A escultura deste período surge intimamente ligada à arquitectura, quer nas decorações de colunas e paredes, quer nos portais ou na tumulária.
Destacamos as obras dos escultores João de Castilho (portal principal dos Jerónimos, casa do Capítulo no convento de Cristo, em Tomar), Nicolau Chanterenne (portal sul dos Jerónimos, muitos trabalhos em Coimbra, retábulo da Pena, em Sintra), João de Ruão (com vasta obra e que deixou escola entre os artistas portugueses), Hodarte, Diogo Pires, o Jovem, Diogo de Castilho e Tomé Velho (capela de S. Teotónio, na sala do Capítulo de Santa Cruz de Coimbra).