As primeiras recolhas de informação sobre as novas plantas das terras descobertas não foram feitas de modo sistemático, mas fornecem-nos informações preciosas sobre plantas que serão posteriormente aproveitadas na alimentação ou no fabrico de medicamentos. Dessa fase é o Tratado das Drogas da Índia (1516-1534), de Tomé Pires e Simão Álvares. Numa segunda fase, surge o tratamento erudito e humanista das plantas e das suas aplicações, com Amato Lusitano e Garcia de Orta. Directamente relacionada com a botânica e com a farmacopeia, a medicina busca nas novas plantas da Índia e do Brasil propriedades curativas.