DEUX AMIS DEVENUS ADVERSAIRES AVEC L INFLUENCE AMERICAINE
LA NATURE DE LEUR JEUX A FAILLI
CREER UNE GUERRE CIVIL AU PORTUGAL
UNE VOLONTE DE CREER UNE SOCIETE SANS CLASSES .... QUEL FIASCO ET MENSONGE AU PEUPLE !
Alentejo na Miséria
Comunistas Reconhecem a Miséria e o Deserto que Criaram no Alentejo
Cerca de 180.000 alentejanos vive com 10 €/dia
ADMIRACAO PELO HOMEN QUE TOMAVA AS ORDEMS DE MOSCOVO
PARA MUDAR O RUMO DO PAIS !
ENGRAçADO MAS TEMOS O MESMO PROBLEMA EM PORTUGAL 35 ANOS DEPOIS !
http://bases.ourouk.fr/unite/entier/..._03_28_151.pdf
MATERIAIS DE PROPAGANDA POLÍTICA (47). CANDIDATURA DE MÁRIO SOARES À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (1985-6) EPHEMERA
fala de Mário Soares. Em causa, um pedido de Cunhal para que Soares fosse recebido em Moscovo. As recomendações são explícitas:
«l ° — Satisfazer o pedido do Secretário Geral do PCP, cam. A. Cunhal, sobre o convite, em Setembro de 1972, para a deslocação à União Soviética, por um período de três semanas, do líder dos socialistas portugueses, M. Soares.
A recepção e estada de Mário Soares ficam a cargo da União das Associações de Amizade e de Laços Culturais com os países estrangeiros.
«2º — Encarregar o Ministério das Finanças da URSS de, juntamente com a União das Associações,
encontrar fontes para cobrir as despesas com a recepção e a estada, bem como para cobrir as despesas relacionadas com a viagem de M. Soares Paris—Moscovo—Paris.
Encarregar o Ministério da Aviação Civil da URSS de transportar M. Soares de Paris para Moscovo,
com pagamento em rublos soviéticos.» O texto é assinado por um membro do Secretariado do Comité Central do PCUS.
A viagem fora combinada entre Soares e Cunhal, pouco tempo antes, num encontro em Praga. A visita foi acompanhada por Augusto Abelaira, Oscar Lopes e Alexandre Babo.
Estiveram em Moscovo e em Leninegrado (São Petersburgo), depois de uma memorável viagem de comboio que Soares recorda num dos seus livros.
Visão Online - Portugal - A minha vida em Moscovo O CONCEITO DA DIGNIDADE *
On Tolerance and Politics
Mario Soares
As a young man, I was an orthodox Communist myself. However, when,
Ribbentrop and Molotov signed their pact and the USSR seized the Baltic countries,
I stopped being a Communist.When, in 1941, Hitler attacked the USSR, I
was with the Communists again, with the USSR, and I remained an anti-fascist
and a Communist until the end of the SecondWorldWar....
herald of europe • 3 2006 2
I abandoned Communism again aNer Stalin had broken with Yugoslavia –
when Tito was declared to be an imperialist agent. I couldn’t accept that.
H.E.: You visited the USSR several times.What impressed you? Or surprised
you?M.S.: I was first invited to go to the USSR in 1970, and I went to Moscow,
Leningrad, Samarkand, Tbilisi and Stalin’s birthplace.
I returned from the USSR having been finally inoculated against Communism
– by that time I had become a very enlightened socialist
Conversation was conducted by the editors
of Herald of Europe – Michael Borshchevsky
and Victor Yaroshenko.
Lisbon, 6 July, 2005
http://www.heraldofeurope.co.uk/Issu...20Politics.pdf
O PERDAO DE SOARES O CONCEITO DA DIGNIDADE *
Prisão de Otelo deveria ter sido adiada por meses
por
MANUEL CARLOS FREIRE25 Abril 2008
Pedro Serradas Duarte diz que era possível ter mais provas contra as FP-25
A operação policial que levou à detenção de Otelo Saraiva de Carvalho e de outros membros das FP-25 "deveria ter-se realizado "quatro a cinco meses" depois, sustenta um dos responsáveis da extinta Direcção de Informações (DINFO).
Prisão de Otelo deveria ter sido adiada por meses - dn - DN
After substantial controversy over the ongoing trial of Brigadier General Otelo Saraiva de Carvalho, Portuguese President Mario Soares declares an amnesty for Carvalho and his associates. Carvalho has been accused of conspiring to establish a Communist state, but was one of the leaders of the 1974 coup to restore democracy in Portugal and had prevented a Communist coup in 1975. He has long suggested that the trial itself was politically motivated.
http://alternatehistory.net/Discussi....php?p=2399698
EXP-Os processos que pariram um rato
Fevereiro 9, 2009 · imprimir
Autor: Rui Gustavo
Data: Sábado, 07de Fevereiro de 2009
Pág.: 16
Temática: Justiça
Os processos que pariram um rato
Rebentam nos jornais, alimentam as televisões e morrem nos tribunais
Foram presos mais de 50 homens e mulheres. Um herói do 25 de Abril, um padre e vários intelectuais. Foram responsabilizados pela morte a tiro e à bomba de 18 pessoas - polícias, civis e um bebé. No fim só um homem foi condenado a uma pena suspensa: o arrependido Guedes Monteiro, que confessou parte dos crimes e denunciou os caaradas das FP-25 de Abril.
Os ideólogos da organização terrorista foram indultados pelo então Presidente Mário Soares. Otelo cumpriu cinco anos de prisão preventiva. E os operacionais acusados de crimes de sangue acabaram absolvidos ao fim de 20 anos
EXP-Os processos que pariram um rato : SMMP - Sindicato dos Magistrados do Ministério Público
OS AMIGOS DELE FALAM DELE...
UMA CARTA PARA A HISTÓRIA - Água Lisa
Kl@ndestino: Les amis de Soares
Parutions de LE MONDE en 1974 - Anciens Journaux, Revues anciennes
Kl@ndestino: Les amis de Soares
The Watchdog
PONTE DO SOR: UMA VIDA - AS DECISÕES DE MÁRIO SOARES
2. A situaçao de pós-guerra
Na verdade o fim da Segunda Guerra Mundial nao significou, contudo, um melhoramento nas
relaçoes luso-checoslovacas, por causa do pendor da Checoslováquia para a Uniao Soviética. Com
a restauraçao da Checoslováquia puderam ser restabelecidas pelo menos as relaçoes comerciais
entre os dois países, cujo volume atingiu aproximadamente os mesmos montantes dos anteriores
`a guerra. Depois de posterior decadencia dos contactos entre Leste e Oeste também estas
relaçoes sofreram uma quebra. O regime fascista de Salazar tornou-se um dos inimigos do mundo
comunista.
No decorrer dos anos 40 e 50 Portugal salazarista e Checoslováquia comunista nao conseguiram
pôr-se de acordo no respeitante o reatamento das relaçoes diplomáticas. Porém, após a morte de
Estaline, em 1953, deu-se uma reabertura dos diálogos luso-checoslovacos, tendo como resultado
um acordo interbancário entre o Banco de Portugal e o Banco Nacional Checoslovaco, concluído
em Janeiro de 1956 em Praga.
Na viragem dos anos 50 e 60 chegou uma série de contactos concretos entre os sábios ou
escritores checoslovacos e portugueses. Importantes representantes da oposiçao política
antisalazarista chegavam a Praga, na maioria dos casos eram membros do Partido Comunista
Portugues.^27 Nos anos 1960 até 1961 curou-se aqui das consequencias das doenças
^27Daí em diante vou utilizar uma abreviatura PCP
provocadas pela vida ilegal e condiçoes atrozes de prisao a funcionária do PCP, Georgette
Ferreira. Carácter oficial teve a visita do presidente de PCP Álvaro Cunhal em 1962. A
Checoslováquia porém visitaram também outras figuras ligadas `a oposiçao como Humberto Delgado
ou Mário Soares.
Estes contactos, no caso da oposiçao anti-comunista sempre ocultos, culminaram em 1964 com o
apoio a Frente Patriótica de Libertaçao Nacional antisalazarista, cujo congresso se realizou
ilegalmente no mesmo ano perto de Praga.^28 Informaçoes sobre os congressos ilegais eram na
altura sempre estritamente ocultadas de modo que nao sabemos ao certo quantas reunioes da
oposiçao antisalazarista tiveram lugar na Checoslováquia até ao fim da ditadura salazarista
Datam-se do ano 1964 as referencias sobre a estadia na Checoslováquia do General Humberto
Delgado, representante de oposiçao antisalazarista, onde se curava durante um certo tempo no
Státní Sanatorium de Praga. Um amigo de Delgado, António de Figueiredo exprimiu o efeito
positivo de Praga sobre Delgado: " .
Outro testemunho da sua estadia é o encontro com"o erudito professor, especialista em
literatura portuguesa" Hampejs que o marcou bastante.^31
28Jan Klíma: Dějiny Portugalska, página 245
Outro congresso conhecido decorreu de 24 a 26 de Abril de 1967 em Karlovy Vary como uma
conferencia dos partidos políticos comunistas e operários (konference komunistických a
dělnických politických stran) na qual participaram os principais dirigentes do movimento
comunista portugues.
O posterior processo reformador do socialismo conhecido como "Primavera de Praga" captou a
atençao da imprensa ilegal comunista portuguesa, tendo o jornal Avante! publicado em Maio de
1968 um importante artigo: "A Checoslováquia prossegue pela via do socialismo", no qual se
declara que a Checoslováquia tinha continuado a manter a sua fidelidade ao marxismo-leninismo
e ao internacionalismo proletário."^32
http://is.muni.cz/th/108845/ff_b/Rel...uso-checas.txt
A Checoslováquia nas relaçoes internacionais continuava submissa a Uniao Soviética e fica na
isolaçao internacional até `a revoluçao de 1989.
1.1.Posição portuguesa em relação à invasão das tropas dos Estados
membros do Pacto de Varsóvia
Decorreu de 24 a 26 de Abril de 1967 em Karlovy Vary uma conferência dos
partidos políticos comunistas e trabalhadores na qual participaram os maiores expoentes do
movimento comunista. Álvaro Cunhal interviu com uma comunicação subordinada ao tema A
luta pela paz e a segurança na Europa em que abordou, entre outros aspectos a necessidade
do respeito pela soberania nacional dos Estados membros do Pacto de Varsóvia sendo este um
princípio essencial das relações de amizade socialista.41
http://www.premioibam.cz/doc-03/os_contactos.pdf
O acentuado desenvolvimento das relaçoes que caracteriza este período deve-se `a linha
política entao seguida em Portugal, que sem interferir deixa as regioes das antigas colónias
portuguesas, agora independentes, entregues `a influencia do bloco comunista.
Em 1986 a delegaçao do Conselho Portugues para Paz e Cooperaçao participou numa reuniao do
Conselho Mundial da Paz em Karlovy Vary, mas nesta altura as cerimónias de carácter comunista
já nao traziam impulsos significativos para fortalecimento das relaçoes entre as duas naçoes
Os contactos a nível do comércio crescem bastante em número e continuam as visitas dos
representantes políticos. Em Novembro de 1994 Mário Soares visita de novo o nosso país e no
ano seguinte, o primeiro ministro checo -- Václav Klaus retribui lhe a visita.
http://is.muni.cz/th/108845/ff_b/Rel...uso-checas.txt
Entrar para o PCP (1942) - O jovem Mário Soares entra para o PCP no momento em que o PCP é o, o e não um, grande partido nacional, quando se percebe a queda inevitável do nazismo. Era uma decisão que se tomava para uma vida, com riscos e um sentido de resistência que marcou a sua geração. Com ele, e como ele, entraram quase todos os jovens do seu tempo, uma geração que se formou no antifascismo comunista.
Sair do PCP (1951) - Soares mais do que sair foi empurrado para sair, numa altura em que o PCP estava em plena depuração política no início da guerra fria. Soares sempre disse que saiu do PCP por não querer entrar na clandestinidade e "pela direita". Pelo menos no que diz respeito à "saída pela direita" não é verdade: queria reconstruir as Juventudes Comunistas e acabar com o MUDJ, e apoiou, numa altura de já grande divisão, o Movimento Nacional Democrático pró-comunista e a candidatura de Rui Luís Gomes, em vez de alinhar na oposição moderada que apresentou Quintão Meireles. Partilhou este caminho com Piteira Santos, Ramos da Costa, Salgado Zenha e outros.
Entrar para as organizações da oposição moderada e anticomunista (1954) - Soares e os seus amigos e companheiros de ruptura comunista foram-se associando à oposição moderada, com crescente autonomia estratégica do PCP: União Socialista, Resistência Republicana, Acção Socialista, Directório Democrata-Social. Com ele foi Ramos da Costa e Piteira, que se juntaram a Manuel Mendes...
Fundar o PS (1973) - Dotar a área da oposição pró-socialista de um partido e, mais importante do que isso, filiar esse partido na Internacional Socialista foi decisivo para ter uma cobertura internacional que pudesse rivalizar com a que o PCUS dava ao PCP
Reaproximar-se do PCP (1973) - Em vésperas do 25 de Abril, o PS e o PCP assinam um acordo político que mostra pequena diferença estratégica entre ambos os partidos. As linhas fundamentais desse acordo correspondem às posições tradicionais do PCP que, se não fossem os esquerdistas, mantinha a sua hegemonia solitária na oposição. Não foi um bom começo para o PS,
mas reflectia o fim da esperança em Caetano.
Forçar a paridade com Cunhal no 1º de Maio de 1974 - Embora Soares mostrasse um respeito quase reverencial por Cunhal nos primeiros dias do 25 de Abril
(e quem conhece a história da oposição percebe a genuinidade desse sentimento), não deixou de forçar contra o PCP a paridade dos socialistas na legitimidade da oposição ao regime. Tudo começou no primeiro 1º de Maio.
Resistir ao PCP (1974-5) - O sim de Soares a que Cunhal responde com o seu célebre "Olhe que não", foi o sinal de uma resistência corajosa e dura à tentativa do PCP de tomar o poder em Portugal. Com ele Zenha, Raul Rego, Alegre, Edmundo Pedro.
Trabalhar com Carlucci (1974-5) - Soares e Carlucci trabalharam em conjunto para negar razão a Kissinger, que lhe chamava o "Kerensky português"
Soares fez bem: participou em todas as conspirações, assumiu todas as responsabilidades para organizar uma resistência, mesmo armada, à tomada do poder pelo PCP. Sem esta sua atitude, os comícios da Fonte Luminosa não chegariam no momento decisivo, porque o PCP só reconhecia força real, espingardas, e não apenas pessoas em manifestação.
Descolonizar (1974-5) - A acção de Mário Soares como "descolonizador"
Soares fê-lo. Com ele esteve Almeida Santos e Melo Antunes
Emaudio, Macau, etc. (1987) - O momento mais difícil de Soares depois do 25 de Abril foi todo o processo chamado "Emaudio", que incluía ramificações com o financiamento do PS e histórias de corrupção macaenses, o feudo que a sua Presidência deu aos socialistas, quando estes estavam fora do governo em Portugal. A história nunca foi verdadeiramente esclarecida, nem o envolvimento pessoal de Soares, que gozou sempre de uma impunidade ímpar na vida política portuguesa, por boas e más razões.
A abertura à investigação do Centro de . Conservação de Documentação Histórica do PCUS — relativa ao período entre 1953 e 1991 — permite à VISÃO revelar pormenores inéditos da passagem de Cunhal pela capital russa e aspectos desconhecidos, até, da maioria dos seus camaradas de partido. Graças a um tratamento concedido apenas a raros dirigentes do movimento comunista internacional, o líder português gozou, durante a sua permanência, nos anos 60, na antiga União Soviética, de privilégios postos somente à disposição dos mais destacados membros do Comité Central do PCUS. A investigação efectuada em Moscovo permite-nos perceber melhor o estatuto de excepção concedido a Cunhal, o seu prestígio junto dos dirigentes soviéticos e o lugar dominante de Portugal entre as preocupações da URSS.
Por decisão do Secretariado do Comité Central do PCUS, Álvaro Cunhal já recebia mensalidades de 500 rublos em 1961, o equivalente, na altura, a pelo menos quatro salários médios. Na mesma época, Francisco Miguel e Margarida Tengarrinha, também membros do Comité Central do PCP, e seus camaradas de exílio, auferiam 180 e 130 rublos, respectivamente
outro documento autoriza o líder comunista português a frequentar o refeitório do Kremlin — cuja entrada estava reservada a membros do Bureau Político do-Comité Central do PCUS. Neste restaurante era servida, sobretudo, alimentação dietética, o que não desagradava à frugalidade do secretário-geral do PCP
Mário Soares
Entre a documentação sobre o PCP a que tivemos acesso nos arquivos do PCUS figura ainda um documento sobre a «cooperação», na clandestinidade, entre comunistas e socialistas. Um extracto do protocolo n.° 48 do Secretariado do Comité Central, datado de 14 de Julho de 1972, fala de Mário Soares. Em causa, um pedido de Cunhal para que Soares fosse recebido em Moscovo. As recomendações são explícitas:
«l ° — Satisfazer o pedido do Secretário Geral do PCP, cam. A. Cunhal, sobre o convite, em Setembro de 1972, para a deslocação à União Soviética, por um período de três semanas, do líder dos socialistas portugueses, M. Soares.
A recepção e estada de Mário Soares ficam a cargo da União das Associações de Amizade e de Laços Culturais com os países estrangeiros.
«2º — Encarregar o Ministério das Finanças da URSS de, juntamente com a União das Associações,
encontrar fontes para cobrir as despesas com a recepção e a estada, bem como para cobrir as despesas relacionadas com a viagem de M. Soares Paris—Moscovo—Paris.
Encarregar o Ministério da Aviação Civil da URSS de transportar M. Soares de Paris para Moscovo,
com pagamento em rublos soviéticos.» O texto é assinado por um membro do Secretariado do Comité Central do PCUS.
A viagem fora combinada entre Soares e Cunhal, pouco tempo antes, num encontro em Praga. A visita foi acompanhada por Augusto Abelaira, Oscar Lopes e Alexandre Babo.
Estiveram em Moscovo e em Leninegrado (São Petersburgo), depois de uma memorável viagem de comboio que Soares recorda num dos seus livros.
Visão Online - Portugal - A minha vida em Moscovo
ESPIRITO DE COLABORAçAO COM TODOS OS INIMIGOS DE PORTUGAL E FALSOS AMIGOS DE PORTUGAL
A POLITICA DO CAMELEAO
JSTOR: An Error Occurred Setting Your User Cookie
domino in Soviet expansionism in the African sub-continent *
When, in 1976, Mozambique adopted a Marxist-Leninist form of Government, the military threat to S.A. became alarming due to the deployment of Soviet intelligence agencies, weapons such as missiles, fighter aircraft, military advisers and an assorted number of other offensive weaponry. Furthermore, the Frelimo government allowed Umkonto I Swize, the armed wing of the ANC, as well as other liberation movements to have operational bases inside Mozambique
Al Venter illustrates the above points by describing what happened in Mozambique after Machel signed an agreement in Moscow in 1976. Inter alia, ‘The Soviet Union would provide military assistance to Mozambique in the form of weapons, equipment, advisers, liaison staff and instructors. The Soviets were also to supply (Extra Military Means) in the case of (External Aggression) [with obvious reference to S.A.]’43
By mid 1976, South Africa, as well as most western observers were worried about the military developments in Mozambique as the Indian Ocean was fast becoming a bridgehead for Soviet expansionism in the area44, with the Soviet fleet having access to the ports of Maputo, Quelimane, Beira and Nacala, backed by an intelligence service in Maputo totally out of proportion to the normal requirements that are generally accepted within the realm of diplomatic relations between two nations.
Other than the setting up of SNASP, the Mozambican new security police along the lines of the KGB and the GRU, the Soviets, under the leadership of Boris Nikolayvich45 was responsible for the setting up of an organization to co-ordinate the activities of the underground South Africa communist party and its ally the ANC, South Africa was the last domino in Soviet expansionism in the African sub-continent.
THE CIVIL WAR IN MOZAMBIQUE AS A CASE STUDY IN THE JUS AD BELLUM CONVENTION OF JUST WAR THEORY
IPRI—Instituto Português de Relações Internacionais
AS VIAGEMS DE MARIO SOARES A AMERICA
CIA in Portugal
QUANTOS MILLIOES DE DOLLARS OFFERECIDOS AO PAIS PARA RENFORCAR O PARTIDO SOCIALISTA? DINHEIRO QUE FINALEMENTE DEVERIA PERTENCER A PORTUGAL E AO POVO PORTUGUES !
Rogue state: a guide to the world's ... - Google Livres
AONDE TERA IDO TANTO DINHEIRO DA CIA?
PARA AS CAIXAS DO PS?
OU PARA CAIXAS PRIVADAS ?
PARA A CAIXA DUMA FUNDAçAO?
D ALGUMA FUNDAçAO?
PARA O POVO PORTUGUES E OS MAIS NECESSITADOS?
Cuentos prohibidos. Memorias de un PS desconocido es el título de un libro que ayer provocó un serio escándalo en Portugal nada más salir a la venta. Su autor, Rui Mateus, responsable de las relaciones internacionales del Partido Socialista portugués (PS) durante más de 10 años y antiguo hombre de confianza de Mario Soares, acusa al presidente de la República de haber estado estrechamente vinculado a la CIA, denuncia que los socialistas fueron financiados por la agencia de espionaje norteamericano y califica al presidente socialista de "monarca absolutista".Después de haber sido condenado a cuatro años de cárcel por corrupción, Rui Mateus ha puesto en marcha su venganza personal por considerar que su lealtad no ha sido correspondida". Mateus asegura que el verdadero Soares está muy lejos del que presentan las biografías oficiales. Afirma que Soares no fue leal con sus amigos y sacrificó todo en función de su estrategia personal para alcanzar la presidencia.
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El libro, calificado como un "misil político" en medios periodísticos, relata las operaciones, irregulares de financiación del PS y, en concreto, las orquestadas por la CIA. Mateus afirma que el PS recibió importantes sumas de la alemana Fundación Ebert, del coronel libio Muammar el Gaddafi, del venezolano Carlos Andrés Pérez, de los socialistas suecos liderados por Olof Palme y de Alfonso Guerra en el palacio de La Moncloa.
El ex secretario de las relaciones internacionales del PS asegura que se reunió en el palacio de La Moncloa con Alfonso Guerra y Lionel Jospin, quienes le entregaron dos maletas llenas de pesetas y de francos.
Mateus explica que Mario Soares inició sus relaciones con la CIA en los años sesenta a través de un funcionario de la embajada norteamericana en Lisboa y del periodista del periódico norteamericano The New York Times Marvin Howe, a quien luego se vincularía con la agencia norteamericana.
El presidente Soares comunicó ayer a través de su Gabinete en el Palacio de Belem, que no piensa responder a estas acusaciones, al menos, hasta que abandone la presidencia el próximo 9 de marzo.
Escándalo en Portugal por un libro que vincula a Mario Soares con la CIA
JAVIER GARCÍA - Lisboa - 28/01/1996
EL MUNDO
Rui Mateus es también cofundador de cuatro de las fundaciones que apoyan a los socialistas y de una serie de empresas que el PS intenta introducir en el mundo editorial y de la información.
Su última operación político financiera le será fatal. Acusado de corrupción por haber servido de intermediario entre una firma alemana (interesada en participar en la construcción del aeropuerto de Macao) y el gobernador socialista de este territorio bajo administración portuguesa (hasta 1999), Carlos Melancia.
Mateus y otros dos dirigentes del PS son condenados a cuatro años de cárcel, encontrándose en libertad condicional en la actualidad, ya que los tres recurrieron ante el Tribunal Constitucional.
Juzgado por separado, Melancia fue absuelto de la acusación de «corrupción pasiva». El presidente Soares testimonió a su favor
Los innumerables dirigentes socialistas citados en la obra de Rui Mateus se han negado también a confirmar o desmentir las afirmaciones de su ex compañero.
En el libro Rui Mateus ataca a Soares acusándole de tener una concepción monárquica del poder, de practicar la intriga, el nepotismo y la confusión entre las cuentas del partido y las suyas ******
EL MUNDO
MUNDO
La maleta llena de pesetas que el PSOE envió a Soares
LISBOA.- En su polémico libro, el ex responsable de Relaciones Internacionales del Partido Socialista Portugués, Rui Mateus, cuenta anécdotas divertidas sobre los medios utilizados por los <> de la Internacional Socialista (IS) y otros <> extranjeros para hacer llegar a Lisboa sus contribuciones financieras tras la Revolución de los Claveles.
Aún en el momento de la primera campaña presidencial de Soares, en 1986, lejos de las épocas de clandestinidad, los <> seguían comportándose como verdaderos contrabandistas
Es el caso de una cierta visita de Mateus a La Moncloa, a finales de enero de 1986.
Después de ser recibido por Julio Feo, Mateus pasa por el despacho de Felipe González para saludarlo y tiene también una larga entrevista con el vicepresidente español, Alfonso Guerra.
<>.
Y como Mateus debía seguir inmediatamente viaje a París y encontrarse con el secretario general del PSF -que prometía <> un millón de francos- fue a Madrid otro hombre de confianza de Soares a recoger la ayuda del PSOE.
Guerra entregó el dinero en La Moncloa, en solidaridad con la campaña de los socialistas portugueses de 1986
Esa persona temblaba de miedo al pasar por la aduana con tan peligroso equipaje.
Pero esta generosidad de Guerra se debe en realidad más a la solidaridad política que a las simpatías personales, ya que es sabido que nunca existió una relación muy calurosa entre Soares y González.
El autor, «soarista» fiel durante años, guarda en la memoria que su líder no le defendió y que permitió que le condenaran por corrupción a cuatro años y medio de cárcel por el «escándalo de Macao». Según Mateus, los 50 millones recibidos de una empresa alemana interesada en participar en la construcción del aeropuerto de Macao eran «un regalo político igual a miles de otros».
Y si había alguna culpa, «¿por qué no proceder de la misma manera contra Stanley Ho (el magnate chino de los casinos y del juego), que ganó todas las grandes adjudicaciones en Macao y admitió haber financiado la fundación Mario Soares?» pregunta el autor.
FINANCIACION ILEGAL.- Para su defensa en forma de ajuste de cuentas, Mateus revela todos los secretos de la financiación del PS para subrayar que Soares estaba al corriente de todo. Pero no lo hace para vengarse del Partido Socialista o de Soares, sino porque «no existen reglas idóneas de financiación de los partidos ni de transparencia para los políticos. Un poco como en los pilares morales del régimen, de la masonería y del Opus Dei, todo se decide a escondidas,*********
Esta financiación de los partidos hermanos, hoy considerada legal (pero no en el Portugal post-revolucionario) no impedía que el PS aceptase otras ayudas. «Hasta el primer Congreso (diciembre 1974), la contribución más significativa fue recaudada después del viaje de Mario Soares a Trípoli en noviembre de 1974 (...) depositada en el Nederlansche Midenstandsbank».
Los servicios secretos americanos también dieron un buen empujón. Enviaron para Lisboa al embajador Frank Carlucci. El anticomunismo era el motor de esta ayuda y hasta ayer Mateus consideraba que estas financiaciones encubiertas «salvaron Portugal de una dictadura comunista
Pero después de «Europa (y América) con nosotros» vienen los «gobiernos de nuestro descontento». Mario Soares, primero ministro de un gobierno minoritario, precisa aún de más dinero para desarrollar el partido en diversas áreas, cuenta el autor del libro. Para el efecto se crea la Fundación José Fontana, gracias a la ayuda de los alemanes, pero, dice Mateus «la CIA y la AFL-CIO tenían la misma idea (...) Aconsejaron a los EEUU que apoyaran la constitución de una central alternativa» y «la fundación fue el embrión de la UGT». Pero «Soares dio personalmente órdenes para que las contribuciones americanas no sean conocidas por los partidos socialdemócratas europeos, por entonces bastante antiamericanos», «y rechaza con altivez las noticias que salen en Portugal acerca de sus relaciones con la CIA».
A partir de 1976 Soares establece una estrecha amistad con Bettino Craxi, «una relación entre personas con gustos y puntos de vista semejantes». Sin embargo, escribe Mateus, «quedé sorprendido cuando Soares nos informó que su cuñado y yo deberíamos ir a Milán a recibir una cantidad considerable de dinero». El interlocutor en Milán fue Ferdinando Mach (actualmente forajido de la justicia italiana por el caso «manos limpias») y es en Lugano donde recoge el dinero: medio millón de dólares.
AÑOS DE CRISIS.- LVienen después los «años de la crisis», la caída del gobierno que Soares había formado con el CDS-democristiano, el partido más derechista de Portugal. «Los partidos hermanos empiezan a dudar de las convicciones socialistas de Soares y a encontrarlo demasiado alineado con las posiciones americanas en política exterior», añade. Hay que encontrar otras fuentes de financiación.
Surgen entonces las empresas que, a diferencia de anteriores experiencias -fracasadas- en el sector de la Prensa ya no se orientan en el sentido de proporcionar a los socialistas vehículos para su propaganda, sino para ganar dinero. Sus «dueños» son dirigentes del partido, del círculo personal de Soares que canaliza hacia ellos el dinero de sus «fondos reservados» y se embolsa los beneficios.
Montones de acciones sirven para comprar fidelidades y recompensar a los fieles. Según Mateus, cuando llegó a la Presidencia Soares se empeñó en crear un grupo de comunicación social, que se llamó Emaudio, y para su fortalecimiento contactó con los magnates europeos del sector afines al socialismo, como Berlusconi, Murdoch y Maxwell.
De los cinco socios que poseen todo el capital de Emaudio uno es Carlos Melancia, ex ministro de Soares, que quiso instalar una emisora de televisión en Macao. Cuando Soares decide escoger a Melancia para ser el gobernador de Macao, el ex presidente decide que Emaudio debe pagarle 30 millones por sus acciones en la empresa.
Nunca nadie habría descubierto el «negocio» si Mateus, harto de jugar el papel de hombre de paja, no hubiera cometido la «locura» de denunciar a Melancia haciendo llegar un telefax de una empresa alemana reclamando la devolución del dinero entregado a Emaudio para el gobernador de Macao a la redacción de un periódico.
Los documentos y fotos que completan el libro confirman a Mateus como testigo privilegiado de los «cuentos prohibidos». La única defensa es desacreditar al autor y rechazar en bloque su testimonio. Curiosamente, apenas dos dirigentes socialistas portugueses salen más o menos limpios de la historia. Uno, Francisco Salgado Zenha, ex número dos que se rebeló contra Soares, está muerto. El otro es Antonio Guterres, actual presidente del partido y del gobierno.
EL MUNDO
Muitos milhões de dólares articulados pela embaixada americana - dirigida por Frank Carlucci, não acidentalmente,
depois, o homem de Reagan na Nicarágua – para lançar jornais, manipular rádios, e convocar às ruas multidões dos segmentos de classe média mais atrasados - ainda quando a divisão levou também trabalhadores - dispostos a proteger o país do perigo da “comunização” totalitária, em defesa das liberdades democráticas.
O plano era arrasador. Mandar soldados e marinheiros ganhos pela revolução para casa, sumariamente, e convocar novos soldados; Institucio-nalizar o MFA e restabelecer a hierarquia das Forças Armadas; destruir o duplo poder, acabando com o assembleísmo, ou seja, o direito dos trabalhadores se reunirem dentro dos locais de trabalho e se manifestarem; liberar Assembléia Constituinte da tutela do MFA, aprovar uma constituição o mais presidencialista possível, e realizar eleições presidenciais; chantagear as massas nas eleições com a promessa de que o dinheiro da Europa e dos EUA só viriam se os extremistas fossem derrotados.
Campo anticapitalista
O terceiro campo - o anticapitalista - era o único que defendia a necessidade da revolução socialista, e o mínimo que se pode dizer para descrevê-lo é que era acéfalo. O impacto de suas iniciativas políticas decorria da capacidade de mobilização, que manteve durante uns três anos, desproporcionalmente maior que a real implantação social. Tinha influência, embora minoritária, entre os jovens operários e estudantes, não possuía direção homogênea, mas contava com a simpatia de uma parcela grande da base socialista e comunista que, sem romper com seus dirigentes, estava pressionada pelo entusiasmo da participação nos organismos de democracia direta. A liderança carismática de alguns oficiais do exército, como Otelo Saraiva de Carvalho, aparecia também como um ponto de apoio para a organização popular.
O terceiro campo mal conseguia se fazer expressar de forma independente. A maioria das lideranças não conseguia diferenciar-se do projeto do PCP. As organizações da extrema-esquerda, além de extremamente frágeis, estavam divididas e tendiam a ser satélites do Governo Vasco Gonçalves.
A derrota
No dia 25 de novembro de 1975, a primeira derrota séria. Uma insurreição militar de pára-quedistas, aparentemente influenciada por esquerdistas, tinha se iniciado durante a madrugada. Entretanto, uma ala militarmente organizada da oficialidade - vinculada ao grupo dos nove, um setor que respondia à política do PS no Conselho da Revolução - deu um contra-golpe e assumiu o poder nas Forças Armadas, destruindo a democracia direta nos quartéis. A maioria do MFA cedeu, e o PC também, argumentando que o país teria uma guerra civil. As liberdades democráticas não foram destruídas, mas as conquistas sociais ficaram ameaçadas.
Na seqüência faltava o mais difícil, derrotar os trabalhadores. Como não podia se arriscar a um confronto direto, como nos quartéis, a solução improvisada foi política. Ramalho Eanes, o general do 25 de novembro, foi eleito presidente da República nas eleições presidenciais de abril de 1976. Teve apoio do PS e dos partidos burgueses. Teve o apoio entusiástico do MRPP, uma organização vinculada a Pequim, quando a Jiang Quim, a viúva de Mao, e o chamado “bando dos quatro” ainda eram influentes.
POR ISSO A TANTOS CHINESES EM PORTUGAL*******
Mário Soares recebeu seu prêmio. Foi eleito primeiro-ministro, depois das eleições legislativas em 1977, e o MFA foi dissolvido
derrota da revolução portuguesa não exigiu derramamento de sangue, mas consumiu bilhões de marcos alemães e de francos franceses. O que a revolução fez em dezoito meses, a contra-revolução precisou de dezoito anos para desmontar. A integração posterior na Comunidade Econômica, com o acesso aos fundos estruturais, gigantescas transferências de capitais
para modernizar a infra-estrutura e construir um pacto social capaz de absorver as tensões sociais pós-salazaristas, permitiu a estabilização do regime nos anos 80 e 90.
PSTU | A Revolução Portuguesa na perspectiva da história | Autores
A MUDANçA DO CASACO DA OBEDIENCIA
COMMUNO-SOCIALISTA PARA A OBEDIENCIA AMERICANA
AS DIRECTIVAS DA CIA CONSTRUçAO DUM PARTIDO PARA COMBATER OUTRO PARTIDO * CONCEITO DA DIGNIDADE
Escándalo en Portugal por un libro que vincula a Mario Soares con la CIA · ELPAÍS.com
Mário Soares, PS leader - a well-known lawyer funded by social democratic parties (and the CIA)
History: 1974, revolution in Portugal
VIAGEMS SECRETAS A PARIS COM AGENTES DA CIA
2004/04/25port.html+MARIO+SOARES%2BCIA&cd=40&hl=fr&ct=clnk
http://referentiel.nouvelobs.com/arc...760209_066.pdf
The history of Portugal - Google Livres
LES ECHANGES D INFORMATIONS VERS L AMERIQUE SUR LA SITUATION AU PORTUGAL
STAFF NOTES: WESTERN EUROPE CANADA INTERNATIONAL ORGANIZATIONS - CIA document
In 1968 the Group changed its name to the American Club of Lisbon (ACL)
Under the leadership of Ed Kane, efforts were redoubled to foster Luso-American and international relations by drawing together an even greater number of professional Americans, Portuguese and citizens of other friendly nations who might not otherwise have the opportunity to meet each other. American Club lunches began to draw its guest speakers from the highest levels of government, as well as continuing to invite distinguished Americans and others with views of particular interest to the membership. In their various political capacities, Dr. Mario Soares has addressed the Club no fewer than nine times
agency from 1962 to 1967')...During 1975, Lowenstein became deeply involved in the politics of Portugal because of his relationship with Portugese Socialist Mario Soares, who was foreign minister at a period when the Portugese revolution was pushing increasingly leftward. Involving Lowenstein was his friend Frank Carlucci, who served as U.S. ambassador to Portugal from 1975 to 1978 and then as Jimmy Carter's deputy director of the CIA...
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Soares, whose parsons! conflict with Sa Carneiro was intensified by the abrasive election campaign, confirmed this viewecent conversation with US Ambassador Cerlucci.
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O CONCEITO DE DIGNIDADE E UM CONCEITO QUE MUITOS HOMENS POLITICOS
QUE SE DIZEM E PENSAM INTELIGENTES DESCONHECEM DA SUA INTELIGENCIA E
PUSERAM DE LADO ESTE CONCEITO DE VALOR HUMANO QUE OS ANTIGOS TINHAM
E QUE NOS ENSINARAM E QUE RELEVA O HOMEN A TODO O SEU VALOR DE SER HOMEN COM LETTRA H
O CONTRARIO D 'ESTE CONCEITO E CONHECIDO NA MINHA ALDEIA E EM MUITAS ALDEIAS DE GENTE HUMILDE EM PORTUGAL
COMO A FALTA DE VERGONHA
PORTANTO A MUITA GENTE EM PORTUGAL QUE SAO UMS SEM VERGONHA
E NAO SABEM NEM SOUBERAM SER HOMENS
TRABALHARAM PARA O AMOR PROPRIO DELES E PARA ENCHER A CARTEIRA PARA ELES E A DESCENDENCIA DELES EM NOME DE IDEOLOGIAS