
    domingo, 8 de Fevereiro de 2009
    Maria Adelaide de Carvalho Monteiro
    Mãe de Sócrates


    Comprou o apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de 224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento declarado nas Finanças referente a uma pensão de 230,14 euros por mês.

    Celestino Monteiro
    Irmão de Júlio Monteiro e tio de José Socrates

    Tem 8,77% da Grão-Pará, VER O CAPITAL SOCIAL DESTA EMPRESA

    Fourni par Google Documents
    Euronext - Perfil do Emitente > Perfil empresa

    detém ainda hoje cerca de nove por cento? das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited

    Le CA par activité se répartit comme suit : - exploitation hôtelière (90,9%) : détention, à fin 2008, de 3 hôtels situés à Vilamoura, à Estoril et à Carvoeiro ; - autres (9,1%).
    Invesmon Limited, 8,77%. - EDEC - Edificações Economicas, 6,04%. - Matur - Soc. Emp. Turisticos da Madeira, 3,33%. - Herdeiros, 2,17% ...

    IMOB CONST (UNITED KINGDOM) : Company shareholders, managers and contact information
    Le Journal des Finances - Portefeuilles Conseils d'investissements en Bourse - IMOB.C GRAO PARA ( - Grande Bretagne) - Socit - Cotations en direct
    Informations, profil de l'entreprise Imob.c Grao Para : Actionnariat, chiffre d'affaire, dirigeants, coordonées

    http://www.graopara.pt/info_mercado/GP_C_21112007.pdf

    através de uma das suas sociedades, com sede nos EUA. Primeiro estas acções pertenceram à Medes Holding LLC, sendo que, em Novembro de 2007, esta vendou as 219 acções à outra sua empresa, a Invesmon Limited.
    titular de empresas em offshore (paraísos fiscais ).

    ISA – Investimentos Imobiliários, Lda. com sede na rua da Bicuda, 241 - 2750 - 682 Cascais, tendo como sócios Júlio Monteiro e seu filho Nuno Miguel Carvalho Monteiro. Nº de Matrícula/NIPC: 502047895

    A empresa ISA foi a grande promotora de um bloco de habitação no Parque das Nações.
    Foi accionista de referência da Grão-Pará, a imobiliária de Fernanda Pires da Silva mas em 1989, Júlio Monteiro vendeu a sua parte nesta imobiliária.


    Dia+Internacional+Contra+a+Corrupção+I.jpg (image)
    Ex-accionistas de referência da Grão-Pará
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário
    Por José António Cerejo
    23.01.2009
    Júlio Eduardo Coelho Monteiro, o meio-irmão da mãe de José Sócrates cuja residência e escritórios foram ontem objecto de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport, tem há muito grandes interesses no sector imobiliário e chegou a ser administrador da Grão-Pará entre 1987 e 1989. Engenheiro mecânico de formação, Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção, parte delas sedeadas em Setúbal, incluindo a ISA, Investimentos Imobiliários, onde a PJ esteve ontem.

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA.

    Nos últimos 20 anos os dois irmãos construíram vários empreendimentos em Setúbal. Júlio Monteiro, através da empresa Farol do Oriente, entretanto integrada na ISA, foi o promotor de um grande bloco de habitação no Parque das Nações que tem o nome da empresa.

    Já nesta década Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas", a que terá estado ligado


    Ex-accionistas de referência da Grão-Pará
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário
    Por José António Cerejo
    23.01.2009
    Júlio Eduardo Coelho Monteiro, o meio-irmão da mãe de José Sócrates cuja residência e escritórios foram ontem objecto de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport, tem há muito grandes interesses no sector imobiliário e chegou a ser administrador da Grão-Pará entre 1987 e 1989. Engenheiro mecânico de formação, Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção, parte delas sedeadas em Setúbal, incluindo a ISA, Investimentos Imobiliários, onde a PJ esteve ontem.

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA.

    Nos últimos 20 anos os dois irmãos construíram vários empreendimentos em Setúbal. Júlio Monteiro, através da empresa Farol do Oriente, entretanto integrada na ISA, foi o promotor de um grande bloco de habitação no Parque das Nações que tem o nome da empresa.

    Já nesta década Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas", a que terá estado ligado

    Ex-accionistas de referência da Grão-Pará
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário
    Por José António Cerejo
    23.01.2009
    Júlio Eduardo Coelho Monteiro, o meio-irmão da mãe de José Sócrates cuja residência e escritórios foram ontem objecto de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport, tem há muito grandes interesses no sector imobiliário e chegou a ser administrador da Grão-Pará entre 1987 e 1989. Engenheiro mecânico de formação, Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção, parte delas sedeadas em Setúbal, incluindo a ISA, Investimentos Imobiliários, onde a PJ esteve ontem.

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA.

    Nos últimos 20 anos os dois irmãos construíram vários empreendimentos em Setúbal. Júlio Monteiro, através da empresa Farol do Oriente, entretanto integrada na ISA, foi o promotor de um grande bloco de habitação no Parque das Nações que tem o nome da empresa.

    Já nesta década Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas", a que terá estado ligado

    PÚBLICO.PT

    Alguns dos negócios de Júlio Monteiro foram desenvolvidos em sociedade com um irmão, Celestino Monteiro, com o qual teve várias empresas, incluindo a imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade. Os dois meios-tios do primeiro-ministro foram accionistas de referência na imobiliária Grão-Pará, mas enquanto Júlio Monteiro vendeu a sua participação em 1989, deixando a administração, o irmão detém ainda hoje cerca de nove por cento das acções da empresa, através das sociedades Invesmon Limited e Medes Holding LLC, esta matriculada nos EUA

    O empresário afirmou ontem ao semanário Sol que a polícia levou diversa documentação, nomeadamente relativa a off-shores antigas

    depositados 200 mil euros nas contas de Carlos Guerra Foram feitos diversos depósitos, em numerário ou por transferência, durante e após o processo de viabilização do centro comercial, indica o semanário, numa peça assinada pela jornalista Felícia Cabrita.

    Os depósitos totalizaram a quantia de 200 mil euros e “indiciam que poderão ser contrapartidas pecuniárias pelo licenciamento do ‘outlet’ de Alcochete”, indica o semanário

    PÚBLICO.PT

    Celestino Coelho Monteiro movimentou na Bolsa, através da empresa offshore Medes Holdings LLC, pelo menos 503.482.794$00, ou seja 2.511.361,59 euros, com a compra e venda de 809.264 acções, só de Fevereiro a Maio de 2001. Os dados constam dos documentos que foram divulgados na Internet, a que o 24horas teve acesso, e que revelam transacções e compras de um dos tios do primeiro-ministro José Sócrates nos anos de 2000 a 2004. Estes documentos terão desaparecido de uma casa de Celestino Monteiro, em Lisboa (ver ao lado).
    A assessoria de imprensa da Procuradoria- Geral da República esclareceu ao 24horas que, segundo informação do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, "os magistrados que detêm a investigação confirmam que aqueles documentos não pertencem ao processo Freeport". O 24horas tentou contactar várias vezes Celestino Coelho Monteiro, mas sem o conseguir. Nos extractos bancários do BNC Internacional (Cayman) – entidade bancária desactivada em 2006 pelo Banco Popular, que absorveu o Banco Nacional de Crédito – há registo de transacções nos meses de Fevereiro e Março e depois de 2 a 4 de Maio de 2001.
    Mais de 800 mil títulos movimentados
    24horas Newspaper
    Na passada 4ª feira, 11 de Março, Mário Machado avança no Forum Nacional a publicação de 75 páginas de “documentos originais e inéditos, nunca antes revelados e que todos andam à procura, uns para os queimar, outros para subirem nas suas miseráveis vidas de lacaios dos nossos governantes corruptos esquecendo-se deles numa qualquer gaveta à espera que prescrevam!”, respeitantes a vários familiares maternos (tios e primos) de José Sócrates e relativos a transacções e contas offshore que transcendem a centena de milhar de euros em poucos anos(2000 a 2001), envolvendo o então Banco Nacional de Crédito actual Banco Popular.

    Medes Holdings LLC (Wyoming), Banif (Cayman Islands), IFS (British Virgin Islands), BNC Corretora, Grão Pará etc, etc -» 32, 33, 34, 35, 36
    Parte IV

    Medes Holdings LLC (Wyoming) - BNC (Cayman Islands): movimentos de conta e extractos bancários -» 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58, 59, 60, 61, 62, 63, 64, 65, 66, 67, 68
    ALERTA CONSTANTE 2: Celestino Monteiro
    As contas do outro tio rico de Sócrates que foram parar à Internet
    Júlio Monteiro, que é apontado por quem o conhece como um "homem muito rico", criou a IGU - Investimentos e Gestão Urbanística, que dissolveu em Novembro passado. Actualmente, o empresário partilha o capital da ISA com um filho, mas a actividade da sociedade, com sede na Av. Rodrigues Manito, em Setúbal, apresenta-se como residual, com um volume de vendas de 34.108 euros em 2007. Juntamente com o filho, Júlio Monteiro detém também a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motas sedeada em Cascais, onde ambos residem.
    Os tios de Sócrates no sector imobiliário - Sociedade - PUBLICO.PT
    Novabase

    CC&Cª Registos: "Exclusivo Fórum Nacional: Corrupção, offshores, carros de luxo, etc..."




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