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Cheval
Déconnecté
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Re : PORTUGAL IMPERIO? JA NAO ES IMPERIO..QUE FIZERAM DE TI.... -
14/07/2009, 10h03
O tipo terá muitos defeitos, e tem, mas dizer que passou um exílio francês em hotéis de luxo parisiense é, além de injusto, falso. Nos anos em que por lá andou viveu em dois modestíssimos apartamentos, com um pequeno salário como professor universitário convidado e a contas com a necessidade de recorrer a um empréstimo de 500 contos para salvar o Colégio Moderno.
Quanto às subvenções à Fundação Mário Soares mais uma vez estamos no campo da conversa pour épatter le bourgeois
e eu respondo a isto :
"o pobre professor que viveu em modestos apartamentos como é que hoje esta multimilionario !...."
A MENTIRA SOVIETICA E A MENTIRA DOS CAMARADAS HEROIS BURGUESES
Repare que o Álvaro Cunhal era um homem que ia de Mercedes fazer os exames de Direito,
História e Ciência: HISTÓRIAS SECRETAS DA PIDE/DGS: das eleições de 1958 à morte de Delgado
A minha vida em Moscovo
Autorizado a comer no refeitório do Kremlin, Álvaro Cunhal, o «marxista de cristal», teve um tratamento de VIP na capital soviética - desde os 500 rublos mensais até ao apartamento no n" 5 da Vorobyovskaya Shossé. Uma visita guiada ao passado, no dia em que o velho líder completa 81 anos
Álvaro Cunhal, então no exílio, instalava-se numa zona residencial moscovita, no sudoeste da cidade, a 20 minutos do Kremlin. Próximo da antiga residência do dirigente histórico dos comunistas portugueses ergue-se o Estádio Luzhniki, um dos mais importantes de Moscovo.
É uma zona tranquila mas impessoal, de blocos habitacionais bem ordenados, enquadrados por arruamentos arborizados.
Visão Online - Portugal - A minha vida em Moscovo
Em causa, um pedido de Cunhal para que Soares fosse recebido em Moscovo. As recomendações são explícitas:
Satisfazer o pedido do Secretário Geral do PCP, cam. A. Cunhal, sobre o convite, em Setembro de 1972, para a deslocação à União Soviética, por um período de três semanas, do líder dos socialistas portugueses, M. Soares
A recepção e estada de Mário Soares ficam a cargo da União das Associações de Amizade e de Laços Culturais com os países estrangeiros.
«2º — Encarregar o Ministério das Finanças da URSS de, juntamente com a União das Associações, encontrar fontes para cobrir as despesas com a recepção e a estada, bem como para cobrir as despesas relacionadas com a viagem de M. Soares Paris—Moscovo—Paris. Encarregar o Ministério da Aviação Civil da URSS de transportar M. Soares de Paris para Moscovo, com pagamento em rublos soviéticos
A viagem fora combinada entre Soares e Cunhal, pouco tempo antes, num encontro em Praga. A visita foi acompanhada por Augusto Abelaira, Oscar Lopes e Alexandre Babo. Estiveram em Moscovo e em Leninegrado (São Petersburgo), depois de uma memorável viagem de comboio que Soares recorda num dos seus livros.
Mário Soares, e muitos outros, veio como o lobo com pele de carneiro. Sobre isto Álvaro Cunhal escreveu um livro - A Verdade e a Mentira na Revolução de Abril: A Contra-revolução Confessa-se - que desmascara todas as personagens que contribuíram para a derrota do projecto de Abril.
Rádio Moscovo: Cravo vermelho ao peito a muitos fica bem...
Notas de Moscovo
Mário Soares com Andrei Gromyko
Os dois ministros analisaram ainda longamente o processo de descolonização.
Mário Soares deixou também muito claro que Portugal mantém os seus compromissos e que continuará na Aliança Atlântica.
O dia em que Gromyko pediu calma a Portugal - Especiais - DN
Durante toda a década de 1950, o Instituto 631, com sede em Moscou, através de suas redes apoiadas pelos Partidos Comunistas no mundo inteiro, tudo fazia para desorganizar a vida nas democracias ocidentais. Enquanto isso, os mestres subversivos profissionais russos submetiam-se a treinamento nas suas várias Escolas de Espionagem
Na Rússia, por exemplo, um dos homens mais próximos de Putin, Iúri Setchin, primeiro-vice-primeiro-ministro, sabe muito bem português, pois trabalhou para o KGB em Angola e Moçambique. Serguei Iastrejembski, que até à pouco tempo foi o assessor de Putin para as relações com a União Europeia, também fala português e escreveu várias obras sobre História de Portugal. Uma biografia de Mário Soares por ele escrita foi recentemente publicada nesse país.
novembro 15, 2003
A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA CONTADA POR MÁRIO SOARES
Ministro dos Negócios Estrangeiros logo após o 25 de Abril de 1974 (I, II e III Governos Provisórios), Mário Soares, em entrevista com Dominique Pouchin, apresenta a sua versão sobre o processo de descolonização.
Na medida em que nele foi parte activa, editamos aqui o que faz registar sobre o assunto.
Referência bibliográfica:
Mário Soares. Memória viva. Entrevista com Dominique Pouchin. Vila Nova de Famalicão: Quasi Edições, 2003 (Biblioteca "Primeiras Pessoas"- vol. I).
A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA
- A revolução nascera das guerras coloniais, e a primeira das urgências era pôr fim a essas guerras. Nessa altura o senhor começa a negociar com cada um dos movimentos nacionalistas. Começou, de certa forma, pelo mais fácil, pela Guiné, a seguir trabalhou em relação a Moçambique, e finalmente Angola
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