No campo das artes plásticas, da pintura, da escultura e na arquitectura continuaram a predominar o naturalismo, o nacionalismo e os temas históricos, durante a I República. Os nomes mais célebres são os de Columbano e Malhoa, na pintura. Vários modernistas começaram a alterar o gosto nas artes, como sucedeu com Amadeo de Souza Cardoso (cuja morte prematura não permitiu uma maior renovação da arte portuguesa), Santa-Rita Pintor e Eduardo Viana. Na música, salientou-se Vianna da Motta, director do Conservatório de Lisboa e compositor. Entre 1920 e 1930, a cinematografia portuguesa apresentou alguns filmes; a década de trinta seria a década de ouro do cinema nacional. Muitos projectos, iniciativas e legislação inovadora, conducentes a uma abertura cultural, foram apresentados por vários governos republicanos. No entanto, alguns outros governos, mais conservadores, momentos políticos mais difíceis e a falta de verbas não propiciaram a sua implementação.