A Casa da Guiné, a Casa da Mina e a Casa da India -
23/11/2007, 23h59
Integrados no circuito comercial que o Estado comerciante geria, e para controlar as transacções dos produtos que eram monopólio da Coroa ou dos que pagavam o «quinto», exis-tiam em Lisboa armazéns reais onde os funcionários régios (feitor, oureiro, escrivães, etc.) descarregavam, arrolavam e controlavam esses produtos. Só depois dessas operações estes podiam ser transportados para a feitoria da Flandres, em Antuérpia e colocados nos mercados europeus.
Esses armazéns tiveram diversas denominações, segundo o lugar de origem dos produtos. A partir de 1503, passou a aparecer a denominação de Casa da Índia para os designar.
A Casa da Índia foi-se individualizando das anteriores casas da Guiné e da Mina.